Que fizeste do amor que te dei?
Aqueceste a tua alma solitária,
Ou com tua mente refratária
Ao puro amor que te dediquei
O abandonaste ao longo do caminho
Nevoento, frio e cheio de solidão,
Por onde tens a esmo, sem carinho,
Carregado vão, o teu coração?
Por que não aceitar sorrindo, em fim,
Do amor que ofereço, os suaves laços?
Acorda deste eu exílio, assim,
E te deixe aquecer em meus braços!
Num forte abraço, sem falsidade,
Dar-te-ei no calor da convivência
E o esplendor da felicidade.
Deixa que o amor te tenha arrancar
Desta tua tristeza sem valor
Desta solidão a te apouquentar
Sorria, deixa-te encher de amor!
E ama, ama sem medo de errar
Sorri, sem medo de estar sorrindo
Aquece a tua alma sem hesitar
E nota
O deslumbramento, as sensações
Que imortaliza o amor verdadeiro
E une para sempre os orações,
Através do tempo, no mundo inteiro!
segunda-feira, 19 de maio de 2014
PEREGRINOS
Sois os peregrinos da paz. Caminhai!
É o amor o vosso lenitivo, Continuai!
Reerguer os caídos, é o vosso ideal.
Gente que constrói gente, afinal.
Imbatíveis soldados do Senhor:
Os pobres, humildes, os carentes de amor!
Caminhai todos vós, vinde! Decididos.
Haverá para todos os escolhidos, acreditai:
A celestial bonança, para os oprimidos
Para o sofredor, o meu consolo de Pai
E para os que souberam amar a Deus
Lhes darei todas as glórias, vereis!
Na Verdade, na Paz, com Ele, reinareis!
(acróstico com o nome do repórter:
SÉRGIO CHAPELIN)
Teotônia - 06/11/81
É o amor o vosso lenitivo, Continuai!
Reerguer os caídos, é o vosso ideal.
Gente que constrói gente, afinal.
Imbatíveis soldados do Senhor:
Os pobres, humildes, os carentes de amor!
Caminhai todos vós, vinde! Decididos.
Haverá para todos os escolhidos, acreditai:
A celestial bonança, para os oprimidos
Para o sofredor, o meu consolo de Pai
E para os que souberam amar a Deus
Lhes darei todas as glórias, vereis!
Na Verdade, na Paz, com Ele, reinareis!
(acróstico com o nome do repórter:
SÉRGIO CHAPELIN)
Teotônia - 06/11/81
domingo, 18 de maio de 2014
É ASSIM QUE TE QUERO
Quero-te, com suavidade
De pétalas de rosas
Amar-te, com naturalidade
De fontes ruidosas...
Vejo-te, com ternura
De brisa refrescante
Desejo-te, com loucura
de bebida inebriante!
Toques, carícias, sussurros...
Que não se consegue reprimir.
Pensamentos e anseios
Que não se consegue impedir.
Sussurros, carinhos...
Toques...ternura...
Ensejos...
Alma, corpos, loucura!
E são lampejos clarões,
É a luz que se faz!
São abraços, pulsações,
Emoções que o amor nos traz!
27/02/84
De pétalas de rosas
Amar-te, com naturalidade
De fontes ruidosas...
Vejo-te, com ternura
De brisa refrescante
Desejo-te, com loucura
de bebida inebriante!
Toques, carícias, sussurros...
Que não se consegue reprimir.
Pensamentos e anseios
Que não se consegue impedir.
Sussurros, carinhos...
Toques...ternura...
Ensejos...
Alma, corpos, loucura!
E são lampejos clarões,
É a luz que se faz!
São abraços, pulsações,
Emoções que o amor nos traz!
27/02/84
ACONTECEU
Como um pássaro, em manhã de verão
E que tivesse seu rumo perdido...
Teu amor veio pousar, descuidado,
No meu alvorado coração!
Trazias no olhar, a tua alegre juventude
No teu sorriso, a esperança do viver
Na tua graça, o amor em sua plenitude
Fazendo, em mim, o amor renascer.
Chegaste, como um raio de sol ao alvorecer
Enchendo céu de luz e cor! E tudo mudou!
Pus a tristeza de lado, e deixei de sofrer.
Quando chegaste, a felicidade me abraçou!
Teotônia - 12/07/82
E que tivesse seu rumo perdido...
Teu amor veio pousar, descuidado,
No meu alvorado coração!
Trazias no olhar, a tua alegre juventude
No teu sorriso, a esperança do viver
Na tua graça, o amor em sua plenitude
Fazendo, em mim, o amor renascer.
Chegaste, como um raio de sol ao alvorecer
Enchendo céu de luz e cor! E tudo mudou!
Pus a tristeza de lado, e deixei de sofrer.
Quando chegaste, a felicidade me abraçou!
Teotônia - 12/07/82
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