(terceira parte)
E Joyce aceita. Entre eles começa a se delinear um sentimento puro e forte, construído
sobre a verdade do real, do cotidiano de duas vidas, numa fazenda. Dentro de mais
trinta dias, Joyce deveria ir embora e isso estava preocupando Marcos. Então ele se revela:
- Estou pensando, Joyce, falta pouco pra você ir embora e...
- Está com medo, Marcos? - indaga a moça, condolente.
-Estou. Sabe, eu sou um sujeito muito franco e tudo o que me acontece é verdadeiro.
Não há como ser de outro jeito...
- Compreendo o que quer dizer, Marcos, porém não vejo o motivo de sua preocupação...
- Nem poderia ver, se quisesse, Joyce. Tá aqui, bem dentro do meu peito. É o coração que me dói! - disse, Marcos, batendo a mão direita, no peito à altura do coração. Percebia-se angústia nos seu olhar.
- Está apreensivo? - pergunta a jovem, erguendo-lhe o rosto, com as pontas dos dedos no queixo de Marcos.
- É, você vai pra longe, sei lá! A gente ficou tão pouco tempo juntos... Você poderá me esquecer! - confessa o jovem.
- Marcos, fique sossegado! - contemporiza Joyce e continua na tentativa de tranquilizá-lo: Você me impressionou muito, sabe? É algo novo, profundo, o que estou sentindo. Um sentimento misterioso,
forte e verdadeiro, que pode durar a vida toda!
- A vida toda, você disse? - apressou ele, segurando-lhe ambas as mãos sobre o seu próprio coração.
E olhando-a nos olhos, com aqueles seus lindos olhos verdes, de um verde profundo como os mistérios do mar, diz:
- Creio que sim, Marcos. Gostei deveras de você. Você se tornou importante para mim. É como, se de repente, eu não conseguisse mais viver sem sua presença, sem estar ao seu lado, ouvi-lo e vê-lo,
tornou-se uma necessidade, você me compreende?
- Compreendo. É o mesmo que estou sentindo. É saudade, antes mesmo de você partir...- afirma o jovem, mais tranquilo agora.
- Eu também. - Anui, Joyce, alegremente.
- Então, amanhã, a gente poderia dar um passeio, que acha, Joyce?
Postarei o final, nos próximos dias. Aguardem, por favor.
domingo, 14 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
O AMOR NÃO TEM PÁTRIA
Joyce era uma jovem de origem modesta. Contudo, estudava e vivia de modo razoável.
Estudava com afinco, abdicando-se dos lazeres ansiados pelos jovens.muito, uma vez que seu maior sonho era estudar Medicina, para ser uma pesquisadora do "monstro de sete cabeças", que era o câncer na época. De estatura média, tinha aparência agradável e gestos delicados. Tez clara, cabelos negros que lhe tocavam os ombros. Em família eram seis: Dois irmãos, os pais e ela. Levavam uma vida harmoniosa, apesar do rigor com que fora criada. Joyce procurava ser obediente, preocupando-se com a tranquilidade de seus pais. Nunca lhes causara nenhum problema.
Seu pai era dentista e dos bons! Era requisitado de longe, para atender aos fazendeiros abastados e seus agregados. Seu gabinete portátil lhe garantia o maior sucesso!
Então, numa de suas férias, Joyce resolve acompanhar seu pai. Respiraria ar puro e o ajudaria, assim como uma espécie de secretaria e auxiliar de instrumentos.
Assim, chegam a uma fazenda chamada Lagoinha, no oeste de Minas Gerais. Lugar realmente bonito. Havia muito verde, serras ao redor, riachos e animais. Ela sentia verdadeiro prazer em olhar tudo aquilo de uma só "MIRADA", como diziam os espanhóis. Seu maior prazer era estar próxima e tocar os filhotinhos recém nascidos: Patinhos, pintinhos, leitõezinhos, bezerrinhos. Eram lindos!
Estava muito contente. O pai trabalhava bastante. Havia muito serviço e ficariam por lá uns dois meses,
para terminarem todo o serviço dentário e de próteses..
Joyce aproveitaria suas horas de folga para exercitar um de seus esportes prediletos: Arco e flecha. Aprendera a gostar quando estudante de História Geral Antiga, que ilustrava Ulisses com seu arco, símbolo de força. Seu pai então, fez-lhe um arco, quase tão grande quanto o de Ulisses. Somente o pai, conseguia armá-lo! Treinava bastante e já conseguia ter uma mira relativamente segura.
