DESUMANIDADE
Há muito, uma lei Chinesa, de certa forma,
assombrou o mundo. Uma lei que poria os pais em
check muche! Uma lei que obriga os pais a se tornarem
assassinos das próprias filhas, abortando, ou abandonando.
É execrável!
Mas para a mente dos totalitaristas, é apenas mais um
pseudo instrumento utilizado no controle da natalidade.
Há muito, eu disse isso na minha crônica: A GRANDE BUSCA
postada no meu blog: http://ainotoet.blogspot.com - acessem.
Um professor chines, foi demitido por desobedecer essa lei, além
de ser obrigado a pagar uma taxa exigida pelo governo. Como não
tinha dinheiro e desempregado, ofereceu-se como escravo,
por dinheiro, pelo resto de sua vida, a quem o comprasse.
Com esse dinheiro ele sustentaria a família.
E o pior: ele não conseguiu - seria por medo de punição por parte
do governo?!
É além de triste, doloroso.
Em pocas décadas a China será um país de idosos, e não poderá
contar com a força de trabalho, e os jovens "casadouros"
terão que importar esposas. O país não ouvirá gritos,
nem presenciará sorriso de crianças!
Esta geração está fadada a uma velhice solitária.
Eu não residiria num país desse, nem por bilhões!
Prefiro meu país emergente, com o nosso parco salário mínimo,
resguardando minha liberdade, democraticamente.
Mesmo que a nossa Democracia seja um tanto "capenga".
Quando deixarmos de ser citados como o povo de um país,
que figura no ranking de: corruptos, mortes no trânsito
e falhos na Educação.
Um dia... quem sabe, chegaremos lá!
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
ESTRELA CADENTE
(um ODE à min ha mãe)
És, na minha vida,
Mãe querida,
A estrela cadente
Que não obstante
Os erros meus
E os problemas seus
Com amor no coração,
Sem hesitação,
Com muito carinho,
Do meu caminho,
As pedras vai tirando,
Pr'a q'eu siga caminhando
Sem tropeços
Nem decepções
E cheia de razões
Deseja
Que eu seja
Muito feliz!
E sempre sorrindo
No meu trajeto findo,
Mesmo sem de si
me recordar,
Padece
E esquece.
Mesmo magoada,
No fim da estrada
Me veja,
Feliz, chegar!
És, na minha vida,
Mãe querida,
A estrela cadente
Que não obstante
Os erros meus
E os problemas seus
Com amor no coração,
Sem hesitação,
Com muito carinho,
Do meu caminho,
As pedras vai tirando,
Pr'a q'eu siga caminhando
Sem tropeços
Nem decepções
E cheia de razões
Deseja
Que eu seja
Muito feliz!
E sempre sorrindo
No meu trajeto findo,
Mesmo sem de si
me recordar,
Padece
E esquece.
Mesmo magoada,
No fim da estrada
Me veja,
Feliz, chegar!
domingo, 18 de novembro de 2012
COMO VEJO O HOMEM
UMA QUESTÃO DE GOSTO...
Não há dúvida segundo minha ótica pela qual analiso
a beleza masculina, ele seja a obra prima de Deus.
Meus olhos, diante de um corpo "sarado" ficam como que
hipnotizados, a mente alerta, entretanto para que eu o classifique
como "belo", alguns itens se fazem necessários: abrir a boca,
falar, expor-se.
O exo sem inter não realça o conjunto. A figura simplesmente
não encanta nem convence. É como numa construção, só
esqueleto do prédio não tem graça, mas após o acabamento e
e pintura, angaria a aprovação do interessado.
Com a beleza masculina também é assim: o ID exercerá grande
influência no reconhecimento do "charme" do homem em
questão: temas, abordagem, romantismo, sutilezas, elegância,
para coadunarem com a minha maneira de abalizar o sexo oposto.
Seu olhar...seu sorriso...me dirão muito!
Tenho de olhar...encantar-me ao ponto de não conseguir desviar
o meu olhar. Como bem traduz aquela expressão popular:
"não será pelo verde dos seus olhos"...
Há alguns itens indispensáveis para que um relacionamento
dê certo: o mesmo nível cultural e financeiro, a mesma religião,
e pelo menos 50% dos direitos de ambos, respeitados.
Ninguém deve ceder 100% de sua personalidade e direitos
ao outro. Nem Deus pediria tanto, e a prova do que digo está
na lei do livre arbítrio, por Ele estabelecida desde a Criação.
Ademais, ninguém é dono de ninguém.
Amor nunca foi sinônimo de posse.
Amor não se impõe, nem se conquista, sente-se e pronto!
Um sorriso de aceitação, dou um mergulho no seu enigmático
olhar, sondando seus métodos de sedução e...
Não é tudo, mas evitará alguns espinhos...
Em sendo mútuo, esse interessante jogo entre opostos,
terá tudo para dar certo.
Será difícil, mas não impossível, e quando possível,
será maravilhoso de se viver!
