(continuação)
...aqui está o endereço...- pensava.
Batem na porta novamente:
- Albert René, é você?
- Sim, menino Alex. O jantar está servido. Seus pais estão esperando...
- Tá bom! Obrigado.
Continua lendo o endereço e comenta consigo mesmo:
- Não conheço nenhuma garota em Santa Tersa...quem será? O único meio de saber é indo até lá! decide.
Desce as escadas apressadamente. Albert interpela-o:
- E o jantar?
- Agora não posso! Tenho algo muito importante para fazer. Que jantem sem mim. Estarei aqui para a ceia, tá legal?
Albert que não entendia nada, dá de ombros.
Ele entra no carro e sai a toda.
Enquanto isso...
Sozinha, Madá olha o prato em cima da mesa, o copo descartável, o guardanapo, o mísero refrigerante de última categoria e fica a cismar. Sua tia não pode ficar, fora ver a mãe. Ela está terrivelmente só, numa noite festiva de Natal. Seus olhos enchem-se de lágrimas. Pensa: - Uns, com tanta gente e luxo à sua volta, outros...tão só!
Tocam a campainha.
- Quem será? Não espero ninguém!
Levanta-se, dirindo-se até a porta e olha pelo olho mágico. Não reconhece o rosto que aguarda do outro lado. Mesmo assim, abre a porta.
- É a senhorita...- diz o elegante rapaz, titubeante- olhando o cartão que ostentava na mão, fingindo não entender o nome nele escrito.
- Madá. - reponde ela, bastante surpresa.
- É Madá? - indaga o rapaz, com ares de admiração, parecendo gostar do que via.
- Sou sim.
- Posso entrar?
Não o conheço, moço! Parece um granfino...que faz aqui por estes lados da Lapa?ece um granfino...Que faz aqui por estes lados da Lapa?
- Madá...não é você? - indaga o jovem, sorridente. Posso entrar? - repete.
- Claro, claro! Desculpa, tá? Aqui é casa de pobre mesmo! Pobre de dinheiro, de gente, de amor...- sua voz está trêmula. Ela engasga, porque está chorando.
- Que é isso! Chorando numa noite tão linda como essa, Mada? indaga o rapaz, com intenção de consolá-la.- E não é para chorar? Não tenho pai nem irmãos. Sozinha, aqui, sem ter sequer, com quem falar...
- Eu estou aqui, Madá! Vim exclusivamente para falar com você. Quer?
- Deixe de piada!...
- Morgan, Alex Morgan, prazer. - Além de galã, tem um bonito nome! - pensa.
- Deixe de brincadeira, Alex. Eu vou lá, acreditar nisso?
- Assim, você me ofende, sabe? Deixei tudo lá em casa e vim correndo pra cá, só pra conhecer...ver você!
- Para me ver? Como sabe que existo?
- O presente que me mandou, ora!
- Ah...o presente...- ria e chorava ao mesmo tempo. - O presente que lhe mandei? - indaga ela, sem entendar a princípio.
(continuação amanhã)
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
UMA IDEIA LOUCA - segunda parte
(continuação)
...Entrou numa loja e comprou algo. Em seguida, saiu alegre, como se a ideia que tivera fosse sensacional. Passou por uma elegante Mansão, tocou a campainha. Atenderam.
- Mandaram entregar isto aqui...- disse, titubeante, entregando ao porteiro um lindo pacote.
- AH...deve ser para o menino Morgan...deve ser da namorada - disse o porteiro uniformizado, que continuou falando: - Trabalha lá? perguntou, interessado.
- É...trabalho sim. arriscou, confusa.
Apressadamente, deixa o lugar. Na rua, pensa: - Que maluquice, a minha! No cartão deixei nome e endereço- sorriu e disse com seus botões: - Eu disse que era um seu amor... incógnito. Que loucura! E...se não houvesse rapaz nenhum? Bah! E dando de ombros- Teria batido em outra porta, dizendo que errara de endereço.
Ía pensando, enquanto voltava para casa. Suspirou...aliviada- Fiz o que tinha vontade de fazer, pô! Creio que não fiz nada de mal ou errado...
Estava às voltas com sua consciência. Analisava os seus gestos, seu comportamento de minutos antes se autocriticando: - Bem...agora já está feito! Vejamos no que vai dar.
Enquanto isso, na Mansão dos Morgan Wathson, onde Madá deixara o seu presente:- O porteiro toca a campainha do holl e entrega o embrulho ao mordomo, elegantemente vestido, com seus cabelos grisalhos bem acomodados sobre sua cabeça altiva. O mordomo Albert, sobe as escadas até o quarto do rapaz e chama:
- Menino Alex!
- Entre! A porta está aberta.
- É da parte de Clarice, menino Morgan. Acabaram de entregar - diz Albert, solícito.
- De Clarice? Não pode ser...A gente terminou tudo! Obrigado, Albert René, pode ir.
- Com licença. Albert René se afasta, fechando a porta atrás de si.
Alex Morgan, que relaxava, deitado com as mãos sob as nuca, senta-se na cama e curioso, abre o pacote, muito bem trabalhado, por sinal.
- Que bacana! Deixe-me ver o cartão...ahn...uhn...de um seu amor incógnito. E lia-se esta frase: "O verdadeiro amor é aquele não sabe dizer adeus"
- Gozado! - exclamou o rapaz, ansioso. - Quem será? Numa noite de Natal, sozinha, amando um homem que...mal conhece? Sim, deve me conhecer, nem que seja só de vista.
(Terceira parta, em breve...quem sabe...amanhã?)
...Entrou numa loja e comprou algo. Em seguida, saiu alegre, como se a ideia que tivera fosse sensacional. Passou por uma elegante Mansão, tocou a campainha. Atenderam.
- Mandaram entregar isto aqui...- disse, titubeante, entregando ao porteiro um lindo pacote.
- AH...deve ser para o menino Morgan...deve ser da namorada - disse o porteiro uniformizado, que continuou falando: - Trabalha lá? perguntou, interessado.
- É...trabalho sim. arriscou, confusa.
Apressadamente, deixa o lugar. Na rua, pensa: - Que maluquice, a minha! No cartão deixei nome e endereço- sorriu e disse com seus botões: - Eu disse que era um seu amor... incógnito. Que loucura! E...se não houvesse rapaz nenhum? Bah! E dando de ombros- Teria batido em outra porta, dizendo que errara de endereço.
Ía pensando, enquanto voltava para casa. Suspirou...aliviada- Fiz o que tinha vontade de fazer, pô! Creio que não fiz nada de mal ou errado...
Estava às voltas com sua consciência. Analisava os seus gestos, seu comportamento de minutos antes se autocriticando: - Bem...agora já está feito! Vejamos no que vai dar.
Enquanto isso, na Mansão dos Morgan Wathson, onde Madá deixara o seu presente:- O porteiro toca a campainha do holl e entrega o embrulho ao mordomo, elegantemente vestido, com seus cabelos grisalhos bem acomodados sobre sua cabeça altiva. O mordomo Albert, sobe as escadas até o quarto do rapaz e chama:
- Menino Alex!
- Entre! A porta está aberta.
- É da parte de Clarice, menino Morgan. Acabaram de entregar - diz Albert, solícito.
- De Clarice? Não pode ser...A gente terminou tudo! Obrigado, Albert René, pode ir.
- Com licença. Albert René se afasta, fechando a porta atrás de si.
Alex Morgan, que relaxava, deitado com as mãos sob as nuca, senta-se na cama e curioso, abre o pacote, muito bem trabalhado, por sinal.
- Que bacana! Deixe-me ver o cartão...ahn...uhn...de um seu amor incógnito. E lia-se esta frase: "O verdadeiro amor é aquele não sabe dizer adeus"
- Gozado! - exclamou o rapaz, ansioso. - Quem será? Numa noite de Natal, sozinha, amando um homem que...mal conhece? Sim, deve me conhecer, nem que seja só de vista.
(Terceira parta, em breve...quem sabe...amanhã?)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
UMA IDEIA LOUCA
(conto romântico extraido do meu livro:
CONTOS ROMÂNTICOS)
Rio de Janeiro.
Ela não gostava do próprio nome: Madalena. Por isso, gostava que a chamassem de Madá, apenas Madá.
Nada havia dado certo na vida de Madá. Lutara com unhas e dentes, esforçara-se muito até a exaustão, porém foi como se tudo houvesse parado em torno de si. Todos progrediram, ou haviam conseguido alcançar ou conquistar o almejado. Ela, não. Aos seus olhos, todos viviam a vida, ela, como diziam os antigos, "via com os olhos e labia com a testa", ficava "a ver navios"...Mera espectadora.
Madá ía amontoando decepções, fracassos, ía acululando em seu íntimo insatisfeito, desesperanças, esforços vãos. Ía vivendo uma vida apagada e muito sofrida. Seus lindos olhos azuis, nublados por uma insistente tristeza.
Fora criada por uma tia. Sua mãe era uma mulher da vida fácil. Cobria as despesas, ía vê-la de vez em quando. A tia Aurora fora quem realmente a criara. Dera duro!
Madá havia trilhado um caminho reto, dígno, honesto, mas parecia que tudo isso não bastara para que conquistasse seus sonhos, e seus esforços, quase sempre, davam em nada. Não conseguira concluir os estudos. Queria ser professora de Matemática e vivia sonhando que dava aulas...classe cheia, todos os olhos grudados nela, nesse momento, sentia-se importante. Quando acordava, percebia desiludida, que havia sido mais um sonho. Trabalhava como datilógrafa em um escritório de advocacia. Era sempre a mesma rotina: casa trabalho, trabalho casa. Às vezes, saía sozinha, dava um passeio pelo parque da Boa Vista, ou pelas ruas do centro velho do Rio, olhando vitrines. Às vezes, entrava na Igreja de Santo Antônio no Largo da Carioca, para rezar. Andava e pensava: - Que porcaria de vida! Será que nunca vou sair disso? Sempre a mesma coisa...essa insatisfação interior, essa falta do "acontecer"! Por que na minha vida nunca acontece nada? Nesses momentos, Madá chorava, depois enxugava rápido os olhos, para que ninguém notasse. Procurava respirar fundo e...e acabava sentindo-se melhor. Continuava conjecturando...- Se pelo menos eu tivesse pai! Talvez ele me ajudasse a sair deste sufoco...mas não tenho...nem sei quem é ele! Mamãe nunca diz, titia também não...droga! Acaba sempre voltando para casa, cada vez mais triste e solitária.
Era Natal. Na cidade muito movimento, muitas luzes, vitrines enfeitadas repletas de brinquedos e sugestões para presentes. Olhava através do vidro e pensava: - Tudo tão lindo! Tanta gente feliz, presenteando-se uns aos outros...cumprimentando-se. Como deve ser bom ter uma família reunida: pai, mãe, irmãos e... - continuava andando, ora olhando, ora caminhando...Derrepente, teve uma ideia maluca!
Aguardem a segunda parte...talvez...até amanhã, ok?
CONTOS ROMÂNTICOS)
Rio de Janeiro.
Ela não gostava do próprio nome: Madalena. Por isso, gostava que a chamassem de Madá, apenas Madá.
Nada havia dado certo na vida de Madá. Lutara com unhas e dentes, esforçara-se muito até a exaustão, porém foi como se tudo houvesse parado em torno de si. Todos progrediram, ou haviam conseguido alcançar ou conquistar o almejado. Ela, não. Aos seus olhos, todos viviam a vida, ela, como diziam os antigos, "via com os olhos e labia com a testa", ficava "a ver navios"...Mera espectadora.
Madá ía amontoando decepções, fracassos, ía acululando em seu íntimo insatisfeito, desesperanças, esforços vãos. Ía vivendo uma vida apagada e muito sofrida. Seus lindos olhos azuis, nublados por uma insistente tristeza.
Fora criada por uma tia. Sua mãe era uma mulher da vida fácil. Cobria as despesas, ía vê-la de vez em quando. A tia Aurora fora quem realmente a criara. Dera duro!
Madá havia trilhado um caminho reto, dígno, honesto, mas parecia que tudo isso não bastara para que conquistasse seus sonhos, e seus esforços, quase sempre, davam em nada. Não conseguira concluir os estudos. Queria ser professora de Matemática e vivia sonhando que dava aulas...classe cheia, todos os olhos grudados nela, nesse momento, sentia-se importante. Quando acordava, percebia desiludida, que havia sido mais um sonho. Trabalhava como datilógrafa em um escritório de advocacia. Era sempre a mesma rotina: casa trabalho, trabalho casa. Às vezes, saía sozinha, dava um passeio pelo parque da Boa Vista, ou pelas ruas do centro velho do Rio, olhando vitrines. Às vezes, entrava na Igreja de Santo Antônio no Largo da Carioca, para rezar. Andava e pensava: - Que porcaria de vida! Será que nunca vou sair disso? Sempre a mesma coisa...essa insatisfação interior, essa falta do "acontecer"! Por que na minha vida nunca acontece nada? Nesses momentos, Madá chorava, depois enxugava rápido os olhos, para que ninguém notasse. Procurava respirar fundo e...e acabava sentindo-se melhor. Continuava conjecturando...- Se pelo menos eu tivesse pai! Talvez ele me ajudasse a sair deste sufoco...mas não tenho...nem sei quem é ele! Mamãe nunca diz, titia também não...droga! Acaba sempre voltando para casa, cada vez mais triste e solitária.
Era Natal. Na cidade muito movimento, muitas luzes, vitrines enfeitadas repletas de brinquedos e sugestões para presentes. Olhava através do vidro e pensava: - Tudo tão lindo! Tanta gente feliz, presenteando-se uns aos outros...cumprimentando-se. Como deve ser bom ter uma família reunida: pai, mãe, irmãos e... - continuava andando, ora olhando, ora caminhando...Derrepente, teve uma ideia maluca!
Aguardem a segunda parte...talvez...até amanhã, ok?
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
A GRANDE BUSCA
CRÔNICA
2011. Final de ano. Esta crônica soa como um alerta para todos.
O mundo enlouqueceu! Dirigentes de nações produzindo guerras em nome do patriotismo; cegueira ante a fome e a miséria humanas, como solução; trabalho semi escravo em nome do progresso; execução em massa calando testemunho em nome da justiça e da paz social; legalização do aborto pelo controle da natalidade e densidade demográfica; sexo livre e explícito em nome do amor e do prazer; canibalismo rolando solto; assassinos matam e comem suas vítimas, como justificativa; insanos que sacrificam vidas em holocausto ao "demo". Como é que pode?
É espantoso! Execrável!
Neste caos social em que os princípios morais ruem fragorosa e vertiginosamente, o homem se debate oprimido pela violência, inseguro ante o não cumprimento das leis, ele se perde em desnorteios. Confuso, agarra-se a pequenas satisfações materiais, na aquisição de pequenos sonhos como: aquisição de um iate, uma mansão, um carro último tipo, práticas de orgias regadas a bebidas alcoólicas e drogas.
É o homem tentando alcançar o conforto e o prazer máximos que já não encontra na convivência sicial, numa sociedade tão agredida e espoliada no dia-a-dia.
Todavia, alcançados esses fugazes prazeres pelos quais, muitas vezes, ele briga até a morte, ou a perda total da sua liberdade, parte em busca de novos prazeres, perdendo-se desnorteios e fracassos. Assim, sucessivamente.
Dizem os psicólogos que esta sofreguidão e insatisfação humanas incorrem da costante e inconsciente busca do prazer e segurança vividos no útero materno.
Eu vou mais longe, mais além. Creio tratar-se da eterna busca do AMOR MAIOR, da grande VERDADE e LUZ, do grande e real CENTRO DE TUDO, do qual ele procede e para o qual ele voltará um dia: DEUS!
FELIZ ANO NOVO!
2011. Final de ano. Esta crônica soa como um alerta para todos.
O mundo enlouqueceu! Dirigentes de nações produzindo guerras em nome do patriotismo; cegueira ante a fome e a miséria humanas, como solução; trabalho semi escravo em nome do progresso; execução em massa calando testemunho em nome da justiça e da paz social; legalização do aborto pelo controle da natalidade e densidade demográfica; sexo livre e explícito em nome do amor e do prazer; canibalismo rolando solto; assassinos matam e comem suas vítimas, como justificativa; insanos que sacrificam vidas em holocausto ao "demo". Como é que pode?
É espantoso! Execrável!
Neste caos social em que os princípios morais ruem fragorosa e vertiginosamente, o homem se debate oprimido pela violência, inseguro ante o não cumprimento das leis, ele se perde em desnorteios. Confuso, agarra-se a pequenas satisfações materiais, na aquisição de pequenos sonhos como: aquisição de um iate, uma mansão, um carro último tipo, práticas de orgias regadas a bebidas alcoólicas e drogas.
É o homem tentando alcançar o conforto e o prazer máximos que já não encontra na convivência sicial, numa sociedade tão agredida e espoliada no dia-a-dia.
Todavia, alcançados esses fugazes prazeres pelos quais, muitas vezes, ele briga até a morte, ou a perda total da sua liberdade, parte em busca de novos prazeres, perdendo-se desnorteios e fracassos. Assim, sucessivamente.
Dizem os psicólogos que esta sofreguidão e insatisfação humanas incorrem da costante e inconsciente busca do prazer e segurança vividos no útero materno.
Eu vou mais longe, mais além. Creio tratar-se da eterna busca do AMOR MAIOR, da grande VERDADE e LUZ, do grande e real CENTRO DE TUDO, do qual ele procede e para o qual ele voltará um dia: DEUS!
FELIZ ANO NOVO!
sábado, 17 de dezembro de 2011
CHEIO DE NADA, VAZIO DE VOCÊ
(do meu livro FANTASIAS)
Sabe, resolvi te procurar!
Já não aguento , mais te amar
Em silêncio! Sem teus olhos
Poder fitar...
Sem tua boca poder beijar!
Já não aguento mais
Dominar os sentidos
E perder tanta ternura
No teu vazio!
Tantos anseios reprimidos...
Na minha solidão. Que frio!
Já não aguento mais
Viver de NADA!
Não guento mais
Querer AUSÊNCIA!
Já não aguento mais
ABANDONADA,
Carinhar SOLIDÃO!
E...sempre, em pensamento te amar!
Sinto-me forte agora,
Sim, vou-me embora.
Vou encher o NADA, de você...
Vou o VAZIO, de amar...
Vou tranformar o ABANDONO,
Com a tua PRESENÇA...
Vou, realmente,
O teu corpo ABRAÇAR...
E verdadeiramente te AMAR!
Sabe, resolvi te procurar!
Já não aguento , mais te amar
Em silêncio! Sem teus olhos
Poder fitar...