Passa-se o tempo. Quinze dias, sem muitas novidades, além do trabalho.
Um belo dia, ao entardecer, ali pelas dezoito horas mais ou menos, ao olhar para o horizonte, Joyce delineia
ao longe, descendo a encosta da serra, a figura de um cavaleiro. Ficou a observar. Naquele mundo ermo e distante, tudo lhe chamava a atenção, principalmente os modos e costumes do lugar. Lugar de gente simples verdadeira e gentil.
Joyce conjecturava: Será mais um cliente? E tentava ver melhor quem montava.
Já a meio da descida, Joyce percebe um ponto luminoso no ar. Que luz será aquela? Um pirilampo? Não, está muito vermelho, não pode ser... Um cigarro, aceso talvez... Será velho ou jovem? O cavalo é forte e imponente!... O cavaleiro vai se aproximando... Após uns minutinhos sumido no meio dos arbustos que margeavam o córrego, por onde o cavaleiro deveria passar.
Que quadro! exclamou Joyce, flechada por aquela inusitada visão.
Aguardem a sequencia desta história nos próximos dias...
Estudava com afinco, abdicando-se dos lazeres ansiados pelos jovens.muito, uma vez que seu maior sonho era estudar Medicina, para ser uma pesquisadora do "monstro de sete cabeças", que era o câncer na época. De estatura média, tinha aparência agradável e gestos delicados. Tez clara, cabelos negros que lhe tocavam os ombros. Em família eram seis: Dois irmãos, os pais e ela. Levavam uma vida harmoniosa, apesar do rigor com que fora criada. Joyce procurava ser obediente, preocupando-se com a tranquilidade de seus pais. Nunca lhes causara nenhum problema.
Seu pai era dentista e dos bons! Era requisitado de longe, para atender aos fazendeiros abastados e seus agregados. Seu gabinete portátil lhe garantia o maior sucesso!
Então, numa de suas férias, Joyce resolve acompanhar seu pai. Respiraria ar puro e o ajudaria, assim como uma espécie de secretaria e auxiliar de instrumentos.
Assim, chegam a uma fazenda chamada Lagoinha, no oeste de Minas Gerais. Lugar realmente bonito. Havia muito verde, serras ao redor, riachos e animais. Ela sentia verdadeiro prazer em olhar tudo aquilo de uma só "MIRADA", como diziam os espanhóis. Seu maior prazer era estar próxima e tocar os filhotinhos recém nascidos: Patinhos, pintinhos, leitõezinhos, bezerrinhos. Eram lindos!
Estava muito contente. O pai trabalhava bastante. Havia muito serviço e ficariam por lá uns dois meses,
para terminarem todo o serviço dentário e de próteses..
Joyce aproveitaria suas horas de folga para exercitar um de seus esportes prediletos: Arco e flecha. Aprendera a gostar quando estudante de História Geral Antiga, que ilustrava Ulisses com seu arco, símbolo de força. Seu pai então, fez-lhe um arco, quase tão grande quanto o de Ulisses. Somente o pai, conseguia armá-lo! Treinava bastante e já conseguia ter uma mira relativamente segura.
Passa-se o tempo. Quinze dias, sem muitas novidades, além do trabalho.
Um belo dia, ao entardecer, ali pelas dezoito horas mais ou menos, ao olhar para o horizonte, Joyce delineia
ao longe, descendo a encosta da serra, a figura de um cavaleiro. Ficou a observar. Naquele mundo ermo e distante, tudo lhe chamava a atenção, principalmente os modos e costumes do lugar. Lugar de gente simples verdadeira e gentil.
Joyce conjecturava: Será mais um cliente? E tentava ver melhor quem montava.
Já a meio da descida, Joyce percebe um ponto luminoso no ar. Que luz será aquela? Um pirilampo? Não, está muito vermelho, não pode ser... Um cigarro, aceso talvez... Será velho ou jovem? O cavalo é forte e imponente!... O cavaleiro vai se aproximando... Após uns minutinhos sumido no meio dos arbustos que margeavam o córrego, por onde o cavaleiro deveria passar.
