domingo, 6 de setembro de 2015
DEUS E A CIÊNCIA PENSAMENTO E AÇÃO
DEUS E A CIÊNCIA
PENSAMENTO E AÇÃO
Albert Einstein disse:
"O raciocínio lógico pode nos levar de A a B,
a imaginação pode nos levar a qualquer lugar".
Ai, tomamos a pecha de visionários, nesta segunda frase.
Vem Aristóteles afirmando que:
"A pessoa verdadeiramente prudente não diz tudo o que
pensa, mas pensa tudo o que diz".
Albert Einstein aparece novamente nos dizendo que:
"Nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado,
mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado".
Confuso?
Então acrescento o pensamento de São Tomás de Aquino:
"A vontade visa o fim, a decisão porém, visa aquilo que leva ao fim".
Mais confuso ainda?
Outra vez vem Albert Einstein e nos afirma, de maneira esclarecedora que:
"A religião sem a Ciência estaria cega; a Ciência sem a Religião estaria coxa".
Tudo muito claro:
Matéria ambulante: homem
Animação: alma
O que todos estes pensadores religiosos ou não, comungam,
é a FIDELIDADE.
Você tem que ser coerente ao traçar suas metas(ponto A),
trabalhar em cima delas, vencer obstáculos(para se chegar ao ponto B),
ao qual se refere Einstein, e sendo fiel aos seus projetos, estará
comungando com o pensamento de todos eles.
Para terminar, exorto a todos que sejam perseverantes:
Se caírem, levantem-se e continuem tentando. Desistir, nunca!
Reforço este meu pedido, lembrando o pensamento de
Frei Prudente Neri: "Por mais que caiamos na vida, nunca
cairemos mais fundo que nos braços de Deus".
Melhor reconfortante que isto, impossível!
De minha parte, sempre digo: Melhor tentar que nada fazer.
Concluindo:
Baseando-me nas palavras de Einstein digo:
A Ciência não teria como existir sem a Criação,
isto é, DEUS CRIA E A CIÊNCIA apenas EXPLICA.
By Teotônia
domingo, 4 de janeiro de 2015
O AMOR NÃO TEM PÁTRIA
O AMOR NÃO TEM PÁTRIA
(quarta parte)
Era um domingo de 1958.
Marcos chega, para cumprir sua promessa de fazerem um passeio.
Ele vai chegando, trazendo um outro cavalo já selado, conduzido
pelas rédeas. Ele montava um belo cavalo negro. Joyce fica
encantada com o animal e expressa a Marcos, este seu encantamento:
- Noooossa! Um belo animal! Qual é o nome dele, Marcos?
- Tufão. Gostou?
- É lindo!
- É verdade. Estamos juntos há muito tempo e nos entendemos muito
bem. Mas ele tem suas manhas e um animal viril e fogoso!
- Não me deixaria montá-lo, então?...
- Não. Seria perigoso.
- Que pena! E este outro aí? Suponho, será a minha montaria...
- Sim. Torpedo é mais dócil, apesar do nome. - explica, Marcos.
Torpedo era um manga larga, pelagem branca como a neve. Sua
crina e cauda, ao empreender marcha, balançavam-se esvoaçantes,
tocadas pelo vento. Era uma cena linda de se ver! Cavalos têm
força e elegância únicas! Cavalo é um animal fantástico e são dotados
de uma sensibilidade incrível, muito acima da dos humanos!
- Marcos se apressa, e convida:
- Vamos, Joyce? Vou levá-la para conhecer nossa fazenda e minha
família. Que tal?
- Papai foi garimpar, eu estou sozinha...é, será ótimo!
Marcos tenta ajudá-la a montar, mas para surpresa sua, ela montou
sozinha e com razoável destreza. Ajudada pelo traje confortável: calças
compridas, muito apropriadas para a ocasião. Marcos verificou que
pouco pode ajudar Joyce, parecia mesmo, estar habituada a cavalgar,
manejando bem as rédeas. Após uma hora de cavalgada e conversas,
chegam à fazenda Paineiras. Via-se uma "casa grande" de alvenaria,
coberta com telhas "comuns", como eram chamadas naquela região.
Paredes brancas e janelas em madeira de um castanho
"café torrado". Erguida num terreno um pouco inclinado, sendo a
frente térrea os fundos da casa apresentavam-se com dois pavimentos,
ligados ao quintal por uma escada de pedras. Quintal esse, que era um
verdadeiro pomar. Após o último degrau para alcançar o solo, via-se
a tão famosa "bica" com água corrente, e mais adiante podia-se ouvir o
o tum, tum, tum cadenciado, do monjolo socando o café recém secado,
colhido ali mesmo na fazenda. Seguindo o rego d'água, Joyce viu algo que
desconhecia: uma galinha presa, com os pés imersos na água corrente. E
tratou logo de perguntar: Por que a galinha está presa deste jeito, Marcos?