Sem tua boca poder beijar!
Já não aguento mais
Dominar os sentidos
E perder tanta ternura
No teu vazio!
Tantos anseios reprimidos...
Na minha solidão. Que frio!
Já não aguento mais
Viver de NADA!
Não guento mais
Querer AUSÊNCIA!
Já não aguento mais
ABANDONADA,
Carinhar SOLIDÃO!
E...sempre, em pensamento te amar!
Sinto-me forte agora,
Sim, vou-me embora.
Vou encher o NADA, de você...
Vou o VAZIO, de amar...
Vou tranformar o ABANDONO,
Com a tua PRESENÇA...
Vou, realmente,
O teu corpo ABRAÇAR...
E verdadeiramente te AMAR!
sábado, 10 de dezembro de 2011
ALGUÉM ROUBOU A CENA!
NATAL. Nascimento do MENINO DEUS, todos no mundo inteiro tem ciência deste fato. Uma data especial em que se homenageia a Sagrada Família. Todas as atenções se voltam para o AMOR MAIOR personificado em JESUS CRISTO, redentor e salvador dos pecadores. Os fiéis rezam e aguardam a Santa Missa do Natal. Enquanto isso alguém está nos jornais, na mídia em numerosas propagandas comerciais. Nos livros e jornais fala-se muito dele, tornando-o uma figura muito popular e querida das crianças. Personagem gerado por uma mente criativa, uma idéia que deu certo e conquistou milhões de adeptos em todo o mundo.
Que haja muita alegria, luzes, sinos que badalem e muita festa para o divino aniversariante, nos quatro cantos da Terra. Mas...para muitos, será o menino Jesus, santo aniversariante, o tão aguardado? Será!
Então...heis que surge um charmoso penetra, em um helicóptero, descendo num "chiquérrimo" shopping, ansiosamente aguardado por centenas de crianças acompanhadas por adultos, querendo tirar uma foto ao seu lado, esperando ganhar o belo e tão sonhado presente, chega aquele que roubaria a cena: PAPAI NOEL, o Bom Velhinho! Do mito para a realidade foi um passo e, ele conseguiu fazer parte das tradicionais festas natalinas e entrar para a história de quase todos os povos cristãos.
Só espero que ninguém se esqueça do verdadeiro aniversariante: o MININO JESUS e tenha a melhor e mais fervorosa acolhida no coração de todos!
FELIZ NATAL A TODOS!
Que haja muita alegria, luzes, sinos que badalem e muita festa para o divino aniversariante, nos quatro cantos da Terra. Mas...para muitos, será o menino Jesus, santo aniversariante, o tão aguardado? Será!
Então...heis que surge um charmoso penetra, em um helicóptero, descendo num "chiquérrimo" shopping, ansiosamente aguardado por centenas de crianças acompanhadas por adultos, querendo tirar uma foto ao seu lado, esperando ganhar o belo e tão sonhado presente, chega aquele que roubaria a cena: PAPAI NOEL, o Bom Velhinho! Do mito para a realidade foi um passo e, ele conseguiu fazer parte das tradicionais festas natalinas e entrar para a história de quase todos os povos cristãos.
Só espero que ninguém se esqueça do verdadeiro aniversariante: o MININO JESUS e tenha a melhor e mais fervorosa acolhida no coração de todos!
FELIZ NATAL A TODOS!
QUEM SOU EU?
Alguém que seguramente crê em Deus. Meu ego? Ilusões em baixa, realismo em alta. A primeira fui deixando pelo caminho que percorri até pouco tempo atrás; o segundo foi e é conseqüência de uma vida movida por turbulências, peripécias e obstáculos vencidos e a vencer. Tudo isso forneceu-me grande e valioso aprendizado. Hoje, com certeza, sou mais "pé no chão", mais "maliciosa" por assim dizer. Sou mais seletiva em todas as áreas: conhecimento, pesquisa, artes: pintura, música, literatura; negócios, amizade e no amor. Sou movida pelos sentimentos: tudo pelo bem. Se pratico o bem estou feliz. Com os humildes, sou tolerante e complacente, para com os orgulhosos e prepotentes, não tenho paciência, vou logo cortando baixo e categoricamente. Entretanto , sou definitivamente contra a violência seja atos ou palavras, contra a prepotência do totalitarismo e o aborto. Aprecio uma boa e construtiva conversa mas detesto as "fofocas", conversas sobre a vida dos outros, modismos, etiquetas e piadas de mau gosto. O que acho difícil? Conviver. Apoio aquele ditado que diz: VIVER É UM DOM, CONVIVER É UMA ARTE. Como é difícil! Entretanto, o que mais me apraz é ouvir o outro, e sugerir soluções se for o caso. Estou sempre em busca do conhecimento produtivo e valioso que resolva os muitos problemas da humanidade. Gosto de rir, não reclamo e não sou de desistir facilmente, se tenho certeza do que quero e onde devo chegar mas. Se desconheço determinado assunto, não tenho acanhamento em dizê-lo; se necessito algo, não tenho vergonha de pedir.O que mais me irrita? O aviltamento do amor, a ausência do pudor, do respeito, a imoralidade desenfreada, birra, teimosia e pessoas sem "semancol"- aquelas que a gente fala, fala e elas nem se importam, não ficam vermelha nem mudam seu comportamento. Que atitudes mais me maltratam? Drogas, traição e o abandono. O que mais me encanta? A natureza, o sorriso de uma criança, uma boa música interpretada por uma bela voz. O que mais me preocupa? As crianças e seu futuro nas mãos de adultos violentos. Ambição? Tenho, quem não a tem?. Contudo, jamais, lançaria mão de meios ilícitos para obter o que desejo, o que é do outro, nem uma agulha me interessaria. Objetivos? Tenho: Fazer alguma coisa pela humanidade; infundir nos corações rebeldes e vingativos o amor pela PAZ. Rancor, não tenho, não sou vingativa, se bem que me magôo com facilidade, reconheço mas, acabo perdoando. Perdão, sentimento que nos lava a alma e nos torna mais próximos de Deus. O perdão só existe no Verdadeiro AMOR e só este AMOR é o nosso passaporte para a Eternidade.
E é, só neste momento, que conheceremos a verdadeira felicidade, tudo o mais é mera ILUSÃO! Teotônia.19-10-2009.
E é, só neste momento, que conheceremos a verdadeira felicidade, tudo o mais é mera ILUSÃO! Teotônia.19-10-2009.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
ESPERA
(este é um acróstico)
Perdido aí pelos caminhos da vida...
Entre o passado e o futuro
De sonhos vai vivendo, sem guarida.
Reergue-se das quedas, planta ilusão...
O sonho guardando dentro do coração.
(estas duas estrofes
abaixo são independentes)
SABES?
Sabes, tenho um grande segredo:
E sabes qual é, minha querida?
Ah...meu amor, é esse grande medo
De um dia, perder-te nesta vida!
ÉS
És como o sol que, morno, chega na madrugada...
Como a lua prateada que surge ao entadecer,
Revelando-me o romance, a poesia decantada,
Enchendo de brilhante luz a alegria do meu viver.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
ORIGEM DO PENSAMENTO - FINAL
PARE E PENSE
Memorizando racionalmente formavam-se as LEMBRAÇAS.
O homem sentia-se outro, contente, feliz. Deu-se início a outro tipo de vida: A VIDA EM SOCIEDADE. Assim, surgiu a ESCRITA. A ERA da MÍMICA, já era!
E...todos se entenderam numa verdadeira comunhão, movidos pelo mesmo sentimento COMUNITÁRIO.
A.A.A.A.AH!...
Porém esse processo pode ter levado milênios para que acontecesse! Pode crer.
Memorizando racionalmente formavam-se as LEMBRAÇAS.
O homem sentia-se outro, contente, feliz. Deu-se início a outro tipo de vida: A VIDA EM SOCIEDADE. Assim, surgiu a ESCRITA. A ERA da MÍMICA, já era!
E...todos se entenderam numa verdadeira comunhão, movidos pelo mesmo sentimento COMUNITÁRIO.
A.A.A.A.AH!...
Porém esse processo pode ter levado milênios para que acontecesse! Pode crer.
ORIGEM DO PENSAMENTO
PERE E PENSE
Entre todos os animais, o homem é o único pensante.
Como se dá essa maravilha? Onde se origina o pensamento? No cérebro, na psique, na alma? Como se poderia pensar antes do conhecimento? E a capaciade de condicionamento, de memorizar? Qual ou quais destes elementos alavancou ou alavancaram esta histórica corrida do homem rumo ao conhecimento?
Eu, penso tratar-se de um trabalho conjunto desses elementos. Ao seu tempo, cada um exerceu sua função.
A Ciência ainda não tem uma resposta satisfatória a essa pergunta. Dizem os cientistas: é um MISTÉRIO!
Eu cá, tenho minha ideias...malucas talvez mas...se penso, pode ser possível! Fico a cismar...
Em que órgão e quando origina-se o pensamento? Lembra-me aquela velha questão: quem veio primeiro: o ovo ou a galinha? Esta é fácil, sem a galinha não haveria ovo. Simples assim. Entretanto no corpo humano as coisas são mais complexas. Imagina-se que o pensamento se origina no cérebro. Será? O pensamento é de natureza subjetiva, imaterial. Pensar é anterior ao subconsciente, à memória, uma vez que são da responsabilidae do cérebro, de natureza material. A capacidade de pensar poderá ser advinda do CRIADOR, fundida à ALMA que nos foi traduzida como o SOPRO DA VIDA? Por que não. Faz sentido. Há uma corrente científica afirmando que o cérebro comanda o corpo. De minha parte, aprovo a corrente a qual afirma que a psique comanda o cérebro. Digo isso porque faço ANÁLISE GRAFOLÓGICA cujos resultados advêm da atuação do psíquico sobre o sistama motor que aparecem na grafia. Todavia, haveria como falar antes de conhecer, de pensar? Como explicar a fala antes disso? A fala resulta da emissão de sons através da boca, resultado da vibração das cordas vocais quando tocadas pelo ar que inspiramos. Eles são representados por símbolos denominados LETRAS, por meio das quais, os homens tentaram expressar seus sentimentos, não antes de nomearem os objetos, coisas ou seres. Porém esses símbolos isolados não faziam sentido e não conseguiam se entender. Alguém teve de trazer para fora de suas cabeças os sentimentos que são imaterias para materiorizá-los através de sons articulados. Assim, nascia a FALA. Em sequência, conseguiu representar os sons por meio de síbolos gráficos que foram nomeados LETRAS. Ainda assim, não conseguiam expressar seus sentimentos. Tentou ordenar as letras em grupos que chamou de SÍLABAS. Agrupando-as em seguida, denominou-as PALAVRAS. Mais tarde, foram ordenadas de forma sistemática, construindo-se a FRASE ou ORAÇÃO que corresponde a um pensamento por inteiro(completo e compreesível). Surgia assim, a grafia ou linguagem ESCRITA.
Todo esse processo deverá ocorrer entre dois e três anos de vida. Só então o homem começa a formar pensamentos. Este meu parecer, encontrei o famoso Pensador, Advogado e Médico Russo Vygotsky Lev Semenovich- l991, PENSAMENTO E LINGUAGEM, que diz algo parecido com o meu modo de ver essa questão.
Agora, capacitado para formar seus pensamentos o homem pode se expressar, fazer-se entender, pode finalmente, comandar seu corpo através de impulsos que resultaram nos movimentos voluntários. Apenas e a partir desse fato é que a memória-nominal passou a se formar, conhecida como faculdade racional. Ele já podia pensar, falar, escrever e memorizar.
Entre todos os animais, o homem é o único pensante.
Como se dá essa maravilha? Onde se origina o pensamento? No cérebro, na psique, na alma? Como se poderia pensar antes do conhecimento? E a capaciade de condicionamento, de memorizar? Qual ou quais destes elementos alavancou ou alavancaram esta histórica corrida do homem rumo ao conhecimento?
Eu, penso tratar-se de um trabalho conjunto desses elementos. Ao seu tempo, cada um exerceu sua função.
A Ciência ainda não tem uma resposta satisfatória a essa pergunta. Dizem os cientistas: é um MISTÉRIO!
Eu cá, tenho minha ideias...malucas talvez mas...se penso, pode ser possível! Fico a cismar...
Em que órgão e quando origina-se o pensamento? Lembra-me aquela velha questão: quem veio primeiro: o ovo ou a galinha? Esta é fácil, sem a galinha não haveria ovo. Simples assim. Entretanto no corpo humano as coisas são mais complexas. Imagina-se que o pensamento se origina no cérebro. Será? O pensamento é de natureza subjetiva, imaterial. Pensar é anterior ao subconsciente, à memória, uma vez que são da responsabilidae do cérebro, de natureza material. A capacidade de pensar poderá ser advinda do CRIADOR, fundida à ALMA que nos foi traduzida como o SOPRO DA VIDA? Por que não. Faz sentido. Há uma corrente científica afirmando que o cérebro comanda o corpo. De minha parte, aprovo a corrente a qual afirma que a psique comanda o cérebro. Digo isso porque faço ANÁLISE GRAFOLÓGICA cujos resultados advêm da atuação do psíquico sobre o sistama motor que aparecem na grafia. Todavia, haveria como falar antes de conhecer, de pensar? Como explicar a fala antes disso? A fala resulta da emissão de sons através da boca, resultado da vibração das cordas vocais quando tocadas pelo ar que inspiramos. Eles são representados por símbolos denominados LETRAS, por meio das quais, os homens tentaram expressar seus sentimentos, não antes de nomearem os objetos, coisas ou seres. Porém esses símbolos isolados não faziam sentido e não conseguiam se entender. Alguém teve de trazer para fora de suas cabeças os sentimentos que são imaterias para materiorizá-los através de sons articulados. Assim, nascia a FALA. Em sequência, conseguiu representar os sons por meio de síbolos gráficos que foram nomeados LETRAS. Ainda assim, não conseguiam expressar seus sentimentos. Tentou ordenar as letras em grupos que chamou de SÍLABAS. Agrupando-as em seguida, denominou-as PALAVRAS. Mais tarde, foram ordenadas de forma sistemática, construindo-se a FRASE ou ORAÇÃO que corresponde a um pensamento por inteiro(completo e compreesível). Surgia assim, a grafia ou linguagem ESCRITA.
Todo esse processo deverá ocorrer entre dois e três anos de vida. Só então o homem começa a formar pensamentos. Este meu parecer, encontrei o famoso Pensador, Advogado e Médico Russo Vygotsky Lev Semenovich- l991, PENSAMENTO E LINGUAGEM, que diz algo parecido com o meu modo de ver essa questão.
Agora, capacitado para formar seus pensamentos o homem pode se expressar, fazer-se entender, pode finalmente, comandar seu corpo através de impulsos que resultaram nos movimentos voluntários. Apenas e a partir desse fato é que a memória-nominal passou a se formar, conhecida como faculdade racional. Ele já podia pensar, falar, escrever e memorizar.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
QUESTIONANDO
SINTO PRAZER EM QUESTIONAR
Exercerá a areia movediça atração sobre o homem?
Alguém estará disposto a construir seus sonhos sobre ela?
E a segurança pessoal, onde fica?
Esta insegurança dará, com certeza, origem ao medo
e o medo impossibilitará a realização de qualquer projeto.
ESTRELA DE PRATA - 03/05/2009
Exercerá a areia movediça atração sobre o homem?
Alguém estará disposto a construir seus sonhos sobre ela?
E a segurança pessoal, onde fica?
Esta insegurança dará, com certeza, origem ao medo
e o medo impossibilitará a realização de qualquer projeto.
ESTRELA DE PRATA - 03/05/2009
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O FANTASMA FAJUTO
(extraido do meu livro:
FATOS E NÃO BOATOS
Medeiros, pacato vilarejo construido no alto de uma serra no oeste de Minas Gerais, de clima ameno, acolhia cidadãos simples mas felizes. Lugar onde se podia deixar portas e janelas abertas dia e noite sem que acontcesse nunhum fato desagradável, inesperado e violento. Todos se conheciam e viviam em paz. Se alguém, fora de hora, batesse na porta do outro, podia-se saber que se tratava de um amigo precisando de um favor emergencial ou ajuda.
Mas, um fato estranho estava deixando alguns cidadãos assustados: um fantasma. Tratava-se de um fantasma que andava assustando cavaleiros que estivessem se dirigindo a Bambui, cidade próxima, seis léguas de Medeiros. O local onde ele aparecia assustando a uns e assombrando a outros que acreditavam na sua existência, era logo após a ponte sobre o riacho que passava pela fazenda ÔLHO D´ÁGUA distante de Bambui uma hora a cavalo.
À noite, logo após a ponte havia um aclive na estrada de terra e cascalho , ladeada por arbustos e pequenas árvores de cerrado. Era nesse ponto que o fantasma aparecia assustando cavaleiros solitários e arrancando arrepios naqueles que acrefditavam. Erguendo-se de supetão e soltando o tão famoso: Ô.Ô.Ô.Ô.ÔH!...Sacudia os braços sob aquela coisa branca - lembrando um lençol - brandia-os e pulando diante do cavalo que impinava sobre as patas traseiras quase derrubando o cavaleiro amedrontado. Alguns davam meia volta e regressavam a Medeiros, outros com esforço, conseguiam fazer o cavalo retomar o trote e depois, saia em desabrido galope até Bambui, sem olhar para trás!
Um dia, Honório José Teotônio, fazendeiro daquela redondeza e cidadão medeirense, homem de fé, ao ouvir a história sobre o fantasma, claro, não acreditou. Reunido com seus irmãos, um belo dia, desse a Antônio Flor, José e Antão que iria conferir a veracidade daquela história. Vitalino, outro seu irmão que residia numa região chamada Gurita, não estava presente. Honório recomendou:
- Não contem a ninguém esta minha decisão. Quero fazer uma surpresa para o tal fantasma, certo? Vou até a ponte da Gurita para ver de perto com meus próprios olhos o tal fantasma.
- Tem medo, não? emendou, José.
- Medo? Como, se não acredito?
Honório, seguro de si, Antão, inseguro e os outros dois entre uma sensação e outra, olhavam para ele sem saberem o que dizer. Mas concordaram em guardar segredo, como Honório havia pedido. A conversa parou por ali. Honório veste seu chapéu e sai. Ele não desistira da idéia e logo a poria em prática. Meio que sorrindo, volta-se para os irmãos a assegura:
- Quando encontrá-lo...quero dar-lhe um belo tiro no seu traseiro fantasmagórico! Os irmãos, claro, não acharam graça nenhuma, apenas diriguram-lhe olhares de medo e espanto.