Que quadro! exclamou Joyce, flechada por aquela inusitada visão.
Aguardem a sequencia desta história nos próximos dias...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
CONTO ROMÂNTICO
O AMOR NÃO TEM PÁTRIA
(início)
Joyce era uma jovem de origem modesta. Contudo, estudava e vivia de modo razoável.
Estudava com afinco, abdicando-se dos lazeres ansiados pelos jovens.muito, uma vez que seu maior sonho era estudar Medicina, para ser uma pesquisadora do "monstro de sete cabeças", que era o câncer na época. De estatura média, tinha aparência agradável e gestos delicados. Tez clara, cabelos negros que lhe tocavam os ombros. Em família eram seis: Dois irmãos, os pais e ela. Levavam uma vida harmoniosa, apesar do rigor com que fora criada. Joyce procurava ser obediente, preocupando-se com a tranquilidade de seus pais. Nunca lhes causara nenhum problema.
Seu pai era dentista e dos bons! Era requisitado de longe, para atender aos fazendeiros abastados e seus agregados. Seu gabinete portátil lhe garantia o maior sucesso!
Então, numa de suas férias, Joyce resolve acompanhar seu pai. Respiraria ar puro e o ajudaria, assim como uma espécie de secretaria e auxiliar de instrumentos.
Assim, chegam a uma fazenda chamada Lagoinha, no oeste de Minas Gerais. Lugar realmente bonito. Havia muito verde, serras ao redor, riachos e animais. Ela sentia verdadeiro prazer em olhar tudo aquilo de uma só "MIRADA", como diziam os espanhóis. Seu maior prazer era estar próxima e tocar os filhotinhos recém nascidos: Patinhos, pintinhos, leitõezinhos, bezerrinhos. Eram lindos!
Estava muito contente. O pai trabalhava bastante. Havia muito serviço e ficariam por lá uns dois meses,
para terminarem todo o serviço dentário e de próteses..
Joyce aproveitaria suas horas de folga para exercitar um de seus esportes prediletos: Arco e flecha. Aprendera a gostar quando estudante de História Geral Antiga, que ilustrava Ulisses com seu arco, símbolo de força. Seu pai então, fez-lhe um arco, quase tão grande quanto o de Ulisses. Somente o pai, conseguia armá-lo! Treinava bastante e já conseguia ter uma mira relativamente segura.
Passa-se o tempo. Quinze dias, sem muitas novidades, além do trabalho.
Um belo dia, ao entardecer, ali pelas dezoito horas mais ou menos, ao olhar para o horizonte, Joyce delineia
ao longe, descendo a encosta da serra, a figura de um cavaleiro. Ficou a observar. Naquele mundo ermo e distante, tudo lhe chamava a atenção, principalmente os modos e costumes do lugar. Lugar de gente simples verdadeira e gentil.
Joyce conjecturava: Será mais um cliente? E tentava ver melhor quem montava.
Já a meio da descida, Joyce percebe um ponto luminoso no ar. Que luz será aquela? Um pirilampo? Não, está muito vermelho, não pode ser... Um cigarro, acesso talvez... Será velho ou jovem? O cavalo é forte e imponente!... O cavaleiro vai se aproximando... Após uns minutinhos sumido no meio dos arbustos que margeavam o córrego, por onde o cavaleiro deveria passar.
Que quadro! exclamou Joyce, flechada por aquela inusitada visão.
Aguardem a sequencia desta história nos próximos dias...
(início)
Joyce era uma jovem de origem modesta. Contudo, estudava e vivia de modo razoável.
Estudava com afinco, abdicando-se dos lazeres ansiados pelos jovens.muito, uma vez que seu maior sonho era estudar Medicina, para ser uma pesquisadora do "monstro de sete cabeças", que era o câncer na época. De estatura média, tinha aparência agradável e gestos delicados. Tez clara, cabelos negros que lhe tocavam os ombros. Em família eram seis: Dois irmãos, os pais e ela. Levavam uma vida harmoniosa, apesar do rigor com que fora criada. Joyce procurava ser obediente, preocupando-se com a tranquilidade de seus pais. Nunca lhes causara nenhum problema.
Seu pai era dentista e dos bons! Era requisitado de longe, para atender aos fazendeiros abastados e seus agregados. Seu gabinete portátil lhe garantia o maior sucesso!