- Ah, é para ela deixar do choco! - respondeu ele, sorrindo ante a ingenuidade
da namorada. E o passeio pelo quintal continuou. Joyce tinha diante dos olhos,
uma paisagem digna de um pintor. Era uma visão única. A voz de Marcos
vem tirá-la de seu devaneio.
- Então, que está achando do lugar?
- Tudo muito bonito!
Logo começa as apresentações. Sr. Mariano, o pai; D. Eudália a mãe;
o irmão Jonas e duas irmãs: Ana e Lenita. Ana já era casada e residia em
Serro Azul, uma pequena cidade próxima. Uma família bonita e laboriosa.
Marcos era o braço direito do pai, em todos os trabalhos que demandavam
sua força e boa vontade.
Após um suculento lanche com pães de queijo, café e leite gordo,
empreenderam o tão esperado passeio a cavalo.
Nb. continuarei nos próximos dias...
(quarta parte)
Era um domingo de 1958.
Marcos chega, para cumprir sua promessa de fazerem um passeio.
Ele vai chegando, trazendo um outro cavalo já selado, conduzido
pelas rédeas. Ele montava um belo cavalo negro. Joyce fica
encantada com o animal e expressa a Marcos, este seu encantamento:
- Noooossa! Um belo animal! Qual é o nome dele, Marcos?
- Tufão. Gostou?
- É lindo!
- É verdade. Estamos juntos há muito tempo e nos entendemos muito
bem. Mas ele tem suas manhas e um animal viril e fogoso!
- Não me deixaria montá-lo, então?...
- Não. Seria perigoso.
- Que pena! E este outro aí? Suponho, será a minha montaria...
- Sim. Torpedo é mais dócil, apesar do nome. - explica, Marcos.
Torpedo era um manga larga, pelagem branca como a neve. Sua
crina e cauda, ao empreender marcha, balançavam-se esvoaçantes,
tocadas pelo vento. Era uma cena linda de se ver! Cavalos têm
força e elegância únicas! Cavalo é um animal fantástico e são dotados
de uma sensibilidade incrível, muito acima da dos humanos!
- Marcos se apressa, e convida:
- Vamos, Joyce? Vou levá-la para conhecer nossa fazenda e minha
família. Que tal?
- Papai foi garimpar, eu estou sozinha...é, será ótimo!
Marcos tenta ajudá-la a montar, mas para surpresa sua, ela montou
sozinha e com razoável destreza. Ajudada pelo traje confortável: calças
compridas, muito apropriadas para a ocasião. Marcos verificou que
pouco pode ajudar Joyce, parecia mesmo, estar habituada a cavalgar,
manejando bem as rédeas. Após uma hora de cavalgada e conversas,
chegam à fazenda Paineiras. Via-se uma "casa grande" de alvenaria,
coberta com telhas "comuns", como eram chamadas naquela região.
Paredes brancas e janelas em madeira de um castanho
"café torrado". Erguida num terreno um pouco inclinado, sendo a
frente térrea os fundos da casa apresentavam-se com dois pavimentos,
ligados ao quintal por uma escada de pedras. Quintal esse, que era um
verdadeiro pomar. Após o último degrau para alcançar o solo, via-se
a tão famosa "bica" com água corrente, e mais adiante podia-se ouvir o
o tum, tum, tum cadenciado, do monjolo socando o café recém secado,
colhido ali mesmo na fazenda. Seguindo o rego d'água, Joyce viu algo que
desconhecia: uma galinha presa, com os pés imersos na água corrente. E
tratou logo de perguntar: Por que a galinha está presa deste jeito, Marcos?
- Ah, é para ela deixar do choco! - respondeu ele, sorrindo ante a ingenuidade
da namorada. E o passeio pelo quintal continuou. Joyce tinha diante dos olhos,
uma paisagem digna de um pintor. Era uma visão única. A voz de Marcos
vem tirá-la de seu devaneio.
- Então, que está achando do lugar?
- Tudo muito bonito!
Logo começa as apresentações. Sr. Mariano, o pai; D. Eudália a mãe;
o irmão Jonas e duas irmãs: Ana e Lenita. Ana já era casada e residia em
Serro Azul, uma pequena cidade próxima. Uma família bonita e laboriosa.
Marcos era o braço direito do pai, em todos os trabalhos que demandavam
sua força e boa vontade.
Após um suculento lanche com pães de queijo, café e leite gordo,
empreenderam o tão esperado passeio a cavalo.
Nb. continuarei nos próximos dias...
Assinar:
Comentários (Atom)