Honório prepara tudo, arreaia o cavalo, coloca sua espingarda pendurada na cabeça do arreio, reza o Credo, um Pai Nosso, persigna-se e toca o cavalo em direção à Gurita.
- Se o tal fantasma existe mesmo, vou encontrá-lo! pensou com seus botões.
Era quase meia noite, ao aproximar-se do local, podia-se ver a cerca que fazia a divisa da fazenda Ôlho D'Água. Segurou firme as rédeas e o cavalo reduziu o trote. Observa ambos os lados da estrada sob os raios da lua pra ver se divisava a figura fantasmagórica. Que nada! Quando acabava de passar pela ponte de madeira e ganhava novamente a estrada, do lado direito e de entre os arbustos, surgiu o fantasma. Erguendo os braços, pulava e gritava:
- Ô.Ô.Ô.Ô.ÔH!!!...O cavalo parou derrepente, relinchou e empacou. Honório então gritou:
- Ê.Ê.Ê.Ê.ÊH...seu fantasma fajuto, vou da um tiro nessa sua cabeça grande...e depois...outro no seu belo traseiro branco! Honório jogava verde para colher maduro. Precisava de tempo.Tirou a espingarda da capa que pendia do lado direito da cabeça do arreio, armou e apontou - claro que não tinha intenção de atirar uma vez que não acreditava em fantasmas - devia haver alguém se fazendo passar por um. Precisava ter cuidado....muito cuidado! voltou a inssistir:
- Então...fantasma...fantasma não morre mesmo, né? Então...lá vai...faça bom proveito!
O fantasma parou de pular e apressou-se em esclarecer:
- Para, compadre...não atira! Sou eu, Vitalino.
Vitalino era irmão ausente no dia da reunião que residia na fazenda ÔLHO D'ÁGUA, ali mesmo onde ele, colocando um lençol branco sobre a cabeça, pulando, gesticulando e gritando: Ô.Ô.Ô.Ô.ÔH! brincava de assustar sa todos que por ali passassem à noite. Aquela brincadeira bem poderia tê-lo levado à morte, não fosse a perspicácia de Honório.
Porém, Honório, homem justo e de fé, não acreditara naquela história
FATOS E NÃO BOATOS
Medeiros, pacato vilarejo construido no alto de uma serra no oeste de Minas Gerais, de clima ameno, acolhia cidadãos simples mas felizes. Lugar onde se podia deixar portas e janelas abertas dia e noite sem que acontcesse nunhum fato desagradável, inesperado e violento. Todos se conheciam e viviam em paz. Se alguém, fora de hora, batesse na porta do outro, podia-se saber que se tratava de um amigo precisando de um favor emergencial ou ajuda.
Mas, um fato estranho estava deixando alguns cidadãos assustados: um fantasma. Tratava-se de um fantasma que andava assustando cavaleiros que estivessem se dirigindo a Bambui, cidade próxima, seis léguas de Medeiros. O local onde ele aparecia assustando a uns e assombrando a outros que acreditavam na sua existência, era logo após a ponte sobre o riacho que passava pela fazenda ÔLHO D´ÁGUA distante de Bambui uma hora a cavalo.
À noite, logo após a ponte havia um aclive na estrada de terra e cascalho , ladeada por arbustos e pequenas árvores de cerrado. Era nesse ponto que o fantasma aparecia assustando cavaleiros solitários e arrancando arrepios naqueles que acrefditavam. Erguendo-se de supetão e soltando o tão famoso: Ô.Ô.Ô.Ô.ÔH!...Sacudia os braços sob aquela coisa branca - lembrando um lençol - brandia-os e pulando diante do cavalo que impinava sobre as patas traseiras quase derrubando o cavaleiro amedrontado. Alguns davam meia volta e regressavam a Medeiros, outros com esforço, conseguiam fazer o cavalo retomar o trote e depois, saia em desabrido galope até Bambui, sem olhar para trás!
Um dia, Honório José Teotônio, fazendeiro daquela redondeza e cidadão medeirense, homem de fé, ao ouvir a história sobre o fantasma, claro, não acreditou. Reunido com seus irmãos, um belo dia, desse a Antônio Flor, José e Antão que iria conferir a veracidade daquela história. Vitalino, outro seu irmão que residia numa região chamada Gurita, não estava presente. Honório recomendou:
- Não contem a ninguém esta minha decisão. Quero fazer uma surpresa para o tal fantasma, certo? Vou até a ponte da Gurita para ver de perto com meus próprios olhos o tal fantasma.
- Tem medo, não? emendou, José.
- Medo? Como, se não acredito?
Honório, seguro de si, Antão, inseguro e os outros dois entre uma sensação e outra, olhavam para ele sem saberem o que dizer. Mas concordaram em guardar segredo, como Honório havia pedido. A conversa parou por ali. Honório veste seu chapéu e sai. Ele não desistira da idéia e logo a poria em prática. Meio que sorrindo, volta-se para os irmãos a assegura:
- Quando encontrá-lo...quero dar-lhe um belo tiro no seu traseiro fantasmagórico! Os irmãos, claro, não acharam graça nenhuma, apenas diriguram-lhe olhares de medo e espanto.
Honório prepara tudo, arreaia o cavalo, coloca sua espingarda pendurada na cabeça do arreio, reza o Credo, um Pai Nosso, persigna-se e toca o cavalo em direção à Gurita.
- Se o tal fantasma existe mesmo, vou encontrá-lo! pensou com seus botões.
Era quase meia noite, ao aproximar-se do local, podia-se ver a cerca que fazia a divisa da fazenda Ôlho D'Água. Segurou firme as rédeas e o cavalo reduziu o trote. Observa ambos os lados da estrada sob os raios da lua pra ver se divisava a figura fantasmagórica. Que nada! Quando acabava de passar pela ponte de madeira e ganhava novamente a estrada, do lado direito e de entre os arbustos, surgiu o fantasma. Erguendo os braços, pulava e gritava:
- Ô.Ô.Ô.Ô.ÔH!!!...O cavalo parou derrepente, relinchou e empacou. Honório então gritou:
- Ê.Ê.Ê.Ê.ÊH...seu fantasma fajuto, vou da um tiro nessa sua cabeça grande...e depois...outro no seu belo traseiro branco! Honório jogava verde para colher maduro. Precisava de tempo.Tirou a espingarda da capa que pendia do lado direito da cabeça do arreio, armou e apontou - claro que não tinha intenção de atirar uma vez que não acreditava em fantasmas - devia haver alguém se fazendo passar por um. Precisava ter cuidado....muito cuidado! voltou a inssistir:
- Então...fantasma...fantasma não morre mesmo, né? Então...lá vai...faça bom proveito!
O fantasma parou de pular e apressou-se em esclarecer:
- Para, compadre...não atira! Sou eu, Vitalino.
Vitalino era irmão ausente no dia da reunião que residia na fazenda ÔLHO D'ÁGUA, ali mesmo onde ele, colocando um lençol branco sobre a cabeça, pulando, gesticulando e gritando: Ô.Ô.Ô.Ô.ÔH! brincava de assustar sa todos que por ali passassem à noite. Aquela brincadeira bem poderia tê-lo levado à morte, não fosse a perspicácia de Honório.
Porém, Honório, homem justo e de fé, não acreditara naquela história
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
BULLYING
O TERRÍVEL BULLYING
Palavra em destaque na mídia, abrangendo todos os meios sociais, impedindo um harmonioso relacionamento entre protagonista e ofendido. Tanto adultos como crianças podem ser vítimas deste nefando comportamento. Ele atua grandemente nas escolas, clubs, no ambiente de trabalho, nas ruas e nos lares. Esta palavra carrega em si uma gama de tristes significados, ainda assim muito utilizada pelas pessoas de mau carater. Pessoas essas que gostam de ofender, debochar, com o intuito de humilhar, ridicularizar a outrem. Esta palavra aparentemente bonita da lingua inglesa "BULLYING", está "bombando", arrasando entre os jovens! Por que isso acontece?
Entretanto chamo a atenção para o que ela pode acarretar. Essa palavra traduz atitudes que causam à psique, efeitos imediatos e graves sequelas na mente, no coração humanos! Pode arrasar mais que um tsunami e destruir mais que um terremoto grau 7 na escala Richter!
É comum, hoje, vermos crianças, adolescentes e adultos sofrendo bullying, ataques induzidos pelo orgulho, egoismo, traduzindo EGOS vazios, impondo-se sobre um ID frágil, com baixa autoestima. Baixa autoestima, muitas vezes, originada na infância e destilada impiedosamente, por membros da própria família. É isso mesmo! Não só os pais mas também familiares e cuidadores(babás), que geralmente se intrometem, mandando uma saraivada de impropérios inadequados para o cérebro em formação das pobres crianças indefesas. Elas não podem se defender, mas ouvem e gravam tudo! Já imaginaram, no futuro, como será o comportamento delas? Claro que, uma vez comprometidos seus cérebros e a psique durante sua infância e adelescência, poderão se revelar jovens problemáticos!
Como diz a Psicologia infantil: criança feliz, adulto equilibrado. Até os três anos de idade, o melhor para a criança é vivenciar o amor em família, educar-se brincando, socializando-se sob o olhar amoroso dos pais, principalmente. No Japão adota-se largamente este método. Entretanto não é isso que vemos por aí, em muitos lares: xingamentos, espancamentos, ameaças, constrangimentos em público, humilhações, violência de todo tipo! Burro, malandro, imbecil, cafajeste, safado, chato e etc.,é o que mais se ouve e vê: pais e cuidadores valendo-se do bullying para alcançar seus objetivos.
A Ciência afirma que, palavras proferidas com vigor excessivo e constância acabam por convencer a criança de que o seu sentido(das palavras) é verdadeiro, ainda mais ditas e repetidas por vezes incontáveis pelos responsáveis. As crianças acabam acreditando nessa "falsa verdade". Na adolescência, período difícil, transição da segunda infância para a adolescência, em que o jovem não se sente mais criança, nem adulto, normalmente ele se sente um "ninguérm", às vezes, falta-lhe o chão! Período dramático para a sua psique e muitos, nessa fase, suicidam ou pensam em! Então, quando seu filho, na escola ou na rua sofre o tal bullying, os pais ficam furiosos, chegam mesmo a procurar a Justiça. PODE?
O bullying não é moeda só de estranho, pode estar próxima de nós mais do que imaginamos. Não se educa utilizando-se dele, não se mata só com armas, com palavras tamém se mata! E bullying é uma delas. As pessoas que sofrem bullying, podem não morrer pelo corpo, mas seus corações, por certo, ficam em pedaços e os seus cérebros traumatizados!
Palavra em destaque na mídia, abrangendo todos os meios sociais, impedindo um harmonioso relacionamento entre protagonista e ofendido. Tanto adultos como crianças podem ser vítimas deste nefando comportamento. Ele atua grandemente nas escolas, clubs, no ambiente de trabalho, nas ruas e nos lares. Esta palavra carrega em si uma gama de tristes significados, ainda assim muito utilizada pelas pessoas de mau carater. Pessoas essas que gostam de ofender, debochar, com o intuito de humilhar, ridicularizar a outrem. Esta palavra aparentemente bonita da lingua inglesa "BULLYING", está "bombando", arrasando entre os jovens! Por que isso acontece?
Entretanto chamo a atenção para o que ela pode acarretar. Essa palavra traduz atitudes que causam à psique, efeitos imediatos e graves sequelas na mente, no coração humanos! Pode arrasar mais que um tsunami e destruir mais que um terremoto grau 7 na escala Richter!
É comum, hoje, vermos crianças, adolescentes e adultos sofrendo bullying, ataques induzidos pelo orgulho, egoismo, traduzindo EGOS vazios, impondo-se sobre um ID frágil, com baixa autoestima. Baixa autoestima, muitas vezes, originada na infância e destilada impiedosamente, por membros da própria família. É isso mesmo! Não só os pais mas também familiares e cuidadores(babás), que geralmente se intrometem, mandando uma saraivada de impropérios inadequados para o cérebro em formação das pobres crianças indefesas. Elas não podem se defender, mas ouvem e gravam tudo! Já imaginaram, no futuro, como será o comportamento delas? Claro que, uma vez comprometidos seus cérebros e a psique durante sua infância e adelescência, poderão se revelar jovens problemáticos!
Como diz a Psicologia infantil: criança feliz, adulto equilibrado. Até os três anos de idade, o melhor para a criança é vivenciar o amor em família, educar-se brincando, socializando-se sob o olhar amoroso dos pais, principalmente. No Japão adota-se largamente este método. Entretanto não é isso que vemos por aí, em muitos lares: xingamentos, espancamentos, ameaças, constrangimentos em público, humilhações, violência de todo tipo! Burro, malandro, imbecil, cafajeste, safado, chato e etc.,é o que mais se ouve e vê: pais e cuidadores valendo-se do bullying para alcançar seus objetivos.
A Ciência afirma que, palavras proferidas com vigor excessivo e constância acabam por convencer a criança de que o seu sentido(das palavras) é verdadeiro, ainda mais ditas e repetidas por vezes incontáveis pelos responsáveis. As crianças acabam acreditando nessa "falsa verdade". Na adolescência, período difícil, transição da segunda infância para a adolescência, em que o jovem não se sente mais criança, nem adulto, normalmente ele se sente um "ninguérm", às vezes, falta-lhe o chão! Período dramático para a sua psique e muitos, nessa fase, suicidam ou pensam em! Então, quando seu filho, na escola ou na rua sofre o tal bullying, os pais ficam furiosos, chegam mesmo a procurar a Justiça. PODE?
O bullying não é moeda só de estranho, pode estar próxima de nós mais do que imaginamos. Não se educa utilizando-se dele, não se mata só com armas, com palavras tamém se mata! E bullying é uma delas. As pessoas que sofrem bullying, podem não morrer pelo corpo, mas seus corações, por certo, ficam em pedaços e os seus cérebros traumatizados!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
TROVAS
Hoje, vou postar trovas de outros autores,
como numa espécie de homenagem a eles.
A VIDA EM TROVAS
A vida é pobre de abraços,
mas nem os próprios ateus,
conseguem fugir dos laços
do imenso abraço de Deus. (Jamyr da Silva Malafaia)
As árvores são sagradas,
são um milagre da vida;
no entanto, são derrubadas
pela ambição desmedida. (Marina Valente)
Quem vive só nesta vida,
é como a árvore sem flor;
é uma existência fingida
um mal que só causa dor. (Joana de Lauro)
como numa espécie de homenagem a eles.
A VIDA EM TROVAS
A vida é pobre de abraços,
mas nem os próprios ateus,
conseguem fugir dos laços
do imenso abraço de Deus. (Jamyr da Silva Malafaia)
As árvores são sagradas,
são um milagre da vida;
no entanto, são derrubadas
pela ambição desmedida. (Marina Valente)
Quem vive só nesta vida,
é como a árvore sem flor;
é uma existência fingida
um mal que só causa dor. (Joana de Lauro)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
TRISTEZA DO QUE FICA
Extraido do meu livro:
SEM HORIZONTES)
Em sonhos...meu coração
Fogoso, voava, voava...
E...ansioso te buscava!
Muito, muito te procurou...
Na terra da fantasia,
Teu sorriso encontrou
E vibrou de alegria!
Por que? Não sei dizer
Ao certo, o que mais o impressionou:
Se o sorriso que te traduzia...
Se o teu olhar que te conduzia...
Ou se tua voz, quando me falou.
Como que, perdido, fiquei.
Olhando o teu rosto, não sei...
Vi estrelas dentro de mim, o sol...
O colorido do cálido arrebol!
Ouvi cantar de pássaros
Nos meus ouvidos...
O murmurar de sonhos adormecidos!
Entretanto...foi um instante
Fugaz! Tua figura radiante,
Em brumas de tristeza, envolvida...
Com a dureza da despedida,
Do encantamento me despertou,
Que naquele momento me envolvia!
Vi, trístonha, afastar-te de mim...
Com a indiferença de quem ía...
Para com a trsteza do que ficou!
SEM HORIZONTES)
Em sonhos...meu coração
Fogoso, voava, voava...
E...ansioso te buscava!
Muito, muito te procurou...
Na terra da fantasia,
Teu sorriso encontrou
E vibrou de alegria!
Por que? Não sei dizer
Ao certo, o que mais o impressionou:
Se o sorriso que te traduzia...
Se o teu olhar que te conduzia...
Ou se tua voz, quando me falou.
Como que, perdido, fiquei.
Olhando o teu rosto, não sei...
Vi estrelas dentro de mim, o sol...
O colorido do cálido arrebol!
Ouvi cantar de pássaros
Nos meus ouvidos...
O murmurar de sonhos adormecidos!
Entretanto...foi um instante
Fugaz! Tua figura radiante,
Em brumas de tristeza, envolvida...
Com a dureza da despedida,
Do encantamento me despertou,
Que naquele momento me envolvia!
Vi, trístonha, afastar-te de mim...
Com a indiferença de quem ía...
Para com a trsteza do que ficou!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
MEU AMOR, MEU CARRASCO
(soneto extraido do meu livro:
SEM HORIZONTES
Vamos, desce sobre mim teu braço implacável!
Dá o rude golpe letal a esse coração!
Anda, destila o teu ódio inexgotável
E acaba de vez, com essa cruxifixão!
Bebe o sangue, que da ferida jorra,
Sacia pois, nele, a tua ferina vaidade!
Alimenta o teu machismo, em desforra
E amplia mais e mais, a tua insana leviandade!
Mas se tudo isso, não te bastar,
Podes, no chão, esse meu coração, agonizante,
Num tresloucado ritual, pisotear!
Se a ti te satisfaz, o meu sofrimento,
Ou, se ainda bem pode curar-te, a minha morte,
Mata-me! Não, não hesita um só momento!
SEM HORIZONTES
Vamos, desce sobre mim teu braço implacável!
Dá o rude golpe letal a esse coração!
Anda, destila o teu ódio inexgotável
E acaba de vez, com essa cruxifixão!
Bebe o sangue, que da ferida jorra,
Sacia pois, nele, a tua ferina vaidade!
Alimenta o teu machismo, em desforra
E amplia mais e mais, a tua insana leviandade!
Mas se tudo isso, não te bastar,
Podes, no chão, esse meu coração, agonizante,
Num tresloucado ritual, pisotear!
Se a ti te satisfaz, o meu sofrimento,
Ou, se ainda bem pode curar-te, a minha morte,
Mata-me! Não, não hesita um só momento!
QUEM RESPONDE 3?
(Crônica: QUEM RESPONDE?
parte 3)
Deve ser alguém, com a policromia deslumbrante do arco-íris!