Não há dúvida segundo minha ótica pela qual analiso
a beleza masculina, ele seja a obra prima de Deus.
Meus olhos, diante de um corpo "sarado" ficam como que
hipnotizados, a mente alerta, entretanto para que eu o classifique
como "belo", alguns itens se fazem necessários: abrir a boca,
falar, expor-se.
O exo sem inter não realça o conjunto. A figura simplesmente
não encanta nem convence. É como numa construção, só
esqueleto do prédio não tem graça, mas após o acabamento e
e pintura, angaria a aprovação do interessado.
Com a beleza masculina também é assim: o ID exercerá grande
influência no reconhecimento do "charme" do homem em
questão: temas, abordagem, romantismo, sutilezas, elegância,
para coadunarem com a minha maneira de abalizar o sexo oposto.
Seu olhar...seu sorriso...me dirão muito!
Tenho de olhar...encantar-me ao ponto de não conseguir desviar
o meu olhar. Como bem traduz aquela expressão popular:
"não será pelo verde dos seus olhos"...
Há alguns itens indispensáveis para que um relacionamento
dê certo: o mesmo nível cultural e financeiro, a mesma religião,
e pelo menos 50% dos direitos de ambos, respeitados.
Ninguém deve ceder 100% de sua personalidade e direitos
ao outro. Nem Deus pediria tanto, e a prova do que digo está
na lei do livre arbítrio, por Ele estabelecida desde a Criação.
Ademais, ninguém é dono de ninguém.
Amor nunca foi sinônimo de posse.
Amor não se impõe, nem se conquista, sente-se e pronto!
Um sorriso de aceitação, dou um mergulho no seu enigmático
olhar, sondando seus métodos de sedução e...
Não é tudo, mas evitará alguns espinhos...
Em sendo mútuo, esse interessante jogo entre opostos,
terá tudo para dar certo.
Será difícil, mas não impossível, e quando possível,
será maravilhoso de se viver!
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
DESATANDO OS LAÇOS
COMENTANDO...
AMOR, palavra forte, sentido profundo,
capaz de revelar nossos mais íntimos pensamentos
e convertê-los em atitudes.
Somos, em peso(valores), o quanto somos capazes de amar.
Exemplo maior foi o de Jesus Cristo, que morreu na cruz,
por amor de nós.
O amor materno, humanamente falando, é o que mais se
aproxima do amor de Deus. Comparativamente, eu diria
que: Amor de mãe, é a face feminina de Deus.
Esse amor nos é demonstrado e mantido por fortes laços
afetivos, que nos unem às nossas mães.
De Deus, vem a graça, a força, o poder, para resistirem
às intempéries, com a longevidade do eterno.
Entretanto, da outra parte, dos filhos digo, não há esse alcance.
Mal chegam às puberdade, afoitamente, tudo fazem
para desatar esses laços. Como pipas, cujas linhas se romperam,
perdem as diretrizes, e não poucas vezes, rompem com suas
raízes. Perdem sua identidade, esquecem sua história de vida.
O mundo, é só dar uma olhada à nossa volta, está repleto
desses adolescentes, desorientados, perdidos no caos dos
atuais dias em que princípios morais, já são quase inexistentes,
mais ainda atraídos pelo feitiço da internet.
Tudo podem. Liberdade total.
Laços afetivos? Para que?
A ideia de estarem presos aos mandos dos pais, o peso dos
compromissos advindo deles, não lhes são muito atraentes.
Eles estão mais, para o descomprometimento e dos prazeres.
Romper os laços lhes parece mais fácil e cômodo.
E as famílias, no século 21, estão cada vez mais desunidas,
presos pela tecnologia, que os arrasta para o individualismo
e o isolamento, ditados pela tecnologia, hoje o "ditador", que
comanda a nossa juventude.
AMOR, palavra forte, sentido profundo,
capaz de revelar nossos mais íntimos pensamentos
e convertê-los em atitudes.
Somos, em peso(valores), o quanto somos capazes de amar.
Exemplo maior foi o de Jesus Cristo, que morreu na cruz,
por amor de nós.
O amor materno, humanamente falando, é o que mais se
aproxima do amor de Deus. Comparativamente, eu diria
que: Amor de mãe, é a face feminina de Deus.
Esse amor nos é demonstrado e mantido por fortes laços
afetivos, que nos unem às nossas mães.
De Deus, vem a graça, a força, o poder, para resistirem
às intempéries, com a longevidade do eterno.
Entretanto, da outra parte, dos filhos digo, não há esse alcance.
Mal chegam às puberdade, afoitamente, tudo fazem
para desatar esses laços. Como pipas, cujas linhas se romperam,
perdem as diretrizes, e não poucas vezes, rompem com suas
raízes. Perdem sua identidade, esquecem sua história de vida.
O mundo, é só dar uma olhada à nossa volta, está repleto
desses adolescentes, desorientados, perdidos no caos dos
atuais dias em que princípios morais, já são quase inexistentes,
mais ainda atraídos pelo feitiço da internet.