Então, numa de suas férias, Joyce resolve acompanhar seu pai. Respiraria ar puro e o ajudaria, assim como uma espécie de secretaria e auxiliar de instrumentos.
Assim, chegam a uma fazenda chamada Lagoinha, no oeste de Minas Gerais. Lugar realmente bonito. Havia muito verde, serras ao redor, riachos e animais. Ela sentia verdadeiro prazer em olhar tudo aquilo de uma só "MIRADA", como diziam os espanhóis. Seu maior prazer era estar próxima e tocar os filhotinhos recém nascidos: Patinhos, pintinhos, leitõezinhos, bezerrinhos. Eram lindos!
Estava muito contente. O pai trabalhava bastante. Havia muito serviço e ficariam por lá uns dois meses,
para terminarem todo o serviço dentário e de próteses..
Joyce aproveitaria suas horas de folga para exercitar um de seus esportes prediletos: Arco e flecha. Aprendera a gostar quando estudante de História Geral Antiga, que ilustrava Ulisses com seu arco, símbolo de força. Seu pai então, fez-lhe um arco, quase tão grande quanto o de Ulisses. Somente o pai, conseguia armá-lo! Treinava bastante e já conseguia ter uma mira relativamente segura.
Passa-se o tempo. Quinze dias, sem muitas novidades, além do trabalho.
Um belo dia, ao entardecer, ali pelas dezoito horas mais ou menos, ao olhar para o horizonte, Joyce delineia
ao longe, descendo a encosta da serra, a figura de um cavaleiro. Ficou a observar. Naquele mundo ermo e distante, tudo lhe chamava a atenção, principalmente os modos e costumes do lugar. Lugar de gente simples verdadeira e gentil.
Joyce conjecturava: Será mais um cliente? E tentava ver melhor quem montava.
Já a meio da descida, Joyce percebe um ponto luminoso no ar. Que luz será aquela? Um pirilampo? Não, está muito vermelho, não pode ser... Um cigarro, acesso talvez... Será velho ou jovem? O cavalo é forte e imponente!... O cavaleiro vai se aproximando... Após uns minutinhos sumido no meio dos arbustos que margeavam o córrego, por onde o cavaleiro deveria passar.
Que quadro! exclamou Joyce, flechada por aquela inusitada visão.
Aguardem a sequencia desta história nos próximos dias...
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
O AMOR MUDA TUDO
E que tivesse seu rumo perdido
Como um pássaro, numa manhã de verão
Teu amor veio pousar, descuidado,
No meu alvoroçado coração.
Trazias no olhar tua alegre juventude
No teu sorriso, a esperança do viver
Fazendo assim, em mim, o amor renascer
Na tua graça, o amor em sua plenitude!
Chegaste como um raio de sol, ao alvorecer,
Enchendo-o de luz e cor. E tudo mudou!
Quando chegaste, a felicidade me abraçou,
Pus a tristeza de lado e deixei de sofrer!
1982
Como um pássaro, numa manhã de verão
Teu amor veio pousar, descuidado,
No meu alvoroçado coração.
Trazias no olhar tua alegre juventude
No teu sorriso, a esperança do viver
Fazendo assim, em mim, o amor renascer
Na tua graça, o amor em sua plenitude!
Chegaste como um raio de sol, ao alvorecer,
Enchendo-o de luz e cor. E tudo mudou!
Quando chegaste, a felicidade me abraçou,
Pus a tristeza de lado e deixei de sofrer!
1982
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
COMENTÁRIO
MEU MUNDO SONORO
(subtítulo)
O mundo sem a música estaria, para mim, como está para o surdo,
o silêncio absoluto.
É incrível,como sete notinhas musicais, possam dar origem a milhares
de arranjos, na formação das mais belas partituras melódicas!
Em tudo, ela está: Na voz dos pássaros, na nossa própria voz.
Pode ser "arrancada" inteligentemente, dos instrumentos musicais,
para o deleite dos nossos ouvidos e enlevo dos nossos corações.
É uma linguagem universal.
Podemos não entender uma letra em Inglês, Francês ou Alemão,
contudo podemos entender perfeitamente a parte musical-linha melódica-
identificando-a ou não, com o nosso ego. Toda música constitui em si, uma
mensagem sonora: Está sempre a nos dizer algo, a nos falar de alguém,
em algum tempo, em algum lugar. A música, ou a voz, que não nos transmitir
tais mensagens, não poderá ser chamadas de MÚSICA.
