sexta-feira, 5 de maio de 2017
A SENSAÇÃO DE AMAR
A SENSAÇÃO DE AMAR
(fragmentos do mesmo título)
Deixa que o amor te venha arrancar
Desta tua tristeza sem valor
Desta solidão a te apoquentar
E sorri e te deixa encher de amor!
E ama, ama sem medo de errar
Sorri sem medo de estar sorrindo
Aquece tua alma sem hesitar
E sente a grandeza de estar sentindo
O deslumbramento das emoções
Que imortalizam o amor verdadeiro
E une, para sempre, os corações
No correr do tempo, no mundo inteiro!
Poema-By Teotônia
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
NOTIFICAÇÃO
LEMBRETE
Lancei meu primeiro livro: 5 MINUTOS DE AMOR, usando meu primeiro sobrenome que é Teotônia.
Em 1981, já casada, usei meu nome de casada: Erla Lemos Dionízio, quando assinei a Foto Novela de minha autoria: AINDA RESTA UMA ESPERANÇA.
Ao lançar, em 1985 o livro de história infantil O OVO QUEBRADO, de minha autoria, após o meu divórcio, ao voltar à condição de solteira, usei Erla Teotônia Lemos novamente.
Daí que, as três assinaturas definem a mesma pessoa, EU.
Tudo o que posto é de minha autoria, caso não seja, cito sempre o nome do autor, ou coloco entre aspas.
Erla Teotônia Lemos, a autora.
Ituiutaba, 22 de fevereiro de 2017.
Lancei meu primeiro livro: 5 MINUTOS DE AMOR, usando meu primeiro sobrenome que é Teotônia.
Em 1981, já casada, usei meu nome de casada: Erla Lemos Dionízio, quando assinei a Foto Novela de minha autoria: AINDA RESTA UMA ESPERANÇA.
Ao lançar, em 1985 o livro de história infantil O OVO QUEBRADO, de minha autoria, após o meu divórcio, ao voltar à condição de solteira, usei Erla Teotônia Lemos novamente.
Daí que, as três assinaturas definem a mesma pessoa, EU.
Tudo o que posto é de minha autoria, caso não seja, cito sempre o nome do autor, ou coloco entre aspas.
Erla Teotônia Lemos, a autora.
Ituiutaba, 22 de fevereiro de 2017.
OBCESSÃO
OBCESSÃO
(poema)
Não adianta querer me convencer
De que ele não liga pra mim
Nem insistir em me fazer crer
Que, para nós dois, é o fim!
A casa vazia, o quarto, a cama
Tudo vazio, tudo terrivelmente
Silencioso. E o pior para quem ama
É este imenso vazio dentro da gente.
Vejo-o ora na sala, ora sentado
No banho, sempre a cantar
No nosso quarto, ao meu lado,
Sempre terno a me olhar...
Vejo sua silhueta, pela sala a andar
Em silêncio, em silêncio, a ler´
À mesa. sorrindo, a me falar
E contente, despreocupado, a comer.
Se não está, imagino-o a chegar
Sinto seu perfume envolvente
Ouço sua voz irreal, a me falar
E sinto sua presença ausente,
Com seus fortes braços me envolvendo
E assim, nesta constante obcessão
Vou vivendo, ilusoriamente vivendo
Tentando dar vida ao meu coração.
Teotônia
(poema)
Não adianta querer me convencer
De que ele não liga pra mim
Nem insistir em me fazer crer
Que, para nós dois, é o fim!
A casa vazia, o quarto, a cama
Tudo vazio, tudo terrivelmente
Silencioso. E o pior para quem ama
É este imenso vazio dentro da gente.
Vejo-o ora na sala, ora sentado
No banho, sempre a cantar
No nosso quarto, ao meu lado,
Sempre terno a me olhar...
Vejo sua silhueta, pela sala a andar
Em silêncio, em silêncio, a ler´
À mesa. sorrindo, a me falar
E contente, despreocupado, a comer.
Se não está, imagino-o a chegar
Sinto seu perfume envolvente
Ouço sua voz irreal, a me falar
E sinto sua presença ausente,
Com seus fortes braços me envolvendo
E assim, nesta constante obcessão
Vou vivendo, ilusoriamente vivendo
Tentando dar vida ao meu coração.
Teotônia
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
NEM TANTO
NEM TANTO
(poema)
Não é o teres aparecido
No meu caminho, querido
Que nos deixou assim, envolvidos,
Por sentimentos adormecidos?
Não é o querermos juntos estar
Não é o querermos nos tocar
Buscar-nos no segundo fugaz
De nosso olhares o amor fugaz?
Não é o sentirmos, a cada momento
Não é o procurar-nos mutuamente
Nesta comunhão de pensamentos,
Esta gostosa sensação inebriante?
Se, tudo isso, não traduz amor,
Que poderá ser então? Responde!
Dê-me, querido, o teu amoroso calor
E eu, dar-te-ei o amor, que em mim se esconde!
Teotônia
(poema)
Não é o teres aparecido
No meu caminho, querido
Que nos deixou assim, envolvidos,
Por sentimentos adormecidos?
Não é o querermos juntos estar
Não é o querermos nos tocar
Buscar-nos no segundo fugaz
De nosso olhares o amor fugaz?
Não é o sentirmos, a cada momento
Não é o procurar-nos mutuamente
Nesta comunhão de pensamentos,
Esta gostosa sensação inebriante?
Se, tudo isso, não traduz amor,
Que poderá ser então? Responde!
Dê-me, querido, o teu amoroso calor
E eu, dar-te-ei o amor, que em mim se esconde!
Teotônia
Assinar:
Comentários (Atom)