Com a multiforça arrebatadora dos deuses!
Com a polimorfia incondicional das almas!
Com a grandiosidade universal dos sábios!
Com o mistério e a magia do pensamento
E "plus belle que tout fleurs du mond'!
Não seria ela, ainda assim, pequena, para as minhas aspirações, ou meu EGO pequeno demais, para receber tão fantástica criatura?!
Então...onde está a falha?
No desconhecimento do que procuro, ou no meu modo de enxergar a mulher? Agora...me vem a dúvida: já não teria ela, passado por mim?!
parte 3)
Deve ser alguém, com a policromia deslumbrante do arco-íris!
Com a multiforça arrebatadora dos deuses!
Com a polimorfia incondicional das almas!
Com a grandiosidade universal dos sábios!
Com o mistério e a magia do pensamento
E "plus belle que tout fleurs du mond'!
Não seria ela, ainda assim, pequena, para as minhas aspirações, ou meu EGO pequeno demais, para receber tão fantástica criatura?!
Então...onde está a falha?
No desconhecimento do que procuro, ou no meu modo de enxergar a mulher? Agora...me vem a dúvida: já não teria ela, passado por mim?!
sábado, 19 de novembro de 2011
INOCÊNCIA CARENTE
(acróstico homenageando um famoso
radialista da Rádio Globo do
Rio de Janeiro - 1981)
INOCÊNCIA CARENTE
Gatinhando pelo chão "batido" da casa mal cuidada,
Inocente criança, sujinha, quase nua, magrinha!
Lindos olhinhos tristes. Alheia e descuidada,
Batia nos cabelinhos despenteados, a sebosa mãozinha.
Entrei. Ela, sentou-se no meio da sala, repentinamente!
Remexendo a sujeira do seu arrebitado narizinho!...
Toda a sua atenção voltou-se para mim, naquele instante.
Olhando-me, medrosa, fez de choro, um gracioso "beicinho"!
Larguei num canto os muitos pacotes que eu trazia,
Inda, emocionado, muito tato de mim, foi preciso:
Mostrei-lhe a linda boneca, presente que lhe trazia.
Ao tocá-la, seu rostinho iluminou-se num angelical sorriso!
radialista da Rádio Globo do
Rio de Janeiro - 1981)
INOCÊNCIA CARENTE
Gatinhando pelo chão "batido" da casa mal cuidada,
Inocente criança, sujinha, quase nua, magrinha!
Lindos olhinhos tristes. Alheia e descuidada,
Batia nos cabelinhos despenteados, a sebosa mãozinha.
Entrei. Ela, sentou-se no meio da sala, repentinamente!
Remexendo a sujeira do seu arrebitado narizinho!...
Toda a sua atenção voltou-se para mim, naquele instante.
Olhando-me, medrosa, fez de choro, um gracioso "beicinho"!
Larguei num canto os muitos pacotes que eu trazia,
Inda, emocionado, muito tato de mim, foi preciso:
Mostrei-lhe a linda boneca, presente que lhe trazia.
Ao tocá-la, seu rostinho iluminou-se num angelical sorriso!
DIGA-ME!
(poema extraido do meu livro:
SEM PALAVRAS
Como se diz bom dia,
Sem ficar?
Como se diz adeus,
Sem partir?
Como se diz, sinto muito...
Sem chorar?
Como se diz, oh...não!...
Sem fugir?
Como, poderemos partir...
Se temos vontade de ficar?
Como, poderemos ficar...
Se precisamos assumir?!
Como, partirmos sorrindo...
Se dixamos o coração chorando?
Como, termos recordações...
Sem voltar!
Como, estrelas apanhar...
Sem se estar sonhando?
Como deixar as ilusões...
Sem acordar?
Como se arranca do peito um amor,
Sem sofrer?
Como se diz adeus à vida,
Sem ...morrer?!
SEM PALAVRAS
Como se diz bom dia,
Sem ficar?
Como se diz adeus,
Sem partir?
Como se diz, sinto muito...
Sem chorar?
Como se diz, oh...não!...
Sem fugir?
Como, poderemos partir...
Se temos vontade de ficar?
Como, poderemos ficar...
Se precisamos assumir?!
Como, partirmos sorrindo...
Se dixamos o coração chorando?
Como, termos recordações...
Sem voltar!
Como, estrelas apanhar...
Sem se estar sonhando?
Como deixar as ilusões...
Sem acordar?
Como se arranca do peito um amor,
Sem sofrer?
Como se diz adeus à vida,
Sem ...morrer?!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
QUEM RESPONDE? 2
QUEM RESPONDE?
(segunda parte)
Vagueio por aí, sem rumo e...acabo parando sempre, sentado à mesa de um bar, ou coisa que o valha, levado por uma "bruta sede"! É...uma sede que não sacia nunca! Então me pergunto: Será, que ando bebendo da água errada?!
A noite se arrasta...
Tenho diante dos olhos, nublados já, pelos efeitos do alcool e...mais um copo...mais outro!...
Bamboleante, ondulante, insinuante...um vulto de mulher, vai-se delineando...na transparência do líquido. Talvez...a centésima forma. Belas formas já desfilaram diante do meu turvo olhar. Com dificuldade, mantenho os olhos abertos, que teimam em se fechar. Pego um palito e toco a superfície do líquido amarelado...A figura treme por alguns breves segundos e aos poucos, vai-se desfazendo...Meneio negativamente a caberça, dou um murro na mesa e num palavreado arrastado e incompreensível: Droga! que faço eu aquí?
Saio dali, como sempre acontece, sentindo a mesma sensação de vazio...frustrado, sem, jamais, ter encontrado o que buscava.
Outra vez me dou conta de que, não posso ficar eternamente a suspirar por uma figura de mulher irreal, gerada num copo de cerveja e que me chega à mente, através dos efeitos volatizantes do alcool.
Por que, essa necessidade de busca, essa procura?
Meto o olhar por todos os espaços à minha volta. Remexo as coisas ao meu alcance e...não vejo aquilo, ou melhor, aquela, que instintiva e insistentemente, procuro: a "Mulher Fascinação". Às vezes, me pergunto: Quem será...como será ela?
Chego a pensar que não terá a cor, nem a forma dos comuns...
Obs. nos próximos dias: a terceira parte. Você vai perder?
(segunda parte)
Vagueio por aí, sem rumo e...acabo parando sempre, sentado à mesa de um bar, ou coisa que o valha, levado por uma "bruta sede"! É...uma sede que não sacia nunca! Então me pergunto: Será, que ando bebendo da água errada?!
A noite se arrasta...
Tenho diante dos olhos, nublados já, pelos efeitos do alcool e...mais um copo...mais outro!...
Bamboleante, ondulante, insinuante...um vulto de mulher, vai-se delineando...na transparência do líquido. Talvez...a centésima forma. Belas formas já desfilaram diante do meu turvo olhar. Com dificuldade, mantenho os olhos abertos, que teimam em se fechar. Pego um palito e toco a superfície do líquido amarelado...A figura treme por alguns breves segundos e aos poucos, vai-se desfazendo...Meneio negativamente a caberça, dou um murro na mesa e num palavreado arrastado e incompreensível: Droga! que faço eu aquí?
Saio dali, como sempre acontece, sentindo a mesma sensação de vazio...frustrado, sem, jamais, ter encontrado o que buscava.
Outra vez me dou conta de que, não posso ficar eternamente a suspirar por uma figura de mulher irreal, gerada num copo de cerveja e que me chega à mente, através dos efeitos volatizantes do alcool.
Por que, essa necessidade de busca, essa procura?
Meto o olhar por todos os espaços à minha volta. Remexo as coisas ao meu alcance e...não vejo aquilo, ou melhor, aquela, que instintiva e insistentemente, procuro: a "Mulher Fascinação". Às vezes, me pergunto: Quem será...como será ela?
Chego a pensar que não terá a cor, nem a forma dos comuns...
Obs. nos próximos dias: a terceira parte. Você vai perder?
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
MERGULHO SEM VOLTA
(poema extraido do meu livro:
SEM PALAVRAS...)
Numa atitude de evasão, adoidada,
Numa silenciosa fuga, desesperada,
Com o intuito de te esquecer,
No esquecimento, deixei-me adormecer!
No fundo de tão escuro mar...
Depois de tal mergulho dar,
Por longo, longo tempo, adormeci!
Inconscientemente, assim, vivi.
Um dia...um dia, ao me despertar,
Por ti me pus a procurar!...
Na escuridão, ansiosa te busquei...
Tateei com o olhar...não te encontrei!
Entre escuras e animadas formas
Daquelas insondáveis profundezas,
Buscava delinear a tua forma...
A tua silhueta de rara beleza!
Entre formas várias...estranhas...
Dominada por angústia tamanha,
Não sabia, como iria te reconhecer!
Entretanto, de ti, precisava saber.
Tanto tempo se havia passado!...
Onde? Como? Com quem estarias?!
Nem sabia se tinhas, também me amado,
Se te encontrasse...eu saberia!
Naquela angustiosa busca do reassumir...
Imaginei ver-te o rosto, na escuridão!
Como um murmúrio, pensei tua voz ouvir...
E...senti um maremoto, no meu coração!
Em dado momento...vejo-te afinal!
Por intensa, misteriosa luz, envolvido,
Num fantástico e único visual!
Percebi então, que já me tinhas esquecido.
Ao lado de outra bizarra forma, descolorida,
Estavas tu! As águas do oceano profundo,
Vivendo uma outra forma de estranha vida,
Como uma cortina nos separando do nosso mundo.
E eu, não pude falar-te da minha dor...
Não pude dizer-te do meu grande amor!
Então, para outro mergulho me preparei:
Para um mergulho sem volta, eu sei!
SEM PALAVRAS...)
Numa atitude de evasão, adoidada,
Numa silenciosa fuga, desesperada,
Com o intuito de te esquecer,
No esquecimento, deixei-me adormecer!
No fundo de tão escuro mar...
Depois de tal mergulho dar,
Por longo, longo tempo, adormeci!
Inconscientemente, assim, vivi.
Um dia...um dia, ao me despertar,
Por ti me pus a procurar!...
Na escuridão, ansiosa te busquei...
Tateei com o olhar...não te encontrei!
Entre escuras e animadas formas
Daquelas insondáveis profundezas,
Buscava delinear a tua forma...
A tua silhueta de rara beleza!
Entre formas várias...estranhas...
Dominada por angústia tamanha,
Não sabia, como iria te reconhecer!
Entretanto, de ti, precisava saber.
Tanto tempo se havia passado!...
Onde? Como? Com quem estarias?!
Nem sabia se tinhas, também me amado,
Se te encontrasse...eu saberia!
Naquela angustiosa busca do reassumir...
Imaginei ver-te o rosto, na escuridão!
Como um murmúrio, pensei tua voz ouvir...
E...senti um maremoto, no meu coração!
Em dado momento...vejo-te afinal!
Por intensa, misteriosa luz, envolvido,
Num fantástico e único visual!
Percebi então, que já me tinhas esquecido.
Ao lado de outra bizarra forma, descolorida,
Estavas tu! As águas do oceano profundo,
Vivendo uma outra forma de estranha vida,
Como uma cortina nos separando do nosso mundo.
E eu, não pude falar-te da minha dor...
Não pude dizer-te do meu grande amor!
Então, para outro mergulho me preparei:
Para um mergulho sem volta, eu sei!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
QUEM RESPONDE?
CRÔNICA
(primeira parte)
11/11/2011. Data de profundo significado e de força, para muitos povos. A numerologia o respeita. Número da sorte. Será?! Eu, particularmente, não creio nisso. E você?
Bem, passemos à minha crônica de hoje:
Estive, mesmo antes de nascer, às voltas com o fator tempo e espaço. E o problema continuou, pela vida afora.
É o tempo, que não espera...
É o espaço, que já não nos basta...
É o tempo se esvaindo...
É o espaço diminuindo...
Então...são os horizontes, que se estreitam à nossa volta, a nos sufocar!
São as tentativas de se multiplicar o tempo, desgastando-nos inadivertidamente.
E, dentro de mim, será que haveria algum espaço? Talvez...não muito...algum sempre há. Deve haver.
Entretanto, em mim, creio que não há mais que o meramente normal.
Por que deveria haver algum espaço mais? Porque já me vi, voando adoidado, impulsionado por "alcoólicos" voos, por céus de alucinante imaginação, em homéricos momentos.
De repente, cheio de nada e vazio de não sei que; farejando como um perdigueiro inveterado; tomado de inexplicável ansiedade, saio à procura de não sei quem, que esteja não sei onde.
Parece coisa de louco não? Mas não é. A coisa é séria!
A gente imagina e elabora uma série de projetos em nossa mente e tenta encontrar aí pela vida, em qualquer lugar, as "obras prontinhas", que coadunem exatamente, com o que projetamos. Loucura, não?
Loucura ou não, é a verdade. Por que o homem é, às vezes, tão incoerente? Isso é utopia!
Utopia, ou não, ele não entende, não quer aceitar que o mais sensato e lógico, seria reconhecer no encontrado, aquilo que idealizou. Mas não, ele quer aquela monumental mulher, que extrapolará suas expectativas físicas e psicológicas. Em outras palavras: a perfeição. Perfeição que preencherá o imenso vazio do seu EGO. Nesses momentos de apoteótica loucura, ele nem se dá conta de que, a Natureza é perfeita e ela, jamais, concederia ao homem, a perfeição.
Por que isso acontece?
(continuação em outro dia, aguardem, vocês vão se surpreender)
(primeira parte)
11/11/2011. Data de profundo significado e de força, para muitos povos. A numerologia o respeita. Número da sorte. Será?! Eu, particularmente, não creio nisso. E você?
Bem, passemos à minha crônica de hoje:
Estive, mesmo antes de nascer, às voltas com o fator tempo e espaço. E o problema continuou, pela vida afora.
É o tempo, que não espera...
É o espaço, que já não nos basta...
É o tempo se esvaindo...
É o espaço diminuindo...
Então...são os horizontes, que se estreitam à nossa volta, a nos sufocar!
São as tentativas de se multiplicar o tempo, desgastando-nos inadivertidamente.
E, dentro de mim, será que haveria algum espaço? Talvez...não muito...algum sempre há. Deve haver.
Entretanto, em mim, creio que não há mais que o meramente normal.
Por que deveria haver algum espaço mais? Porque já me vi, voando adoidado, impulsionado por "alcoólicos" voos, por céus de alucinante imaginação, em homéricos momentos.
De repente, cheio de nada e vazio de não sei que; farejando como um perdigueiro inveterado; tomado de inexplicável ansiedade, saio à procura de não sei quem, que esteja não sei onde.
Parece coisa de louco não? Mas não é. A coisa é séria!
A gente imagina e elabora uma série de projetos em nossa mente e tenta encontrar aí pela vida, em qualquer lugar, as "obras prontinhas", que coadunem exatamente, com o que projetamos. Loucura, não?
Loucura ou não, é a verdade. Por que o homem é, às vezes, tão incoerente? Isso é utopia!
Utopia, ou não, ele não entende, não quer aceitar que o mais sensato e lógico, seria reconhecer no encontrado, aquilo que idealizou. Mas não, ele quer aquela monumental mulher, que extrapolará suas expectativas físicas e psicológicas. Em outras palavras: a perfeição. Perfeição que preencherá o imenso vazio do seu EGO. Nesses momentos de apoteótica loucura, ele nem se dá conta de que, a Natureza é perfeita e ela, jamais, concederia ao homem, a perfeição.
Por que isso acontece?
(continuação em outro dia, aguardem, vocês vão se surpreender)
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
IMAGINANDO...
Poema extraido do meu
livro: FANTASIAS
Eu não conheço você...
É...não conheço, não
Uma coisa vou lhe dizer:
Você...vive aqui, no meu coração.
Como é que pode?! Não sei.
Ouvi sua voz...uma voz macia...
É!...Num programa de rádio, um dia.
Sabe?...Eu me apaixonei!
Como é que pode?! Não sei!...
Sua voz, vive, pulsa na minha mente,
Falando-me de amor...e amar...
Fazendo-me sonhar a todo instante!
É...não tem hora, nem lugar...
Agora...estou pensando(diante de uma tela de píntar)
Em...um rosto lhe dar:
Deixe-me ver...deixe-me ver...
Testa larga...olhos negros...azuis?
Não!...azuis, não.Verdes? É, verdes.
Cabelos negros? Não!...Não devem ser.
Olhos verdes...cabelos louros...é...é isso!
Então...deixe-me recapitular:
Testa larga...olhos verdes,
Cabelos louros...Lisos, ou ondulados?
Lisos...na testa vão lhe cair.Não!...
Não ficam bem, não.
Então, vejamos: Ondulados?
Em caracóis dourados...
Uhmmm!...Você está ficando
Um peixão! Não, peixão...não!
Está ficando simpático! (falava, enquanto ia desenhando...)
Ummmm!...Nem tanto! Está faltando
O principal: a boca...os lábios...
Sério...ou sorrindo? Divinais!
Lábios finos...não! Finos...são feios!
É!...carnudos...sensuais!
Ah!...Assim está melhor.
Ihiiii! Rosto redondo...alongado?
Não! Deixe-me pensar...vamos supor
Um rosto oval...queixo quadrado...
Másculo! É...está ficando bom,
Muito bom! Começo a ver
Você...tal qual imaginei!
Será que você é...assim? Talvez...
Talvez...tenha um farto bigode...
A lhe enfeiar os lábios...pode ser...
Não...não, bigode, não!
Você está... uma graça! Como é que pode?!
Não sei. Será...que um dia
Ainda, vou conhecer você?
E...se não for como imaginei,
Como, na tela, desenhei?
Ah...que pena! Eu queria
Desenhar você, irradiando alegria!
É...mas...não deu!
Você está triste...Estará só
E...infeliz, como eu?
obs.Vamos ver que responde primeiro?
Estou aguardando...curiosa.
livro: FANTASIAS
Eu não conheço você...
É...não conheço, não
Uma coisa vou lhe dizer:
Você...vive aqui, no meu coração.
Como é que pode?! Não sei.
Ouvi sua voz...uma voz macia...
É!...Num programa de rádio, um dia.
Sabe?...Eu me apaixonei!
Como é que pode?! Não sei!...
Sua voz, vive, pulsa na minha mente,
Falando-me de amor...e amar...
Fazendo-me sonhar a todo instante!
É...não tem hora, nem lugar...
Agora...estou pensando(diante de uma tela de píntar)
Em...um rosto lhe dar:
Deixe-me ver...deixe-me ver...
Testa larga...olhos negros...azuis?
Não!...azuis, não.Verdes? É, verdes.
Cabelos negros? Não!...Não devem ser.