Melodias e vozes que não levam em si HARMONIA(dissonantes portanto)
entre os sons da escala melódica e os da voz que canta, não surtirão, aos
ouvidos que os ouvem, nem ao receptor e intérprete-o cérebro-as
impressões musicais, a que foram propostas. Ela, a música em questão,
morrerá tão logo toque o nosso sentido auditivo: o ouvido.
Não agradando ao cérebro, não despertará o prazer. Não despertando
o prazer, não comungará com a psiquê de quem a ouve.
Em si, a música não necessitaria de voz para expressá-la. Leva na sua essência,
a própria mensagem.
Mesmo em se tratando de mensagem agressiva, o autor consegue comunicar seu
pensamento, empregando notas da escala musical, que não se harmonizem.
Daí, as vozes dissonantes(desafinar), existirem a partir de uma falha técnica do cantor,
muitas vezes, embora possuidor de uma bela voz, não emprega a Arte de modula-la,
de aferi-la, de harmonizá-la com a melodia da partitura.
Aí, não há quem aguente ouvi-la! Soará como os sons de de metais se chocando!
Pode acontecer com pessoas que não Têm DOM para cantar.
(subtítulo)
O mundo sem a música estaria, para mim, como está para o surdo,
o silêncio absoluto.
É incrível,como sete notinhas musicais, possam dar origem a milhares
de arranjos, na formação das mais belas partituras melódicas!
Em tudo, ela está: Na voz dos pássaros, na nossa própria voz.
Pode ser "arrancada" inteligentemente, dos instrumentos musicais,
para o deleite dos nossos ouvidos e enlevo dos nossos corações.
É uma linguagem universal.
Podemos não entender uma letra em Inglês, Francês ou Alemão,
contudo podemos entender perfeitamente a parte musical-linha melódica-
identificando-a ou não, com o nosso ego. Toda música constitui em si, uma
mensagem sonora: Está sempre a nos dizer algo, a nos falar de alguém,
em algum tempo, em algum lugar. A música, ou a voz, que não nos transmitir
tais mensagens, não poderá ser chamadas de MÚSICA.
Melodias e vozes que não levam em si HARMONIA(dissonantes portanto)
entre os sons da escala melódica e os da voz que canta, não surtirão, aos
ouvidos que os ouvem, nem ao receptor e intérprete-o cérebro-as
impressões musicais, a que foram propostas. Ela, a música em questão,
morrerá tão logo toque o nosso sentido auditivo: o ouvido.
Não agradando ao cérebro, não despertará o prazer. Não despertando
o prazer, não comungará com a psiquê de quem a ouve.
Em si, a música não necessitaria de voz para expressá-la. Leva na sua essência,
a própria mensagem.
Mesmo em se tratando de mensagem agressiva, o autor consegue comunicar seu
pensamento, empregando notas da escala musical, que não se harmonizem.
Daí, as vozes dissonantes(desafinar), existirem a partir de uma falha técnica do cantor,
muitas vezes, embora possuidor de uma bela voz, não emprega a Arte de modula-la,
de aferi-la, de harmonizá-la com a melodia da partitura.
Aí, não há quem aguente ouvi-la! Soará como os sons de de metais se chocando!
Pode acontecer com pessoas que não Têm DOM para cantar.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
BRILHO
(um octassílabo)
Ante o teu brilho que me ofusca
Ao mesmo tempo que me acalma
Inclina-se, em peregrina busca
Da luz, embevecida, minh'alma!
Teotônia - 16/03/1982
CÉU DE ESTRELAS
Ao coração não se ordena
No amor, não se condena
De sonhos, constrói-se castelos
Recorda-se o amor, em doces anelos...
É a ilusão, nosso céu cheio de estrelas!
Teotônia - 20/08/1982
Ante o teu brilho que me ofusca
Ao mesmo tempo que me acalma
Inclina-se, em peregrina busca
Da luz, embevecida, minh'alma!
Teotônia - 16/03/1982
CÉU DE ESTRELAS
Ao coração não se ordena
No amor, não se condena
De sonhos, constrói-se castelos
Recorda-se o amor, em doces anelos...
É a ilusão, nosso céu cheio de estrelas!
