segunda-feira, 26 de setembro de 2011

RESSURGEM AS FLORES...

               CHEGA A PIMAVERA

O sol volta a brilhar. Seus raios invadem a noite, rompendo a última e alvacenta madrugada invernal. Raios de luz desferidos pelo astro rei, brincando de "tiro ao alvo", acertando reluzentes gotas de orvalho, dispersa-as, como num passe de mágica, nos milharesa de mini- arco- íris.
Ressurge a primavera, desfazendo a melancólica frieza do inverno, que vai ficando para trás. Inverno, quadro de pálidas cores...que a primavera faz questão de pintar com seus vivos tons, mais em concenso com a nossa alegria e ânsia de viver.
Eis que chega a primavera! Em cada canto brota uma planta, desabrocha uma flor!...Flor, promessa de vida. Tudo são cores! E a terra se transforma, derrepente, num imenso jardim. Um deleite para os nossos olhos.
Chega a primavera. Com ela, o alarido dos pássaros, o suave aroma das flores, que paira no ar. Flor, beleza que precede à vida; criação de novas vidas: as sementes. E tudo renasce, é o milagre da vida se faz.
Fiquemos pois, mais alegres, quando tudo é mais bonito!
Primavera 2011, seja bem vinda, wellcome to my world!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

NÃO FOI ASSIM...

                NÃO FOI ASSIM...
         ( poema extraido do meu livro : O AMOR EM ONDAS E CASCATAS )

Não foi assim
Que sonhei amar...
Não foi assim
Que desejei acordar
Deste meu sonho fugaz...
Que fosse tanta paz
Assim, acabar!
Não posso entender
Como tudo foi acontecer,
Que fosse tanto carinho
Tão logo terminar,
Que fosse nosso caminho
Tão cedo se separar.
Mas foi assim
Que nosso amor
Chegou ao fim...
Quanta dor
Há em mim!
Eu bem quisera
Ser tudo quimera
P'ra não ter
Que sofrer
Outra vez
Pensando em você!.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

QUE IMPORTA?

                 QUE IMPORTA?
                    (poema romântico do meu livro : AMOR MAIOR)

Meu pensamento esvoaça, louco, pelo espaço!
Cavalgando as douras asas dos anseios meus...
Em frenética procura dos teus fortes braços
E, na ansiosa busca dos doces beijos teus.

Mas, não me foi o caminho, a amplidão...
Não me foi o vento, a minha direção...
Nem o aparecimento do horizonte repentino...
Foste tu, apenas tu, o meu procurado destino.

Se, hoje, tenho nos teus braços, o meu ninho...
Se, agora, em teus beijos, encontro a minha fonte...
Se, no teu terno olhar, divisei o meu destino
E, encontro no teu amor, o meu horizonte,

Que me importa, de ontem, o meu sofrimento:
Que me importa, de antigamente, a solidão?
Só a mim me importa, hoje, nesse momento,
A imensa felicidade que trago no coração!