Olhos verdes...cabelos louros...é...é isso!
Então...deixe-me recapitular:
Testa larga...olhos verdes,
Cabelos louros...Lisos, ou ondulados?
Lisos...na testa vão lhe cair.Não!...
Não ficam bem, não.
Então, vejamos: Ondulados?
Em caracóis dourados...
Uhmmm!...Você está ficando
Um peixão! Não, peixão...não!
Está ficando simpático! (falava, enquanto ia desenhando...)
Ummmm!...Nem tanto! Está faltando
O principal: a boca...os lábios...
Sério...ou sorrindo? Divinais!
Lábios finos...não! Finos...são feios!
É!...carnudos...sensuais!
Ah!...Assim está melhor.
Ihiiii! Rosto redondo...alongado?
Não! Deixe-me pensar...vamos supor
Um rosto oval...queixo quadrado...
Másculo! É...está ficando bom,
Muito bom! Começo a ver
Você...tal qual imaginei!
Será que você é...assim? Talvez...
Talvez...tenha um farto bigode...
A lhe enfeiar os lábios...pode ser...
Não...não, bigode, não!
Você está... uma graça! Como é que pode?!
Não sei. Será...que um dia
Ainda, vou conhecer você?
E...se não for como imaginei,
Como, na tela, desenhei?
Ah...que pena! Eu queria
Desenhar você, irradiando alegria!
É...mas...não deu!
Você está triste...Estará só
E...infeliz, como eu?
obs.Vamos ver que responde primeiro?
Estou aguardando...curiosa.
AGONIA DE VIVER E A LIBERTAÇÃO DA ALMA
Poema do meu livro SEM ALGEMAS
AGONIA DE VIVER E A LIBERTAÇÃO DA ALMA
E...a gente continua
Nesta agonia lenta de viver
Por viver, sem querer
Até qu'alma se destrua...
E ela, desesperada, torturada,
Presa no íntimo, aflita,
Pela gargante, grita,
Num grito ultrassônico
Ao destino irônico,
Que segue sem a ouvir,
Rumo ao desconhecido
E incerto porvir,
Onde se libertará
Do corpo vencido, pelo cansaço de viver.
Será, esse contínuo sofrer,
Será, esse trôpego caminhar
E esse incerto procurar,
A razão de viver?
Será, esse incessante sofrer
Vida? Ou vida será o morrer?
Na vida se aprisiona a alma,
Numa constante exortação
E o morrer, a sua libertação?
O que a gente tanto busca,
No afã de tanta luta,
No cansaço de tanto lutar?
A prisão da alma prolongar?
Melhor não seria certamente,
Com a morte, finalmente,
A nossa alma libertar?
O que mais desejamos:
Prisioneiros vivermos,
Ou mortos nos libertarmos?
Vivamos, soframos e esperemos.
AGONIA DE VIVER E A LIBERTAÇÃO DA ALMA
E...a gente continua
Nesta agonia lenta de viver
Por viver, sem querer
Até qu'alma se destrua...
E ela, desesperada, torturada,
Presa no íntimo, aflita,
Pela gargante, grita,
Num grito ultrassônico
Ao destino irônico,
Que segue sem a ouvir,
Rumo ao desconhecido
E incerto porvir,
Onde se libertará
Do corpo vencido, pelo cansaço de viver.
Será, esse contínuo sofrer,
Será, esse trôpego caminhar
E esse incerto procurar,
A razão de viver?
Será, esse incessante sofrer
Vida? Ou vida será o morrer?
Na vida se aprisiona a alma,
Numa constante exortação
E o morrer, a sua libertação?
O que a gente tanto busca,
No afã de tanta luta,
No cansaço de tanto lutar?
A prisão da alma prolongar?
Melhor não seria certamente,
Com a morte, finalmente,
A nossa alma libertar?
O que mais desejamos:
Prisioneiros vivermos,
Ou mortos nos libertarmos?
Vivamos, soframos e esperemos.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
MARAVILHAS DA NATUREZA
CRÔNICA
A visão que se tinha diante dos olhos era simplesmente espetacular!
Um grande KENION se estendia pela região a perder de vista. Lá em baixo, um riacho mais parecia um formidável veio de prata, correndo a céu aberto. Suas águas corriam mansamente, reluzindo à luz do sol, como um espelho.
Ao pé de uma encosta, erguia-se uma enorme rocha que lembrava um cilindro gigante. De longe era apenas uma rocha. Aproximando-se dela, percebia-se uma infinidade de orifícios, uns grandes, outros médios e pequenos, provavelmente produto dos trabalhos erosivos aeolíticos e pluvias, durante milênios. Formavam túneis de diâmetros variados que vazavam a rocha de um lado a outro.
O vento, apertando-se, passava célere por entre as encostas e por sobre o riacho. Quando a velocidade do vento aumentava, ouvia-se, como se fosse um coro de vozes, entrando pelos túneis, produzindo estranhos sons, em variados tons. Chegavam à compreensão de qualquer um, como lamentos, ais e gemidos: u...u...uh!..., Ô.ô.ôh!...i...i...ih!...a.a.a.ah!... Com modulações incríveis, como se fossem um coro de vozes humanas( como aqueles com 80 vozes que acompanham orquestras famosas), que ecoavam por todo o kenion.
Eram ventos que entrando pelos orifícios que se inteligavam, comprimidos e velozes, passavam de uma área a outra da rocha e saiam por outros de diâmetros menores, por isso mesmo, em tons mais agudos, situados na face oposta da rocha. Esse processo podia variar constante e indefinidamente. Por esse motivo, aquela rocha singular era denominada por uns, como a ROCHA CANTANTE, por outros a ROCHA DAS LAMENTAÇÕES.
A visão de tão belo cenário era único, majestoso, enigmático!
Quando consegui levantar os olhos daquela página, que acabava de ler e que, a meu pedido, espontânea e silenciosamente, o jovem LASSALE:
- Posso ver o seu trabalho?...
Maravilhada, acordei.
Tudo fora, apenas, um sonho e QUE SONHO!
A visão que se tinha diante dos olhos era simplesmente espetacular!
Um grande KENION se estendia pela região a perder de vista. Lá em baixo, um riacho mais parecia um formidável veio de prata, correndo a céu aberto. Suas águas corriam mansamente, reluzindo à luz do sol, como um espelho.
Ao pé de uma encosta, erguia-se uma enorme rocha que lembrava um cilindro gigante. De longe era apenas uma rocha. Aproximando-se dela, percebia-se uma infinidade de orifícios, uns grandes, outros médios e pequenos, provavelmente produto dos trabalhos erosivos aeolíticos e pluvias, durante milênios. Formavam túneis de diâmetros variados que vazavam a rocha de um lado a outro.
O vento, apertando-se, passava célere por entre as encostas e por sobre o riacho. Quando a velocidade do vento aumentava, ouvia-se, como se fosse um coro de vozes, entrando pelos túneis, produzindo estranhos sons, em variados tons. Chegavam à compreensão de qualquer um, como lamentos, ais e gemidos: u...u...uh!..., Ô.ô.ôh!...i...i...ih!...a.a.a.ah!... Com modulações incríveis, como se fossem um coro de vozes humanas( como aqueles com 80 vozes que acompanham orquestras famosas), que ecoavam por todo o kenion.
Eram ventos que entrando pelos orifícios que se inteligavam, comprimidos e velozes, passavam de uma área a outra da rocha e saiam por outros de diâmetros menores, por isso mesmo, em tons mais agudos, situados na face oposta da rocha. Esse processo podia variar constante e indefinidamente. Por esse motivo, aquela rocha singular era denominada por uns, como a ROCHA CANTANTE, por outros a ROCHA DAS LAMENTAÇÕES.
A visão de tão belo cenário era único, majestoso, enigmático!
Quando consegui levantar os olhos daquela página, que acabava de ler e que, a meu pedido, espontânea e silenciosamente, o jovem LASSALE:
- Posso ver o seu trabalho?...
Maravilhada, acordei.
Tudo fora, apenas, um sonho e QUE SONHO!
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
DIA DA CRIANÇA
CRIANÇA, TESOURO DE UM PAI
Vejo a criança como uma obra prima de Deus e um grande tesouro para os pais. A criança, em si, traduz: beleza, inocência, alegria verdadeira. É como um disco virgem, no qual serão gravados o seu ID e, no aprendizado, a formação do seu EGO. Estão, na realização desta sublime tarefa, a responsabilidade e o amor dos pais.
Outubro, 12, Dia da Criança, diz o calendário. As crianças de hoje, serão os grandes homens de amanhã, sobre cujos ombros, pesará o futuro do nosso país, afirmam as autoridades governamentais. SERÁ?
A criança é como a flor que precede ao fruto. É de tal importância o seu bem-estar físico e mental, desde a concepção até seu completo desenvolvimento psicofísico que, medidas e atitudes paliativas, tomadas para a solução de inúmeros e graves problemas socioeconômicos e afetivos que envolvem nossas crianças, são impotentes, ineficazes e desalentadoras.
Festas e presentes, para minoria da classe alta, tudo bem, mas a grande maioria classe média e pobre, o que recebem elas? Promessas, muitas promessas.
A criança precisa, todos os dias, sempre, do amor dos adultos, do respeito da sociedade e proteção das autoridades políticas. O Dia da Criança, política e socialmente, infelizmente, transformou-se num dia mera e altamente comercial.
Uma vez unidos esses elos: amor, respeito e proteção, em prol da criança, poderemos ter a esperança de homens bem formados. A questão é séria e esses fatores são vitais. Fora disso, não haverá solução, ou perspectiva favoráveis. A EDUCAÇÃO, de que tanto se fala, isoladamente, não sortirá os efeitos desejados. A criança é um SER em formação e, para se evitar a formação de adultos desequilibrados e pscopatas, há que se cuidar bem da sua saude física e mental, é como uma febre epidêmica que mina, debilita e contagia. Há que se combater o foco, para que a febre ceda de maneira definitiva. Então, só então, teremos a certeza de crianças saudáveis, população adulta inteligewnte, laboriosa e dias mais felizes, não só para os brasileiros, como também, para todos os povos.
Um grande psicólogo infantil, já dizia: Criança feliz, adulto equilibrado.
O sorriso de uma criança me comove e encanta!
Crianças, PARABÉNS!
Vejo a criança como uma obra prima de Deus e um grande tesouro para os pais. A criança, em si, traduz: beleza, inocência, alegria verdadeira. É como um disco virgem, no qual serão gravados o seu ID e, no aprendizado, a formação do seu EGO. Estão, na realização desta sublime tarefa, a responsabilidade e o amor dos pais.
Outubro, 12, Dia da Criança, diz o calendário. As crianças de hoje, serão os grandes homens de amanhã, sobre cujos ombros, pesará o futuro do nosso país, afirmam as autoridades governamentais. SERÁ?
A criança é como a flor que precede ao fruto. É de tal importância o seu bem-estar físico e mental, desde a concepção até seu completo desenvolvimento psicofísico que, medidas e atitudes paliativas, tomadas para a solução de inúmeros e graves problemas socioeconômicos e afetivos que envolvem nossas crianças, são impotentes, ineficazes e desalentadoras.
Festas e presentes, para minoria da classe alta, tudo bem, mas a grande maioria classe média e pobre, o que recebem elas? Promessas, muitas promessas.
A criança precisa, todos os dias, sempre, do amor dos adultos, do respeito da sociedade e proteção das autoridades políticas. O Dia da Criança, política e socialmente, infelizmente, transformou-se num dia mera e altamente comercial.
Uma vez unidos esses elos: amor, respeito e proteção, em prol da criança, poderemos ter a esperança de homens bem formados. A questão é séria e esses fatores são vitais. Fora disso, não haverá solução, ou perspectiva favoráveis. A EDUCAÇÃO, de que tanto se fala, isoladamente, não sortirá os efeitos desejados. A criança é um SER em formação e, para se evitar a formação de adultos desequilibrados e pscopatas, há que se cuidar bem da sua saude física e mental, é como uma febre epidêmica que mina, debilita e contagia. Há que se combater o foco, para que a febre ceda de maneira definitiva. Então, só então, teremos a certeza de crianças saudáveis, população adulta inteligewnte, laboriosa e dias mais felizes, não só para os brasileiros, como também, para todos os povos.
Um grande psicólogo infantil, já dizia: Criança feliz, adulto equilibrado.
O sorriso de uma criança me comove e encanta!
Crianças, PARABÉNS!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
CRIME COSTA-QUENTE
CRIME LEGALIZADO
Sempre achei que, tudo que é demais, não é bom para a humanidade. Vale o meio termo. Evitemos portanto os extremos. O exagero, em qualquer campo do comportamento humano pode ocasionar transtornos, muitas vezes, irremediáveis: muita água: deslizamentos, inundações, afogamentos; comida em demasia: indigestão, obesidade; liberdade sem controle: anarquia, fraudes, corrupção, banditismo proliferativo, violência desenfreada, assassinatos indiscriminados, etc. No mundo afetivo então, nem se fala. As coisas perderam o sentido e o rumo. O homem está como um navio sem leme, em alto mar, à deriva. Há momentos em que os homens se comportam como num estouro de uma boiada: arrasam e passam por cima de tudo, como uma gigantesca patrola desgovernada. Hoje em dia, matar ou morrer, não causa nenhum espanto, tudo parece natural. Fala-se de assassinatos, como se fosse o simples abater de um frango, ou coisa que o valha. As mulheres, numa rodinha de amigas, achando-se donas de seus próprios corpos, comentam rindo, sobre o destino de seu futuro bebê: ahhh...esta gravidez não foi programada! Estou cheia de coisas para fazer, realizar...e meu corpito vai ficar feio...vou ficar gorda...não, este bebê, não pode nascer agora! Vou abortar. E, comungando com ela, sua amiga lhe diz: é isso aí! Nós é que sabemos quando queremos ter um filho. Filho toma muito do nosso tempo e...é muito dependente...a gente acaba se estressando...envelhecendo precocemente. E sentencia: Também vou procurar uma clínica e fazer o aborto. Assassinas?! Não!!!, não, que é isso!
Então, vemos uns matando os outros e só aqueles, a quem chamamos MONSTROS serão julgados e condenados? A mãe que mata, não?! Depende, então, da mão que fere? Mãe, pode?! Que coisa,. não?!
Este comportamento extremo, é um dos grandes males da liberdade exagerada. Violência descontrolada, estupros, pedofilia e outros comportamentos psicóticos e pscopáticos, o homem, apezar de sua inteligência e, estimulado pelo livre arbítrio, torna-se o animal mais perigoso sobre a Terra. Acabará por se autodestruir. Deus queira que não.
Sempre achei que, tudo que é demais, não é bom para a humanidade. Vale o meio termo. Evitemos portanto os extremos. O exagero, em qualquer campo do comportamento humano pode ocasionar transtornos, muitas vezes, irremediáveis: muita água: deslizamentos, inundações, afogamentos; comida em demasia: indigestão, obesidade; liberdade sem controle: anarquia, fraudes, corrupção, banditismo proliferativo, violência desenfreada, assassinatos indiscriminados, etc. No mundo afetivo então, nem se fala. As coisas perderam o sentido e o rumo. O homem está como um navio sem leme, em alto mar, à deriva. Há momentos em que os homens se comportam como num estouro de uma boiada: arrasam e passam por cima de tudo, como uma gigantesca patrola desgovernada. Hoje em dia, matar ou morrer, não causa nenhum espanto, tudo parece natural. Fala-se de assassinatos, como se fosse o simples abater de um frango, ou coisa que o valha. As mulheres, numa rodinha de amigas, achando-se donas de seus próprios corpos, comentam rindo, sobre o destino de seu futuro bebê: ahhh...esta gravidez não foi programada! Estou cheia de coisas para fazer, realizar...e meu corpito vai ficar feio...vou ficar gorda...não, este bebê, não pode nascer agora! Vou abortar. E, comungando com ela, sua amiga lhe diz: é isso aí! Nós é que sabemos quando queremos ter um filho. Filho toma muito do nosso tempo e...é muito dependente...a gente acaba se estressando...envelhecendo precocemente. E sentencia: Também vou procurar uma clínica e fazer o aborto. Assassinas?! Não!!!, não, que é isso!
Então, vemos uns matando os outros e só aqueles, a quem chamamos MONSTROS serão julgados e condenados? A mãe que mata, não?! Depende, então, da mão que fere? Mãe, pode?! Que coisa,. não?!
Este comportamento extremo, é um dos grandes males da liberdade exagerada. Violência descontrolada, estupros, pedofilia e outros comportamentos psicóticos e pscopáticos, o homem, apezar de sua inteligência e, estimulado pelo livre arbítrio, torna-se o animal mais perigoso sobre a Terra. Acabará por se autodestruir. Deus queira que não.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
ROBÓTICA NA EDUCÇÃO
CLASSE EM EXTINÇÃO
Alguém se adimira?
Professores desrrespeitados, agredidos, ameaçados e alguns deles até, assassinados! Causa estranheza a alguém? Não. Estes fatos já se tornaram comuns e por que não dizer, rotineiros. Já não causam surpresa nem espanto. Professor, classe em extinção. A Educação, se importante, para o desenvolvimento de um país, parece não ser o caso do Brasil. Professor e bancário, há algum tempo atrás, foram duas profissões consideradas de alto nível que, muitos jovens ambicionavam e faziam tudo para alcançar. Hoje, nem respeito merecem. Professores, nos dias atuais, chamados "os pobres de gravatas", pois têm que se apresentarem bem trajados, recebem parca remuneração que, se tiverem esposa e três filhos para cuidarem e educarem, não terão condições para tal. Se comem e vestem, não conseguirão pagar o aluguel ou prestação da casa própria. Se pretenderem fazer um curso de pós-graduação ou doutorado, não conseguirão pagar as mensalidades. É, por assim dizer, um "trabalho escravo"
Quando fazem greve, para reenvidicarem os seus direitos, por ordens superiores, quando não recebidos, são brutalmente agredidos por policiais e alguns até, são tratados e como qualquer bandido, presos, como aconteceu neste final de semana, após mais de três meses em greve.
Como, será possível depois, voltar às salas de aulas? Quem haverá de respitá-los se as próprias autoridades não o fizeram. A imitação, por parte dos jovens, é o que mais acontece no mundo! E, o que mais lamento é que, o nosso país, estará entregue justamente nas mãos destes jovens, que hoje, empunham uma arma, para matar aqueles que haveriam de ensiná-los como melhor conduzír o Brasil e governá-lo.
Com timoneiros, induzidos pela violência, o Brasil, infelizmente, estará fadado ao naufrágio cultural e social, diante das nações civilizadas, do primeiro mundo!