Teotônia - 20/08/1982
JOGO DE LUZ
(acróstico)
Jogo fantástico de luz!
O sonho despontando...
Sentidos despertando...
É o desejo que seduz.
Dois corpos que se abraçam...
Indizíveis momentos,
No calar da noite se dispersam,
Inda que só em pensamento...
Zeus, por que criastes o amor!
Dois corações
O silêncio interior
Santuário das emoções!
São os ocultos pensamentos...
A magia de um momento
Na penumbra envolvente...
Tons d'uma melodia inesquecível
O contentamento indefinível,
Sondando a alma da gente!
Teotônia - 1982
Jogo fantástico de luz!
O sonho despontando...
Sentidos despertando...
É o desejo que seduz.
Dois corpos que se abraçam...
Indizíveis momentos,
No calar da noite se dispersam,
Inda que só em pensamento...
Zeus, por que criastes o amor!
Dois corações
O silêncio interior
Santuário das emoções!
São os ocultos pensamentos...
A magia de um momento
Na penumbra envolvente...
Tons d'uma melodia inesquecível
O contentamento indefinível,
Sondando a alma da gente!
Teotônia - 1982
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
BALADA DA RECORDAÇÃO
(autora: Erla Teotônia Lemos)
Entra no cabaré lotado,
Um idoso alquebrado,
Olho sonhadores
Sorriso nos lábios
Lembranças no coração.
O setentão sonha acordado,
Voando nas asas da ilusão,
Vai em direção ao passado...
Vai buscando, laborioso
Na mente, ansioso
Nos braços de mulher
Seus anelos d'um "afer"
Perdidos
Esquecidos
Nas malhas da mente
Inglórios momentos,
Nas brumas do pensamento
De um jovem boêmio,
Pela paixão seduzido
Por um breve momento
Poder vivenciar
As delícias de amores perdidos...
Relembra instantes
De paixão descabida
Na ânsia angustiante
De todas as mulheres, provar
O doce sabor do amor!
Tantas mulheres
Tantos amores...
Desejar então
Não consegue mais!
No jogo do amor
Tudo ele viveu
O que não viveu
Se perdeu!
É o cansaço do corpo
É a tristeza na alma
É a saudade batendo forte,
Acordando angústias
Desencadeando emoção
Naquele velho coração!
Agora, outros amantes
Seguem suas pegadas...
Outra mulheres
Outros amantes
Revelados, no seu triste olhar
No sorriso que morre
Na lágrima que escorre...
É o cerrar das cortinas
Para este lutador
Incansável, pelo amor
Pelo amor de u'a mulher!
Entra no cabaré lotado,
Um idoso alquebrado,
Olho sonhadores
Sorriso nos lábios
Lembranças no coração.
O setentão sonha acordado,
Voando nas asas da ilusão,
Vai em direção ao passado...
Vai buscando, laborioso
Na mente, ansioso
Nos braços de mulher
Seus anelos d'um "afer"
Perdidos
Esquecidos
Nas malhas da mente
Inglórios momentos,
Nas brumas do pensamento
De um jovem boêmio,
Pela paixão seduzido
Por um breve momento
Poder vivenciar
As delícias de amores perdidos...
Relembra instantes
De paixão descabida
Na ânsia angustiante
De todas as mulheres, provar
O doce sabor do amor!
Tantas mulheres
Tantos amores...
Desejar então
Não consegue mais!
No jogo do amor
Tudo ele viveu
O que não viveu
Se perdeu!
É o cansaço do corpo
É a tristeza na alma
É a saudade batendo forte,
Acordando angústias
Desencadeando emoção
Naquele velho coração!
Agora, outros amantes
Seguem suas pegadas...
Outra mulheres
Outros amantes
Revelados, no seu triste olhar
No sorriso que morre
Na lágrima que escorre...
É o cerrar das cortinas
Para este lutador
Incansável, pelo amor
Pelo amor de u'a mulher!
segunda-feira, 19 de maio de 2014
A SENSAÇÃO DE AMAR
Que fizeste do amor que te dei?
Aqueceste a tua alma solitária,
Ou com tua mente refratária
Ao puro amor que te dediquei
O abandonaste ao longo do caminho
Nevoento, frio e cheio de solidão,
Por onde tens a esmo, sem carinho,
Carregado vão, o teu coração?
Por que não aceitar sorrindo, em fim,
Do amor que ofereço, os suaves laços?
Acorda deste eu exílio, assim,
E te deixe aquecer em meus braços!
Num forte abraço, sem falsidade,
Dar-te-ei no calor da convivência
E o esplendor da felicidade.
Deixa que o amor te tenha arrancar
Desta tua tristeza sem valor
Desta solidão a te apouquentar
Sorria, deixa-te encher de amor!
E ama, ama sem medo de errar
Sorri, sem medo de estar sorrindo
Aquece a tua alma sem hesitar
E nota
O deslumbramento, as sensações
Que imortaliza o amor verdadeiro
E une para sempre os orações,
Através do tempo, no mundo inteiro!
Aqueceste a tua alma solitária,
Ou com tua mente refratária
Ao puro amor que te dediquei
O abandonaste ao longo do caminho
Nevoento, frio e cheio de solidão,
Por onde tens a esmo, sem carinho,
Carregado vão, o teu coração?
Por que não aceitar sorrindo, em fim,
Do amor que ofereço, os suaves laços?
Acorda deste eu exílio, assim,
E te deixe aquecer em meus braços!
Num forte abraço, sem falsidade,
Dar-te-ei no calor da convivência
E o esplendor da felicidade.
Deixa que o amor te tenha arrancar
Desta tua tristeza sem valor
Desta solidão a te apouquentar
Sorria, deixa-te encher de amor!
E ama, ama sem medo de errar
Sorri, sem medo de estar sorrindo
Aquece a tua alma sem hesitar
E nota
O deslumbramento, as sensações
Que imortaliza o amor verdadeiro
E une para sempre os orações,
Através do tempo, no mundo inteiro!
PEREGRINOS
Sois os peregrinos da paz. Caminhai!
É o amor o vosso lenitivo, Continuai!
Reerguer os caídos, é o vosso ideal.
Gente que constrói gente, afinal.
Imbatíveis soldados do Senhor:
Os pobres, humildes, os carentes de amor!
Caminhai todos vós, vinde! Decididos.
Haverá para todos os escolhidos, acreditai:
A celestial bonança, para os oprimidos
Para o sofredor, o meu consolo de Pai
E para os que souberam amar a Deus
Lhes darei todas as glórias, vereis!
Na Verdade, na Paz, com Ele, reinareis!
(acróstico com o nome do repórter:
SÉRGIO CHAPELIN)
Teotônia - 06/11/81
É o amor o vosso lenitivo, Continuai!
Reerguer os caídos, é o vosso ideal.
Gente que constrói gente, afinal.
Imbatíveis soldados do Senhor:
Os pobres, humildes, os carentes de amor!
Caminhai todos vós, vinde! Decididos.
Haverá para todos os escolhidos, acreditai:
A celestial bonança, para os oprimidos
Para o sofredor, o meu consolo de Pai
E para os que souberam amar a Deus
Lhes darei todas as glórias, vereis!
Na Verdade, na Paz, com Ele, reinareis!
(acróstico com o nome do repórter:
SÉRGIO CHAPELIN)
Teotônia - 06/11/81
domingo, 18 de maio de 2014
É ASSIM QUE TE QUERO
Quero-te, com suavidade
De pétalas de rosas
Amar-te, com naturalidade
De fontes ruidosas...
Vejo-te, com ternura
De brisa refrescante
Desejo-te, com loucura
de bebida inebriante!
Toques, carícias, sussurros...
Que não se consegue reprimir.
Pensamentos e anseios
Que não se consegue impedir.
Sussurros, carinhos...
Toques...ternura...
Ensejos...
Alma, corpos, loucura!
E são lampejos clarões,
É a luz que se faz!
São abraços, pulsações,
Emoções que o amor nos traz!
27/02/84
De pétalas de rosas
Amar-te, com naturalidade
De fontes ruidosas...
Vejo-te, com ternura
De brisa refrescante
Desejo-te, com loucura
de bebida inebriante!
Toques, carícias, sussurros...
Que não se consegue reprimir.
Pensamentos e anseios
Que não se consegue impedir.
Sussurros, carinhos...
Toques...ternura...
Ensejos...
Alma, corpos, loucura!
E são lampejos clarões,
É a luz que se faz!