É uma vergonha!
Entretanto, vislumbro uma solução: A robótica. Ainda veremos, a Educação invadida por robôs, ministrando aulas gravadas, com baixo custo para os governos. À moda brasileira, dizemos: dá-se um "jeitinho", chamo a isso de: solução: AGDE, ou seja, agrada governo, abaixo educação, paga-se pouco e aproveita-se menos ainda, posso dizer: BRB= boba, ruim e barata!
QUE VENHAM OS ROBÔS!
Ah!!!!!! Que saudade dos meus professores...da minha escola!
Talvez, estejamos entrando numa nova Era! Vai saber...tudo anda tão mudado...estranho...não acham?
Alguém se adimira?
Professores desrrespeitados, agredidos, ameaçados e alguns deles até, assassinados! Causa estranheza a alguém? Não. Estes fatos já se tornaram comuns e por que não dizer, rotineiros. Já não causam surpresa nem espanto. Professor, classe em extinção. A Educação, se importante, para o desenvolvimento de um país, parece não ser o caso do Brasil. Professor e bancário, há algum tempo atrás, foram duas profissões consideradas de alto nível que, muitos jovens ambicionavam e faziam tudo para alcançar. Hoje, nem respeito merecem. Professores, nos dias atuais, chamados "os pobres de gravatas", pois têm que se apresentarem bem trajados, recebem parca remuneração que, se tiverem esposa e três filhos para cuidarem e educarem, não terão condições para tal. Se comem e vestem, não conseguirão pagar o aluguel ou prestação da casa própria. Se pretenderem fazer um curso de pós-graduação ou doutorado, não conseguirão pagar as mensalidades. É, por assim dizer, um "trabalho escravo"
Quando fazem greve, para reenvidicarem os seus direitos, por ordens superiores, quando não recebidos, são brutalmente agredidos por policiais e alguns até, são tratados e como qualquer bandido, presos, como aconteceu neste final de semana, após mais de três meses em greve.
Como, será possível depois, voltar às salas de aulas? Quem haverá de respitá-los se as próprias autoridades não o fizeram. A imitação, por parte dos jovens, é o que mais acontece no mundo! E, o que mais lamento é que, o nosso país, estará entregue justamente nas mãos destes jovens, que hoje, empunham uma arma, para matar aqueles que haveriam de ensiná-los como melhor conduzír o Brasil e governá-lo.
Com timoneiros, induzidos pela violência, o Brasil, infelizmente, estará fadado ao naufrágio cultural e social, diante das nações civilizadas, do primeiro mundo!
É uma vergonha!
Entretanto, vislumbro uma solução: A robótica. Ainda veremos, a Educação invadida por robôs, ministrando aulas gravadas, com baixo custo para os governos. À moda brasileira, dizemos: dá-se um "jeitinho", chamo a isso de: solução: AGDE, ou seja, agrada governo, abaixo educação, paga-se pouco e aproveita-se menos ainda, posso dizer: BRB= boba, ruim e barata!
QUE VENHAM OS ROBÔS!
Ah!!!!!! Que saudade dos meus professores...da minha escola!
Talvez, estejamos entrando numa nova Era! Vai saber...tudo anda tão mudado...estranho...não acham?
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
RESSURGEM AS FLORES...
CHEGA A PIMAVERA
O sol volta a brilhar. Seus raios invadem a noite, rompendo a última e alvacenta madrugada invernal. Raios de luz desferidos pelo astro rei, brincando de "tiro ao alvo", acertando reluzentes gotas de orvalho, dispersa-as, como num passe de mágica, nos milharesa de mini- arco- íris.
Ressurge a primavera, desfazendo a melancólica frieza do inverno, que vai ficando para trás. Inverno, quadro de pálidas cores...que a primavera faz questão de pintar com seus vivos tons, mais em concenso com a nossa alegria e ânsia de viver.
Eis que chega a primavera! Em cada canto brota uma planta, desabrocha uma flor!...Flor, promessa de vida. Tudo são cores! E a terra se transforma, derrepente, num imenso jardim. Um deleite para os nossos olhos.
Chega a primavera. Com ela, o alarido dos pássaros, o suave aroma das flores, que paira no ar. Flor, beleza que precede à vida; criação de novas vidas: as sementes. E tudo renasce, é o milagre da vida se faz.
Fiquemos pois, mais alegres, quando tudo é mais bonito!
Primavera 2011, seja bem vinda, wellcome to my world!
O sol volta a brilhar. Seus raios invadem a noite, rompendo a última e alvacenta madrugada invernal. Raios de luz desferidos pelo astro rei, brincando de "tiro ao alvo", acertando reluzentes gotas de orvalho, dispersa-as, como num passe de mágica, nos milharesa de mini- arco- íris.
Ressurge a primavera, desfazendo a melancólica frieza do inverno, que vai ficando para trás. Inverno, quadro de pálidas cores...que a primavera faz questão de pintar com seus vivos tons, mais em concenso com a nossa alegria e ânsia de viver.
Eis que chega a primavera! Em cada canto brota uma planta, desabrocha uma flor!...Flor, promessa de vida. Tudo são cores! E a terra se transforma, derrepente, num imenso jardim. Um deleite para os nossos olhos.
Chega a primavera. Com ela, o alarido dos pássaros, o suave aroma das flores, que paira no ar. Flor, beleza que precede à vida; criação de novas vidas: as sementes. E tudo renasce, é o milagre da vida se faz.
Fiquemos pois, mais alegres, quando tudo é mais bonito!
Primavera 2011, seja bem vinda, wellcome to my world!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
NÃO FOI ASSIM...
NÃO FOI ASSIM...
( poema extraido do meu livro : O AMOR EM ONDAS E CASCATAS )
Não foi assim
Que sonhei amar...
Não foi assim
Que desejei acordar
Deste meu sonho fugaz...
Que fosse tanta paz
Assim, acabar!
Não posso entender
Como tudo foi acontecer,
Que fosse tanto carinho
Tão logo terminar,
Que fosse nosso caminho
Tão cedo se separar.
Mas foi assim
Que nosso amor
Chegou ao fim...
Quanta dor
Há em mim!
Eu bem quisera
Ser tudo quimera
P'ra não ter
Que sofrer
Outra vez
Pensando em você!.
( poema extraido do meu livro : O AMOR EM ONDAS E CASCATAS )
Não foi assim
Que sonhei amar...
Não foi assim
Que desejei acordar
Deste meu sonho fugaz...
Que fosse tanta paz
Assim, acabar!
Não posso entender
Como tudo foi acontecer,
Que fosse tanto carinho
Tão logo terminar,
Que fosse nosso caminho
Tão cedo se separar.
Mas foi assim
Que nosso amor
Chegou ao fim...
Quanta dor
Há em mim!
Eu bem quisera
Ser tudo quimera
P'ra não ter
Que sofrer
Outra vez
Pensando em você!.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
QUE IMPORTA?
QUE IMPORTA?
(poema romântico do meu livro : AMOR MAIOR)
Meu pensamento esvoaça, louco, pelo espaço!
Cavalgando as douras asas dos anseios meus...
Em frenética procura dos teus fortes braços
E, na ansiosa busca dos doces beijos teus.
Mas, não me foi o caminho, a amplidão...
Não me foi o vento, a minha direção...
Nem o aparecimento do horizonte repentino...
Foste tu, apenas tu, o meu procurado destino.
Se, hoje, tenho nos teus braços, o meu ninho...
Se, agora, em teus beijos, encontro a minha fonte...
Se, no teu terno olhar, divisei o meu destino
E, encontro no teu amor, o meu horizonte,
Que me importa, de ontem, o meu sofrimento:
Que me importa, de antigamente, a solidão?
Só a mim me importa, hoje, nesse momento,
A imensa felicidade que trago no coração!
(poema romântico do meu livro : AMOR MAIOR)
Meu pensamento esvoaça, louco, pelo espaço!
Cavalgando as douras asas dos anseios meus...
Em frenética procura dos teus fortes braços
E, na ansiosa busca dos doces beijos teus.
Mas, não me foi o caminho, a amplidão...
Não me foi o vento, a minha direção...
Nem o aparecimento do horizonte repentino...
Foste tu, apenas tu, o meu procurado destino.
Se, hoje, tenho nos teus braços, o meu ninho...
Se, agora, em teus beijos, encontro a minha fonte...
Se, no teu terno olhar, divisei o meu destino
E, encontro no teu amor, o meu horizonte,
Que me importa, de ontem, o meu sofrimento:
Que me importa, de antigamente, a solidão?
Só a mim me importa, hoje, nesse momento,
A imensa felicidade que trago no coração!
domingo, 21 de agosto de 2011
SELEÇÃO SUBVINTE NA FINAL!
BRASIL versos PORTUGAL
A Seleção Subvinte do Brasil nos tem dado muitas alegrias. Jogam bem, têm garra e muita resitstência física. São jovens, incentivados por sonhos de estrelato, querem chegar lá. Tudo bem, tudo certo. Mostraram isso, naquele jogo contra a Espanha. Foi e será emocionante, inesquecível!
Nesta final, já não parecia o mesmo time. Um jogo recheado de passes errados, a coisa não engrenava, Como disse o Luciano do Vale : A bola ía redonda e voltava quadrada, é isso aí! No primeiro tempo, as laterais do Brasil, não funcionavam, era mais técnico porém, Portugal era melhor. Com o Mika, goleiro não vazado, em todo o campeonato e um Sérgio Oliveira, Portugal tinha tudo para ganhar o jogo. Entretanto, Brasil conta com um Oscar e o goleiro Gabriel que podiam fazer a diferença. Podia contar com ótimos jogadores como Henrique, Fernando, Negueba, Coutinho.
Aos 4 minutos do primeiro tempo, na área portuguesa, todos sobem e Sérgio Oliveira marca gool contra mas, a Tv colombiana afirma que o gool é de Oscar. Aos 9 minutos, Juan não cobre e Alexy empata. Na sequencia, Brasil faz o segundo gool mas, o juiz anula. Eu acho que a bola entrou TODINHA e Mika tira a redondinha lá de dentro, inclusive passando a mão na rede pelo lado de dentro!
O jogo, no primeiro tempo não me convence.
Logo no início do segundo tempo, entra Negueba no lugar de Wilian. Sai G. Silva e entra Alan, Dudu continua no banco. Cedric sofre falta de Coutinho e sai, sendo substituido por Júlio Alves. Nos acréscimos, Danilo chuta a gool e Mika pega, em dois tempos.
Segundo tempo, entra Dudu que se torna o mais eficiente e, o melhor em campo é Fernando, que menos erra passes. Portugal já não sai de seu próprio campo e espera pela chegada do Brasil. Aos seis minutos, Oscar chuta a gool e Mika aceita. Está quebrada a invencibilidade dele. Aos dez minutos, percebe-se que Potugal está mal fisicamente, Sérgio Oliveira sofre fortes caimbras. Agora é o Brasil que toca a bola. Aos 13 minutos o Brasil quese marca o quarto gool mas, Mika defende. Ficamos nos 3 a 1.
E, foi só! BRASIL CAMPEÃO do campeonato subvinte de 2011!
Pabéns, GAROTADA, a TAÇA é SUA! É NOSSA!
A Seleção Subvinte do Brasil nos tem dado muitas alegrias. Jogam bem, têm garra e muita resitstência física. São jovens, incentivados por sonhos de estrelato, querem chegar lá. Tudo bem, tudo certo. Mostraram isso, naquele jogo contra a Espanha. Foi e será emocionante, inesquecível!
Nesta final, já não parecia o mesmo time. Um jogo recheado de passes errados, a coisa não engrenava, Como disse o Luciano do Vale : A bola ía redonda e voltava quadrada, é isso aí! No primeiro tempo, as laterais do Brasil, não funcionavam, era mais técnico porém, Portugal era melhor. Com o Mika, goleiro não vazado, em todo o campeonato e um Sérgio Oliveira, Portugal tinha tudo para ganhar o jogo. Entretanto, Brasil conta com um Oscar e o goleiro Gabriel que podiam fazer a diferença. Podia contar com ótimos jogadores como Henrique, Fernando, Negueba, Coutinho.
Aos 4 minutos do primeiro tempo, na área portuguesa, todos sobem e Sérgio Oliveira marca gool contra mas, a Tv colombiana afirma que o gool é de Oscar. Aos 9 minutos, Juan não cobre e Alexy empata. Na sequencia, Brasil faz o segundo gool mas, o juiz anula. Eu acho que a bola entrou TODINHA e Mika tira a redondinha lá de dentro, inclusive passando a mão na rede pelo lado de dentro!
O jogo, no primeiro tempo não me convence.
Logo no início do segundo tempo, entra Negueba no lugar de Wilian. Sai G. Silva e entra Alan, Dudu continua no banco. Cedric sofre falta de Coutinho e sai, sendo substituido por Júlio Alves. Nos acréscimos, Danilo chuta a gool e Mika pega, em dois tempos.
Segundo tempo, entra Dudu que se torna o mais eficiente e, o melhor em campo é Fernando, que menos erra passes. Portugal já não sai de seu próprio campo e espera pela chegada do Brasil. Aos seis minutos, Oscar chuta a gool e Mika aceita. Está quebrada a invencibilidade dele. Aos dez minutos, percebe-se que Potugal está mal fisicamente, Sérgio Oliveira sofre fortes caimbras. Agora é o Brasil que toca a bola. Aos 13 minutos o Brasil quese marca o quarto gool mas, Mika defende. Ficamos nos 3 a 1.
E, foi só! BRASIL CAMPEÃO do campeonato subvinte de 2011!
Pabéns, GAROTADA, a TAÇA é SUA! É NOSSA!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
NOSSA SELEÇÂO SUBVINTE NA FINAL
Uhmmmmm!!!... Será que se pode dizer quer foi um jogo tão bom quanto o anterior? Sei não...! Tenho minha dúvidas. Na Colômbia, Brasil e México, deixaram muito a desejar. Nos primeiros minutos porém, quem chutou a gool, foi o México, assustando Gabriel!.
A seleção maxicana tem bons jugadores mas, na pessoa de Torres, que faz antejogo e devia ser expulso-foi violenta e, o juiz inglês, parecia ter problemas de visão, ou desconhecimento de regras básicas de arbitragem, não via nada, nem cartão amarelo deu, pô!. Gabriel, coitado, levou, do Torres, um chutaço no supercílios, que ficou por isso mesmo. Riviera cometeu falta em cima do Gabriel, e levou cartão amarelo. Aaahhhh! Essa, o bandeirinha viu, felizmente. Estavam bem no jogo: Juan, pelo Bresil e Arenchia, pelo México. No primeiro termpo, Brasil, um pouco melhor que o México. Aos 29 minutos 11chutes a gool, mas a bola não entra. Torres continua agredindo Casemiro, por mais duas vezes e o juiz , nada!. Brasil joga sem Neymar, Lucas e ainda, começa o jogo com Dudu e Negueba no banco, pode?. Que aflição! Primeiro tempo o placar era de 0a0.
No segundo tempo, até os 15 minutos, o Brasil não se reencontra, México retrancado, cauteloso, impedia o avanço do Brasil que errava muitos passes. Erraram Gabriel Silva e Oscar, o México se atreve, e ocorre a grande defeza de Gabriel que, mesmo machucado, não enxergando bem, fez uma defesaça!
No segundo tempo, Negueba e Dudu entram. Coutinho é substituido. Entra Alan e sai Gabriel Silva. México é melhor no segundo tempo. Casemiro é o melhor em campo mas, não consegue marcar. Aos 35 minutos, cruzamento de Negueba e Henrique que, finalmente, faz de cabeça. Aos 36minutos, o México chuta a gool, assustando a torcida brasileira e, para nosso alívio, Gabriel faz novamente,uma bela defesa!. Aos 38, jogada de Dudu e Danilo, Henrique faz o segundo do Brasil. Final, 2 a 0 , para o brasil.
As mudanças realizadas pelo treinador, pra o segundo tempo, deram certo e, com defezaças de Gabriel, o Brasil garantiu sua vaga na grande final.
Apezar de não ter sido AQUELE jogo de arrepiar, valeu Meninos Canarinhos subvinte!
PARABÉNS...vocês são DEMAIS!
A seleção maxicana tem bons jugadores mas, na pessoa de Torres, que faz antejogo e devia ser expulso-foi violenta e, o juiz inglês, parecia ter problemas de visão, ou desconhecimento de regras básicas de arbitragem, não via nada, nem cartão amarelo deu, pô!. Gabriel, coitado, levou, do Torres, um chutaço no supercílios, que ficou por isso mesmo. Riviera cometeu falta em cima do Gabriel, e levou cartão amarelo. Aaahhhh! Essa, o bandeirinha viu, felizmente. Estavam bem no jogo: Juan, pelo Bresil e Arenchia, pelo México. No primeiro termpo, Brasil, um pouco melhor que o México. Aos 29 minutos 11chutes a gool, mas a bola não entra. Torres continua agredindo Casemiro, por mais duas vezes e o juiz , nada!. Brasil joga sem Neymar, Lucas e ainda, começa o jogo com Dudu e Negueba no banco, pode?. Que aflição! Primeiro tempo o placar era de 0a0.
No segundo tempo, até os 15 minutos, o Brasil não se reencontra, México retrancado, cauteloso, impedia o avanço do Brasil que errava muitos passes. Erraram Gabriel Silva e Oscar, o México se atreve, e ocorre a grande defeza de Gabriel que, mesmo machucado, não enxergando bem, fez uma defesaça!
No segundo tempo, Negueba e Dudu entram. Coutinho é substituido. Entra Alan e sai Gabriel Silva. México é melhor no segundo tempo. Casemiro é o melhor em campo mas, não consegue marcar. Aos 35 minutos, cruzamento de Negueba e Henrique que, finalmente, faz de cabeça. Aos 36minutos, o México chuta a gool, assustando a torcida brasileira e, para nosso alívio, Gabriel faz novamente,uma bela defesa!. Aos 38, jogada de Dudu e Danilo, Henrique faz o segundo do Brasil. Final, 2 a 0 , para o brasil.
As mudanças realizadas pelo treinador, pra o segundo tempo, deram certo e, com defezaças de Gabriel, o Brasil garantiu sua vaga na grande final.
Apezar de não ter sido AQUELE jogo de arrepiar, valeu Meninos Canarinhos subvinte!
PARABÉNS...vocês são DEMAIS!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
A VIDA É ASSIM
POEMA ROMÂNTICO
( do meu livro: O AMOR EM ONDAS E CASCATAS)
Vivemos.
Num repente
A gente
Sente
Que não viveu,
Que apenas se iludiu,
Que a gente
Indolente
Sonhou,
Intensamente
Sofreu,
Inutilmente
Amou
E, casualmente,
Despertou.
Este fracassar,
Esta corrida
Sem guarida,
Esse correr
Sem cessar:
É a vida!
( do meu livro: O AMOR EM ONDAS E CASCATAS)
Vivemos.
Num repente
A gente
Sente
Que não viveu,
Que apenas se iludiu,
Que a gente
Indolente
Sonhou,
Intensamente
Sofreu,
Inutilmente
Amou
E, casualmente,
Despertou.
Este fracassar,
Esta corrida
Sem guarida,
Esse correr
Sem cessar:
É a vida!
PALAVRAS AO MAR
POEMA ROMÂNTICO
do meu livro: SEM PALAVRAS)
O mar...
A areia...
Que descansa na praia
E as águas do mar, vem beijar...
Leva minhas mágoas
Em suas águas
P"ro fundo do mar!
Se você pudesse ver
Como é feio
A gente chorar!...
No seu seio
Oh...águas do mar,
Vêm me esconder!
do meu livro: SEM PALAVRAS)
O mar...
A areia...
Que descansa na praia
E as águas do mar, vem beijar...
Leva minhas mágoas
Em suas águas
P"ro fundo do mar!
Se você pudesse ver
Como é feio
A gente chorar!...
No seu seio
Oh...águas do mar,
Vêm me esconder!
SAIA JUSTA
O INESPERADO ACONTECE...
(final da história)
À mesa, Silvio e Geraldo comiam, enquanto botavam os assuntos em dia. D. Maria aproximando-se da
mesa, meio encabulada, pensava em perguntar-lhes se a mandioca estava gostosa. Então...
- A "barata" está boa?
Não acredita nas palavras que acabava de pronunciar e leva as mão na boca, como querendo impedí-las de chegarem aos ouvidos dos dois homens que, admirados e encabulados, não podiam entender o que realmente acontecera.
Para a alívio e felidade de D. Maria.
(final da história)
À mesa, Silvio e Geraldo comiam, enquanto botavam os assuntos em dia. D. Maria aproximando-se da
mesa, meio encabulada, pensava em perguntar-lhes se a mandioca estava gostosa. Então...
- A "barata" está boa?
Não acredita nas palavras que acabava de pronunciar e leva as mão na boca, como querendo impedí-las de chegarem aos ouvidos dos dois homens que, admirados e encabulados, não podiam entender o que realmente acontecera.
Para a alívio e felidade de D. Maria.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
SELEÇÃO BRASILEIRA SUBVINTE NA SEMIFINAL
n QUE SELEÇÃO!
Brasil contra Espanha, pelo campeonato Mundial, realizado na Colômbia, justamente no Dia dos Pais.
Que jogaço! Jogo equilibrado, mostrando técnica, tática e estilo, superiores a muitas seleções titulares, que exibem verdadeiras constelações de grandes estrelas do ranking mundial. Deram um banho!...Quatro gools. Dudu e Negueba estavam demais! Os dois goleiros foram ótimos: Gabriel e Pacheco. Gabriel defendeu o pênalte que deu ao brasil a chance de ir para as semifinais contra,(possivelmente o México). Uhhhh!!!!...quanta competência...foi de arrepiar! Pela Espanha, destacaram-se Velasquez e Pacheco. Esses meninos irão longe! Que exemplo, para a nossa Seleção Canarinho!
Entretanto, nossa atenção e análise nos fazem reverenciar estas duas grandes seleções e, desejarmos com todas as nossas forças, de simples torcedores, que a nossa Seleção Canarinho, jogue com tanto empenho e garra e, pudesse nos devolver aquele belo título, há muito perdido, de: A MELHOR DO MUNDO!
Brasil contra Espanha, pelo campeonato Mundial, realizado na Colômbia, justamente no Dia dos Pais.
Que jogaço! Jogo equilibrado, mostrando técnica, tática e estilo, superiores a muitas seleções titulares, que exibem verdadeiras constelações de grandes estrelas do ranking mundial. Deram um banho!...Quatro gools. Dudu e Negueba estavam demais! Os dois goleiros foram ótimos: Gabriel e Pacheco. Gabriel defendeu o pênalte que deu ao brasil a chance de ir para as semifinais contra,(possivelmente o México). Uhhhh!!!!...quanta competência...foi de arrepiar! Pela Espanha, destacaram-se Velasquez e Pacheco. Esses meninos irão longe! Que exemplo, para a nossa Seleção Canarinho!
Entretanto, nossa atenção e análise nos fazem reverenciar estas duas grandes seleções e, desejarmos com todas as nossas forças, de simples torcedores, que a nossa Seleção Canarinho, jogue com tanto empenho e garra e, pudesse nos devolver aquele belo título, há muito perdido, de: A MELHOR DO MUNDO!
domingo, 14 de agosto de 2011
SER PAI
DIA DOS PAIS, parabéns a todos pais do mundo!
Pai, é uma expressão que, à primeira vista, pode ter um sentido quase pessoal, dependendo da formação individual e social de cada um em particular. Para muitos jovens, ser pai, é ter-se um poder quase totalitário e absolutista, o qual tranforma o sublime DOM da paternidade, no DITADOR da família. Ser pai entretanto, não é nada disso. Ser pai, é a completa doação de si mesmo, em forma de AMOR. Essa força DIVINA, capaz de fazer multiplicar a humanidade, manter a PAZ e UNIÃO entre os homens.
Quando o homem decide tornar-se pai, despertou nele o desejo de ver-se perpetuado no seu filho e poder demonstrar a ele e a si mesmo, todo o amor de que é dotado, sob forma de proteção, carinho, abnegação e, de abdicação, se preciso for.
Um pai, além da contribuição biogenética, que é imprescindível à formação de um novo SER, motivo de satisfação interior e toda pessoal, o homem colabora sobremaneira, na formação do indivíduo, moldando-o dentro dos princípios básicos sociais e morais em que se fundamenta toda uma civilização Cristã, para integrá-lo à SOCIEDADE à qual pertence e ser apresentado como o GRANDE HOMEM de amanhã.
O pai é o GUIA, o EXEMPLO; é aquele no qual confia e obedece porque sabe que o papai não haveria de querer-lhe nenhum mal; á aquele a quem procura nas horas amargas, nas dificuldades, na remoção dos obstáculos, pedindo ajuda por ter mais experiência e, ele nunca nega, apesar de aproveitar-se do ensejo para dar sujestões, censurar se for o caso mas, sempre cheio de compreensão e amor. As há também, "mulheres-pais" que, tendo sofrido o abandono do seu cônjuje, ela se transforma em Mãe- Pai, tentando minimizar o sofrimento a que seus filhos foram submetidos pelo abandono paterno. E elas conseguem, numa luta ferrenha, impedir que sucumbam ao terrível trauma!. Eles estudam, conseguem o seu sonhado diploma, trabalham e, finalmente, ela consegue levá-los ao altar, quando iniciam uma nova etapa em suas vidas.O CICLO da VIDA continua.
Todavia, como acontece com tudo neste mundo, há aqueles que preferem furtar-se a esse sagrado direito de ser pai: uns, por se julgarem ineficientes; outros para evitarem as responsabilidades e, os há ainda, aqueles que, não tendo direitos perante a LEI, manda sacrificá-los, antes mesmo que tenham nascido. Desses pais SEM NOME, tenho muita pena e, a esses filhos SEM PAIS, pequeninas vítimas de pais inescrupulosos e que tiveram a infelicidade de seram renegados e sacrificados pelos próprios genitores - assassinos legalizados -, rendo-lhes minhas homenagens!
E, àqueles que se foram deste, para um mundo melhor, como é o meu caso, aquí deixo o meu pezar. Para o meu pai, o meu muito obrigado, por tudo o que me ensinou, ofereceu e, pelo que sou hoje!. A você papai, deixo a minha mensagem de amor.
De onde estiver, PAPAI, desejo-lhe muita PAZ e, quero que saiba da falta que me faz e de toda a minha SAUDADE!
Pai, é uma expressão que, à primeira vista, pode ter um sentido quase pessoal, dependendo da formação individual e social de cada um em particular. Para muitos jovens, ser pai, é ter-se um poder quase totalitário e absolutista, o qual tranforma o sublime DOM da paternidade, no DITADOR da família. Ser pai entretanto, não é nada disso. Ser pai, é a completa doação de si mesmo, em forma de AMOR. Essa força DIVINA, capaz de fazer multiplicar a humanidade, manter a PAZ e UNIÃO entre os homens.
Quando o homem decide tornar-se pai, despertou nele o desejo de ver-se perpetuado no seu filho e poder demonstrar a ele e a si mesmo, todo o amor de que é dotado, sob forma de proteção, carinho, abnegação e, de abdicação, se preciso for.
Um pai, além da contribuição biogenética, que é imprescindível à formação de um novo SER, motivo de satisfação interior e toda pessoal, o homem colabora sobremaneira, na formação do indivíduo, moldando-o dentro dos princípios básicos sociais e morais em que se fundamenta toda uma civilização Cristã, para integrá-lo à SOCIEDADE à qual pertence e ser apresentado como o GRANDE HOMEM de amanhã.
O pai é o GUIA, o EXEMPLO; é aquele no qual confia e obedece porque sabe que o papai não haveria de querer-lhe nenhum mal; á aquele a quem procura nas horas amargas, nas dificuldades, na remoção dos obstáculos, pedindo ajuda por ter mais experiência e, ele nunca nega, apesar de aproveitar-se do ensejo para dar sujestões, censurar se for o caso mas, sempre cheio de compreensão e amor. As há também, "mulheres-pais" que, tendo sofrido o abandono do seu cônjuje, ela se transforma em Mãe- Pai, tentando minimizar o sofrimento a que seus filhos foram submetidos pelo abandono paterno. E elas conseguem, numa luta ferrenha, impedir que sucumbam ao terrível trauma!. Eles estudam, conseguem o seu sonhado diploma, trabalham e, finalmente, ela consegue levá-los ao altar, quando iniciam uma nova etapa em suas vidas.O CICLO da VIDA continua.
Todavia, como acontece com tudo neste mundo, há aqueles que preferem furtar-se a esse sagrado direito de ser pai: uns, por se julgarem ineficientes; outros para evitarem as responsabilidades e, os há ainda, aqueles que, não tendo direitos perante a LEI, manda sacrificá-los, antes mesmo que tenham nascido. Desses pais SEM NOME, tenho muita pena e, a esses filhos SEM PAIS, pequeninas vítimas de pais inescrupulosos e que tiveram a infelicidade de seram renegados e sacrificados pelos próprios genitores - assassinos legalizados -, rendo-lhes minhas homenagens!
E, àqueles que se foram deste, para um mundo melhor, como é o meu caso, aquí deixo o meu pezar. Para o meu pai, o meu muito obrigado, por tudo o que me ensinou, ofereceu e, pelo que sou hoje!. A você papai, deixo a minha mensagem de amor.
De onde estiver, PAPAI, desejo-lhe muita PAZ e, quero que saiba da falta que me faz e de toda a minha SAUDADE!
domingo, 7 de agosto de 2011
DESILUSÃO
(poema romântico, do meu livro: SEM PALAVRAS)
DESILUSÃO
Minhas palpebras
Cerraram-se
Para que não me visses
Despencar
No escuro abismo
Que tua voz
Abrira dentro de mim!
DESILUSÃO
Esperava encontrar
nos teus olhos
O teu solencioso falar...
Ansiava que o meu coração
Pudesse...entender...
Então...ouvi tua voz
Como um trovão:
- Eu não te conheço.
Minhas palpebras
Cerraram-se
Para que não me visses
Despencar
No escuro abismo
Que tua voz
Abrira dentro de mim!
MINHAS OBRAS JÁ PUBLICADAS
PUBLICAÇÕES
1. O OVO QUEBRADO - historinha infantil, autora: Erla Teotônia Lemos: FBN - Fundação Biblioteca Nacional - catálogos (1985).
Participei da Bienal do Livro em São Paulo, naquele ano. Fui entrevistada pelo Jornal São Paulo Shimbum da colônia japonesa. Este livro é encontrado em várias cidades do Triângulo Mineiro, Oeste e Sul de Minas Gerais;2. Poemas românticos - 5 MINUTOS DE AMOR- 1ª edição esgotada. Lançamento em 1960, Ituiutaba - MG;
3. AINDA RESTA UMA ESPERANÇA - fotonovela. http://asfotonovelas.blogspot.com/2011/05/almanaque-sonho-n-20-1981.html%20-%20RJ ;
4. MORTE NA RUA - acróstico publicado no jornal Diário Comercial do Paraná em 06/07/82, postado pelo famoso poeta de Paranaguá Swami Vivekananda;
5. CRÔNICAS: Dia dos pais, Dia da criança, Natal, editadas pelo Jornal Ituiutabano ESTEIO (1985);
6. POEMAS ROMÂNTICOS: declamados durante um ano 1981-82, por Colid Filho, através da Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro no seu famoso programa: SALÃO GRENÁ;
7. POEMAS ROMÂNTICOS do meu livro 5 MINUTOS DE AMOR, declamados por Daniel Paulo durante os anos de 1980 e 1981, através da Rádio Difusora de Ituiutaba;
8. ANÁLISES GRAFOLÓGICAS e PSICOFÔNICAS - Trabalhos também de outros gêneros,apresentados pelo produtor e diretor Paulo Miyagui no programa Mensagem Musical Nipônica através da Rádio Mulher em São Paulo de 1982 a 1985;
9. GRAFOLOGIA - trabalho editado pela revista TUDO SOBRE ASTROLOGIA em 1986, São Paulo;
10. POEMAS SERTANEJOS: Amô de Caboclo e Sonhos da Rosinha, encomendados e declamados por Fernando Santiago, através da Rádio Platina de Ituiutaba em 1981.
PRECOGNIÇÃO
ACONTECEU ASSIM...
(texto extraído do meu livro: FATOS E NÃO BOATOS)
Havia na cidade de Bambuí, Minas Gerais, uma senhora muito bondosa, que residia numa chácara, na zona urbana. A casa era grande, lugar ideal para as crianças que tomava conta, vindas de Medeiros, cidadezinha que ficava a seis léguas dalí. Filhos de gente conhecida, vinham para estudarem. Em Medeiros, naquela época, só havia o ensino fundamental. Todos a chamavam de "Madrinha". E, Honório José Teotônio era um deles.
Honório já era um rapazinho e, vez por outra, ía visitar a Madrinha. Não queria perder contato com aquela maravilhosa pessoa, a quem tanto devia.
Um dia, Virgílio, um dos garotos que também havia ficado em sua casa para estudar e que, agora vivia numa chácara próxima à dela, recebeu uma inesperada visita da madrinha.
- Então...a que devo a sua agradável visita?
- Virgílio...vim aqui encomendar o meu caixão. Foi falando sem reservas.
- Seu caixão?!!! Como assim?
- É simples, quero que faça meu caixão. Quero vê-lo pronto, em vida. Aquela táboa alí...serviria? pergunta Madrinha, apontando para uma táboa encostada na parede da oficina.
-Serve...Responde Virgílio, meio encabulado.
- Então...está combinado. Quando ficará pronto?
- Em tres dias...por que?
- Antes...quero fazer-lhe uma recomendação: que seja reccoberto por tecido branco com debruns de prata - era tradição na época, que uma virgem fosse enterrada em caixão branco e no caso, ela era uma virgem; adultos e casados, em caixões pretos; jovens maiores de idade, caixões azuis e, finalmente criancinhas: femininas, em caixões brancos e para os masculinos em azul-claro. E Madrinha continuou:...quando ficar pronto leve-o até minha casa, certo?
- Certo. Respondeu, Virgílio, meio assustado.
- Até mais ver, Virgílio!"
- Até mais ver, madrinha!
Três dias depois...
Madrinha estava às voltas com os afazeres da casa, quando Virgílio chegou com o caixão, encostando-o na parede da sala. Madrinha logo diz:
- Ótimo...ótimo! Agora, entra dentro dele.
- Como?!!! Virgílio, estava deveras assustado.
- Entra...entra! Quero ver se serve. Pede ela, satisfeita. Você tem a mesma altura que eu. Encabulado, ele entra no caixão que continuava na vertical, encostado na parede. Ele fica de pé dentro dele. - Coube direitinho...
Ante o olher investigador da Madrinha, Virgílio aguarda, curioso. Ela continuava:
- Huuuummmm!...está bom, muito bom! Quanto lhe devo?
- Não deve nada, madrinha...
E, Virgílio foi embora, intrigado.
Dois meses depois...
(continua no próximo capítulo)
(texto extraído do meu livro: FATOS E NÃO BOATOS)
Havia na cidade de Bambuí, Minas Gerais, uma senhora muito bondosa, que residia numa chácara, na zona urbana. A casa era grande, lugar ideal para as crianças que tomava conta, vindas de Medeiros, cidadezinha que ficava a seis léguas dalí. Filhos de gente conhecida, vinham para estudarem. Em Medeiros, naquela época, só havia o ensino fundamental. Todos a chamavam de "Madrinha". E, Honório José Teotônio era um deles.
Honório já era um rapazinho e, vez por outra, ía visitar a Madrinha. Não queria perder contato com aquela maravilhosa pessoa, a quem tanto devia.
Um dia, Virgílio, um dos garotos que também havia ficado em sua casa para estudar e que, agora vivia numa chácara próxima à dela, recebeu uma inesperada visita da madrinha.
- Então...a que devo a sua agradável visita?
- Virgílio...vim aqui encomendar o meu caixão. Foi falando sem reservas.
- Seu caixão?!!! Como assim?
- É simples, quero que faça meu caixão. Quero vê-lo pronto, em vida. Aquela táboa alí...serviria? pergunta Madrinha, apontando para uma táboa encostada na parede da oficina.
-Serve...Responde Virgílio, meio encabulado.
- Então...está combinado. Quando ficará pronto?
- Em tres dias...por que?
- Antes...quero fazer-lhe uma recomendação: que seja reccoberto por tecido branco com debruns de prata - era tradição na época, que uma virgem fosse enterrada em caixão branco e no caso, ela era uma virgem; adultos e casados, em caixões pretos; jovens maiores de idade, caixões azuis e, finalmente criancinhas: femininas, em caixões brancos e para os masculinos em azul-claro. E Madrinha continuou:...quando ficar pronto leve-o até minha casa, certo?
- Certo. Respondeu, Virgílio, meio assustado.
- Até mais ver, Virgílio!"
- Até mais ver, madrinha!
Três dias depois...