São abraços, pulsações,
Emoções que o amor nos traz!
27/02/84
ACONTECEU
Como um pássaro, em manhã de verão
E que tivesse seu rumo perdido...
Teu amor veio pousar, descuidado,
No meu alvorado coração!
Trazias no olhar, a tua alegre juventude
No teu sorriso, a esperança do viver
Na tua graça, o amor em sua plenitude
Fazendo, em mim, o amor renascer.
Chegaste, como um raio de sol ao alvorecer
Enchendo céu de luz e cor! E tudo mudou!
Pus a tristeza de lado, e deixei de sofrer.
Quando chegaste, a felicidade me abraçou!
Teotônia - 12/07/82
E que tivesse seu rumo perdido...
Teu amor veio pousar, descuidado,
No meu alvorado coração!
Trazias no olhar, a tua alegre juventude
No teu sorriso, a esperança do viver
Na tua graça, o amor em sua plenitude
Fazendo, em mim, o amor renascer.
Chegaste, como um raio de sol ao alvorecer
Enchendo céu de luz e cor! E tudo mudou!
Pus a tristeza de lado, e deixei de sofrer.
Quando chegaste, a felicidade me abraçou!
Teotônia - 12/07/82
sexta-feira, 14 de março de 2014
AS CARAS DO PODER
Poder absoluto dos faraós
Poder dos Imperadores na Idade Média
Poder dos Reis
Poder do primeiro Parlamento da História
Ditadura
República
Democracia
Esses poderes, como uma flecha, atravessaram o tempo,
as gerações e veio, atualmente fixar-se no sofrido coração
dos brasileiros, atingindo a frágil espinha social, causando
tetraplegia à esta nossa pseudo democracia!
A sede de poder, a ganância, a corrupção, a incapacidade de
gestão do Poder Público no Brasil, país deitado sobre riquezas nil,
tornaram-no um país de deseducados, mergulhados na pobreza arranjada.
O que mais me dói é saber que os causadores disto são justamente, aqueles
que vivem apregoando: Educação, moradia e saúde para todos!
Nós brasileiros já estamos cansados de ouvir e esperar!
É um blá blá blá sem fim.
Até quando?
Poder dos Imperadores na Idade Média
Poder dos Reis
Poder do primeiro Parlamento da História
Ditadura
República
Democracia
Esses poderes, como uma flecha, atravessaram o tempo,
as gerações e veio, atualmente fixar-se no sofrido coração
dos brasileiros, atingindo a frágil espinha social, causando
tetraplegia à esta nossa pseudo democracia!
A sede de poder, a ganância, a corrupção, a incapacidade de
gestão do Poder Público no Brasil, país deitado sobre riquezas nil,
tornaram-no um país de deseducados, mergulhados na pobreza arranjada.
O que mais me dói é saber que os causadores disto são justamente, aqueles
que vivem apregoando: Educação, moradia e saúde para todos!
Nós brasileiros já estamos cansados de ouvir e esperar!
É um blá blá blá sem fim.
Até quando?
sábado, 18 de janeiro de 2014
POESIAS
ÉS
És como o sol que, morno, chega na madrugada...
Como a lua prateada, que surge ao entardecer,
Revelando-me o romance, a poesia decantada,
Enchendo de luz e alegria o meu viver.
SABES?
Sabes, tenho um grande segredo!
E sabes qual é, minha querida?
Ah...meu amor, é esse grande medo
De um dia, perder-te nesta vida!
Acróstico
Perdido pelos caminhos da vida...
Entre o passado e o futuro,
De sonhos vai vivendo, sem guarida.
Reergue-te das quedas, planta ilusão,
O sonho guardando dentro do coração.
Teotônia - 29/06/82
És como o sol que, morno, chega na madrugada...
Como a lua prateada, que surge ao entardecer,
Revelando-me o romance, a poesia decantada,
Enchendo de luz e alegria o meu viver.
SABES?
Sabes, tenho um grande segredo!
E sabes qual é, minha querida?
Ah...meu amor, é esse grande medo
De um dia, perder-te nesta vida!
Acróstico
Perdido pelos caminhos da vida...
Entre o passado e o futuro,
De sonhos vai vivendo, sem guarida.
Reergue-te das quedas, planta ilusão,
O sonho guardando dentro do coração.
Teotônia - 29/06/82
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