Madrinha estava às voltas com os afazeres da casa, quando Virgílio chegou com o caixão, encostando-o na parede da sala. Madrinha logo diz:
- Ótimo...ótimo! Agora, entra dentro dele.
- Como?!!! Virgílio, estava deveras assustado.
- Entra...entra! Quero ver se serve. Pede ela, satisfeita. Você tem a mesma altura que eu. Encabulado, ele entra no caixão que continuava na vertical, encostado na parede. Ele fica de pé dentro dele. - Coube direitinho...
Ante o olher investigador da Madrinha, Virgílio aguarda, curioso. Ela continuava:
- Huuuummmm!...está bom, muito bom! Quanto lhe devo?
- Não deve nada, madrinha...
E, Virgílio foi embora, intrigado.
Dois meses depois...
(continua no próximo capítulo)
sábado, 6 de agosto de 2011
SONHANDO EM SENSAÇÕES
PARE E PENSE
(segundo capítulo)
(segundo capítulo)
Cegos, mudos e cegos-mudos de nascença, por certo pensam e sonham como todo mundo. Como será isso?!
Os cegos, quando dormem, como serão seus sonhos?. No sentido bio-físico, como se dará isso? Não conhecem formas nem cores. Por esse motivo, antigamente, eram analfabetos: não liam nem escreviam contudo pensavam e falavam. Como serão esses pensamentos, seus diálogos em seus sonhos se são incapazes, os cegos de nascença, de visualizar pessoas e coisas?. E os surdos-mudos, expressam-se por meio de gestos (mímica), ainda se entendem. Mas como podem dialogar, em seus sonhos, os cegos-surdos, se não vêm nem ouvem seus interlocutores? Serão seus sonhos gerados num mundo silencioso, numa tela de escuridão? Como será vivenciar este fato?
A Ciência afirma que os sonhos são necessários ao organismo e, mesmo que não nos lembremos, todos nós sonhamos. Sonhando, o cérebro reorganiza as ideias. Mas, que ideias serão essas que ocupam o cérebro dos cegos, cegos-surdos de nascença?
Penso eu, tratar-se apenas de sensações. É...eles devem trabalhar suas histórias, sejam elas quais forem, apenas no incógnito mundo das sensações, sendo esta, a única e real possibilidade.
A CIGANA DISSE...
CRÔNICA
Naquela tarde ensolarada, o vento fustigava-lhe os cabelos e refrescava seu rosto. Andava depressa, tentando resolver problemas inadiáveis, quando voltava para casa, ao atravessar, em diagonal, a praça central, viu , caminhando em sua direção, uma senhora "cheinha"(meio gordinha), trajando saias em tecidos, de um colorido vivo e chamativo, eram rodadas e longas. Adornando, pescoço e braços, podia-se ver muitos adereços: colares e pulseiras feitos de contas em cores vistosas. Seus brincos eram enormes e balançavam ao movimento da cabeça, sobre a qual repousavam os cabelos negros, repartidos ao meio,
que lhe caiam sobre os ombros até o busto, em duas longas e belas tranças. Percebe então, que se tratava de uma cigana.
Ao se aproximar, a cigana toda entusiasmada, interpelou-a: - Deixe-me ler a sua sorte, conto seu passado e seu futuro!.
Calmamente porém, a senhora esboçando um sorriso de incredulidade, e, com um leve tom de sarcasmo na voz, respondeu: - Senhora...meu futuro eu já conheço, e bem: aposentada, velha...feia...pobre, sozinha e, de quebra, moro longe!. Quer mais!
E a senhora continuou seu caminho, deixando a cigana desconcertada, sem saber o que dizer,alí, no meio daquela praça.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
TOLERAR OU NÃO TOLERAR
CONJECTURANDO...
Penso...penso, mas tenho dificuldades em decidir que atitude tomar pois, pode ser que eu constranja o meu interlocutor e que, minha resposta o deixe frustrado ou decepcionado. É um dilema: falar ou não falar. Encruzilhada no pensamento. Que fazer?. Espero que algum fato novo me faça decidir. É sempre assim. Preciso me libertar desse medo, preciso ser mais decidida, colocar na mesa de jogo, o diálogo, apresentando às claras, o meu modo de pensar e de me expressar. Se se trata de gente humilde e sem instrução, a coisa flui melhor pois, passa pela minha mente, as necessidades do meu interlocutor mas, se pessoas de alto nível cultural, não tenho a mesma tolerância e vou fundo na questão, sem resevas nem sutilezas que deixem dúvidas quanto à veracidade do tema por mim abordado. Seria necessário que ele me convencesse com argumentos irrefutáveis! Só assim, com humildade até, eu deixaria a área das hipóteses e partiria para construir minha tese sobre o tema, o qual provocara nossas divergências.
Neste caso e similares, sou bem intolerante.
Entre cientistas e intelectuais, este fato acontece com muita frequência, mais do que se imagina.
Penso...penso, mas tenho dificuldades em decidir que atitude tomar pois, pode ser que eu constranja o meu interlocutor e que, minha resposta o deixe frustrado ou decepcionado. É um dilema: falar ou não falar. Encruzilhada no pensamento. Que fazer?. Espero que algum fato novo me faça decidir. É sempre assim. Preciso me libertar desse medo, preciso ser mais decidida, colocar na mesa de jogo, o diálogo, apresentando às claras, o meu modo de pensar e de me expressar. Se se trata de gente humilde e sem instrução, a coisa flui melhor pois, passa pela minha mente, as necessidades do meu interlocutor mas, se pessoas de alto nível cultural, não tenho a mesma tolerância e vou fundo na questão, sem resevas nem sutilezas que deixem dúvidas quanto à veracidade do tema por mim abordado. Seria necessário que ele me convencesse com argumentos irrefutáveis! Só assim, com humildade até, eu deixaria a área das hipóteses e partiria para construir minha tese sobre o tema, o qual provocara nossas divergências.
Neste caso e similares, sou bem intolerante.
Entre cientistas e intelectuais, este fato acontece com muita frequência, mais do que se imagina.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
SINFONIA
POEMA
Perdido
Na distância,
Esquecido
Talvez...
Abandonado
Na escuridão...
Sufocado
No selêncio
Desta solidão.
Meu soluço
Meu coração
Minha dor
Meu amor,
Num só EU
Espera por ti,
Se ainda
Não me esqueceu!...
ÓTICA DA BELEZA
COMENTÁRIO
A beleza é um assunto altamente discutido no mundo todo. Será ela aquilatada unanimemente por todos que a almejam?. Será que um mesmo ser ou coisa, passando pela ótica individual, possa ser aferido como igualmente feio ou bonito?. Creio que não. Cada um tem sua própria fórmula para a beleza.. Os especialistas dizem que, para um rosto ser considerado BELO, é necessário que a simetria se faça presente nos seus delicados traços. Porém, nem todos conhecem essa teoria. Então, ficamos com o ditado popular que diz: "Para cada feio há sempre alguém bonito". É aquela velha história de que haverá sempre um chinelo velho para um pé torto.
E a berleza tão almejada, onde fica?
Porém, o prisma, através do qual a beleza é vista nem sempre é o mesmo, aliás nunca foi o mesmo, é próprio de cada um. O AMOR é esse prisma. A beleza a ser aferida, para ganhar a coroa de BELA(o), de LINDA(o), deverá comungar com um alto nível de amor. Há um ditado que bem traduz esse pensamento:"Quem ama o feio, bonito lhe parece".
Só amor é capaz de realizar esta fantástica transfomação, eu diria mesmo, no campo poético: essa FANTASTC DISCOVERY!.
A beleza é um assunto altamente discutido no mundo todo. Será ela aquilatada unanimemente por todos que a almejam?. Será que um mesmo ser ou coisa, passando pela ótica individual, possa ser aferido como igualmente feio ou bonito?. Creio que não. Cada um tem sua própria fórmula para a beleza.. Os especialistas dizem que, para um rosto ser considerado BELO, é necessário que a simetria se faça presente nos seus delicados traços. Porém, nem todos conhecem essa teoria. Então, ficamos com o ditado popular que diz: "Para cada feio há sempre alguém bonito". É aquela velha história de que haverá sempre um chinelo velho para um pé torto.
E a berleza tão almejada, onde fica?
Porém, o prisma, através do qual a beleza é vista nem sempre é o mesmo, aliás nunca foi o mesmo, é próprio de cada um. O AMOR é esse prisma. A beleza a ser aferida, para ganhar a coroa de BELA(o), de LINDA(o), deverá comungar com um alto nível de amor. Há um ditado que bem traduz esse pensamento:"Quem ama o feio, bonito lhe parece".
Só amor é capaz de realizar esta fantástica transfomação, eu diria mesmo, no campo poético: essa FANTASTC DISCOVERY!.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
PARADOXO 2
OLHANDO COM O CORAÇÃO...
(extraída da do meu livro: Crônicas sociais)
Bairro luxuoso, próximo a uma linda e bem cuidada praça e ambiente tranquilo. Em direção a uma suntuosa mansão, mulheres "alta-classe", bem trajadas, conduzindo, cada uma, pela guia, seu cãozinho de estimação. A maioria da raça Poodle Toy e de outras raças de pelos longos, vestiam roupas à moda canina: elegantes, coloridas, modernas e de fino acabamento, bem ao gosto de suas donas. Todo esse "frisson" se destinava à festa de aniversário de Cherri. Ela vestia corpete e um saiote de tuly rosa-choque, laçarotes próximos às orelhas e ostentava uma rica e deslumbrante coleira de brilhantes. Estava "linda de morrer"!.
Os convidados passam lenta e ordeiramente pela lateral da casa em direção ao salão de festas, especialmente construido para cães. Muitos enfeites. Via-se mesas cobertas com tecidos coloridos, sobre elas dezenas de pratos contendo guloseimas ao sabor canino. A um canto, lá estava ele: O BOLO e, claro, com uma escultura em glacê, numa pose bem sujestiva e elegante, retratava com fidelidade: a bela Cherri. Todos a postos, em seus devidos lugares pre-estabelecidos, cada madame coloca na cabeça do seu pupilo o tradicional chapeuzinho e cantam os parabéns. Um luxo só!. Poderosa!...
E a festa "rola" tarde afora. A noite vai chegando e, com ela o fim da festa. Todos os convidados se preparam para deixar o local. Os cães manifestavam a sua satisfação e alegria latindo e abanando suas caudas.
Na praça em frente, agora iluminada por lâmpadas de neon, surge a silhueta de uma senhora já meio grisalha, compleição franzina, carregando uma sacola em cada mão. Mal ela chega e, um bando de gatos de todas as cores e tamanhos, chegando de todos lados, vêm ao seu encontro, ao mesmo tempo, alegres e famintos. Ela os alimenta como faz todos os dias, gastando quase toda a sua aposentadoria. É uma pessoa de bom coração e afeicionada aos bichanos. Está feliz.
Enquanto isso, em uma rua da periferia, u'a mãe abandona seu bebê recém-nascido numa caçamba de lixo.
O ser humano parece estar perdendo essa "parada", a parada da sobrevivência.
(extraída da do meu livro: Crônicas sociais)
Bairro luxuoso, próximo a uma linda e bem cuidada praça e ambiente tranquilo. Em direção a uma suntuosa mansão, mulheres "alta-classe", bem trajadas, conduzindo, cada uma, pela guia, seu cãozinho de estimação. A maioria da raça Poodle Toy e de outras raças de pelos longos, vestiam roupas à moda canina: elegantes, coloridas, modernas e de fino acabamento, bem ao gosto de suas donas. Todo esse "frisson" se destinava à festa de aniversário de Cherri. Ela vestia corpete e um saiote de tuly rosa-choque, laçarotes próximos às orelhas e ostentava uma rica e deslumbrante coleira de brilhantes. Estava "linda de morrer"!.
Os convidados passam lenta e ordeiramente pela lateral da casa em direção ao salão de festas, especialmente construido para cães. Muitos enfeites. Via-se mesas cobertas com tecidos coloridos, sobre elas dezenas de pratos contendo guloseimas ao sabor canino. A um canto, lá estava ele: O BOLO e, claro, com uma escultura em glacê, numa pose bem sujestiva e elegante, retratava com fidelidade: a bela Cherri. Todos a postos, em seus devidos lugares pre-estabelecidos, cada madame coloca na cabeça do seu pupilo o tradicional chapeuzinho e cantam os parabéns. Um luxo só!. Poderosa!...
E a festa "rola" tarde afora. A noite vai chegando e, com ela o fim da festa. Todos os convidados se preparam para deixar o local. Os cães manifestavam a sua satisfação e alegria latindo e abanando suas caudas.
Na praça em frente, agora iluminada por lâmpadas de neon, surge a silhueta de uma senhora já meio grisalha, compleição franzina, carregando uma sacola em cada mão. Mal ela chega e, um bando de gatos de todas as cores e tamanhos, chegando de todos lados, vêm ao seu encontro, ao mesmo tempo, alegres e famintos. Ela os alimenta como faz todos os dias, gastando quase toda a sua aposentadoria. É uma pessoa de bom coração e afeicionada aos bichanos. Está feliz.
Enquanto isso, em uma rua da periferia, u'a mãe abandona seu bebê recém-nascido numa caçamba de lixo.
O ser humano parece estar perdendo essa "parada", a parada da sobrevivência.
sábado, 30 de julho de 2011
PARADOXO
Crônica social
(extraída do meu livro de crônicas: MARAVILHAS DA NATUREZA)
Desci do ônibus e estava colocando minhas malas no chão ao lado de um dos bancos, quando ergui os olhos, lá estava ele: esbelto, forte, louro, de caberlos semilongos, encacaracolados. Vestia camisa de malha à moda olímpica e trazia a fronte ungida por uma fita à "la romana".
Ali, no umbral da porta de entrada, com a luz solar a lhe bater nos cabelos, em dourados reflexos, mais parecia um competidor olímpico da Idade Medieval: imponente, musculoso, dasafiador!
Entretanto, havia um não sei que de misterioso no seu semblante, algo que eu, de momento, não conseguia alcançar.
Ergueu oa braços num gesto indefinido, inexpressivo que não chegou a completar e assim, permaneceu por um tempo, indesterminado...sem a participação da razão, como se essa não existisse. Seus olhos bricavam nas órbitas e olhavam para pontos diferentes porém, eram como se nada vissem. Um sorriso, quase infantil, bailava em seus lábios que tremiam ligeiramente, como que indecisos se sorriam ou não. Alguém passou por ele e lhe disse algo que não pude compreender, ao que respondeu de supetão:
- Não, eu num posso casá! Eu tenho de morrê sortero!
Repetiu essa frase numa cascata de palavras, várias vezes, enquanto a pessoa que passara por ele, perdia-se no meio da multidão que aguardava o seu ônibus, naquela rodoviária.
Ele permaneceu ali por mais alguns instantes , sempre ereto, firme, elegante, altivo!
Depois, pos-se a caminhar numa rota indefinida. Seus olhos continuavam brincando nas órbitas e, sua mente "vagueava" no incógnito mundo da loucura.
AMOR VERDADEIRO
Prefácio do meu livro: ONDAS NOS ROCHEDOS
Ás vezes, acontece que, movidos pelo medo, pela insegurança, motivados pelas diferenças: status, religião, preconceitos ou incompatibilidade de gênios, uma das partes -conjuge- capitula, a outra, imbuida da magnifiência de amor verdadeiro ainda perdoa e permanece.
Ás vezes, acontece que, movidos pelo medo, pela insegurança, motivados pelas diferenças: status, religião, preconceitos ou incompatibilidade de gênios, uma das partes -conjuge- capitula, a outra, imbuida da magnifiência de amor verdadeiro ainda perdoa e permanece.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
CONSUMAÇÃO
(poema extraído do meu livro : O amor em ondas e cascatas)
CONSUMAÇÃO
A noite...
Um olhar...
O brilho do seu olhar...
Nele vejo
Em altas ondas
O sutil desejo
Carinhos em cascatas
Quebrando...
E se abandonando
E esmaecendo
Nesta alva areia
Nesta sensível praia...
Na brancura
Na doçura
No delírio
Nos anseios desencadeados
Deste corpo inflado
De sonhos libertados
Que se cristalizam
E se concretizam.
E nós, as duas ondas
Simultâneas e frementes
Se elevam
E se misturam
Num elo fogo-amor
De um amor indestrutível!...
E elas se chocam
E se entrechocam
E se misturam...
E se entrechocam
E, novamnete
Frementes
Depois, lentamente,
Na exaustão
Da suprema realização,
Esmaecem
E suavemente
Se espraiam
E se juntam, indefinidamente...
CONSUMAÇÃO
A noite...
Um olhar...
O brilho do seu olhar...
Nele vejo
Em altas ondas
O sutil desejo
Carinhos em cascatas
Quebrando...
E se abandonando
E esmaecendo
Nesta alva areia
Nesta sensível praia...
Na brancura
Na doçura
No delírio
Nos anseios desencadeados
Deste corpo inflado
De sonhos libertados
Que se cristalizam
E se concretizam.
E nós, as duas ondas
Simultâneas e frementes
Se elevam
E se misturam
Num elo fogo-amor
De um amor indestrutível!...
E elas se chocam
E se entrechocam
E se misturam...
E se entrechocam
E, novamnete
Frementes
Depois, lentamente,
Na exaustão
Da suprema realização,
Esmaecem
E suavemente
Se espraiam
E se juntam, indefinidamente...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Uruguai campeão!
Dois ícones do futebol mundial Argentina e Brasil, caíram...ficaram pelo caminho. Houve tempo em que eram temidos pelos adversários, muitos deles famosos. Quando quando tinham que enfrentar uma duas seleções , os adversários "tremiam nas bases" , as menos famosas, sentiam-se até honradas pelo enfrentamento. Hoje, isso já não acontece mais. Por que será?
Tenho saudade até da rivalidade entre Argentina de Maradona e Brasil de Pelé. A gente era feliz e não sabia.
Tivemos de "engolir"como dizia Zagallo: a vitória do Uruguai e, como que, de joelhos, vermos o seu capitão levantar a TAÇA!
A dor é muita mas, a decepção é maior!
A Seleção Canarinho já não é tão canarinho assim!...
Tenho saudade até da rivalidade entre Argentina de Maradona e Brasil de Pelé. A gente era feliz e não sabia.
Tivemos de "engolir"como dizia Zagallo: a vitória do Uruguai e, como que, de joelhos, vermos o seu capitão levantar a TAÇA!
A dor é muita mas, a decepção é maior!
A Seleção Canarinho já não é tão canarinho assim!...
OPINIÃO
LER é caminhar, passo a passo no pensamento do leitor autor e penetrar o seu fantástico mundo da imaginação.
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