Tudo podem. Liberdade total.
Laços afetivos? Para que?
A ideia de estarem presos aos mandos dos pais, o peso dos
compromissos advindo deles, não lhes são muito atraentes.
Eles estão mais, para o descomprometimento e dos prazeres.
Romper os laços lhes parece mais fácil e cômodo.
E as famílias, no século 21, estão cada vez mais desunidas,
presos pela tecnologia, que os arrasta para o individualismo
e o isolamento, ditados pela tecnologia, hoje o "ditador", que
comanda a nossa juventude.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O QUE BUSCAS?
(do meu livro: AMOR MAIOR)
Oh...meu amor!
Por favor,
Não me censura
Assim! Procura
Ver em mim apenas
O teu amor.
Por que me condenas?
Vamos, meu amor...
Vê, não sou nenhum
Santo! Não personifico
A...felicidade
Sem ser magnífico,
Sou a realidade.
Que buscas? E então!
Presta atenção:
Eu te amo.
Não percebes?!
Essa é a minha verdade,
Mas sempre te esqueces.
Eu quero te amor
Porém...até parece
Que o meu amor
Só te entristece!
Cada vez que me vou,
Ficas a te lamentar!
Também, às vezes...
Tu me feres!
Nem por isso, eu
Deixei de te amar.
Sabes que sou teu.
E...amar...amar,
É conseguir
Essa "diabólica" mistura!
É o embriagar-se, sem beber
É viver-se esta loucura,
Sem se enlouquecer!
Oh...meu amor!
Por favor,
Não me censura
Assim! Procura
Ver em mim apenas
O teu amor.
Por que me condenas?
Vamos, meu amor...
Vê, não sou nenhum
Santo! Não personifico
A...felicidade
Sem ser magnífico,
Sou a realidade.
Que buscas? E então!
Presta atenção:
Eu te amo.
Não percebes?!
Essa é a minha verdade,
Mas sempre te esqueces.
Eu quero te amor
Porém...até parece
Que o meu amor
Só te entristece!
Cada vez que me vou,
Ficas a te lamentar!
Também, às vezes...
Tu me feres!
Nem por isso, eu
Deixei de te amar.
Sabes que sou teu.
E...amar...amar,
É conseguir
Essa "diabólica" mistura!
É o embriagar-se, sem beber
É viver-se esta loucura,
Sem se enlouquecer!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
RESGATE
(acróstico do meu livro:
O CRISTO EM CADA UM DE NÓS)
Mensagem: DOAÇÃO
Gólgota. Monte fantástico! Lendário...
Inda muito chão para percorrer.
Lentamente, vai vencendo seu calvério.
Bem alto, sua cruz irão erguer,
Entre dois bandidos, o Filho de Deus
Resgatará o pecado da humanidade. Morrerá.
Tudo Nele sangrará, ferido pelos algozes seus.
O Divino Sangue, em poucos minutos, correrá.
Látego dos elementos enfurecidos, acordarão!
Interromperão o silêncio vivido em torno da Cruz.!
Mil trovões adormecidos, as trevas cortarão
Anunciarão a morte profetizada e remissora de Jesus.
Compus este acróstico em homenagem ao famoso
radialista da Rádio Nacional do Rio de Janeiro nos
idos anos de 80/81: Gilberto Lima.
O CRISTO EM CADA UM DE NÓS)
Mensagem: DOAÇÃO
Gólgota. Monte fantástico! Lendário...
Inda muito chão para percorrer.
Lentamente, vai vencendo seu calvério.
Bem alto, sua cruz irão erguer,
Entre dois bandidos, o Filho de Deus
Resgatará o pecado da humanidade. Morrerá.
Tudo Nele sangrará, ferido pelos algozes seus.
O Divino Sangue, em poucos minutos, correrá.
Látego dos elementos enfurecidos, acordarão!
Interromperão o silêncio vivido em torno da Cruz.!
Mil trovões adormecidos, as trevas cortarão
Anunciarão a morte profetizada e remissora de Jesus.
Compus este acróstico em homenagem ao famoso
radialista da Rádio Nacional do Rio de Janeiro nos
idos anos de 80/81: Gilberto Lima.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
MAGIA
(poema que deu o título
ao meu livro: MAGIA)
Quem és tu, doce voz que me fala de amor
Que me visitas todas as noites, antes de dormir
Que me aqueces e envolves, em doce langor
Que me vens arrancar dessa solidão a me consumir?
Quem és tu, romântico forasteiro, galanteador
Que tão bem me dizes tudo que gostaria de escutar
Que despertas em mim, lindos sonhos de amor
Que me fazes ter asas, e voando, sair a te procurar?
Quem és tu, misterioso cupido, vindo do firmamento
Que silenciosamente, afoito, em meu quarto a entrar
Que através do espaço e da magia do pensamento
Vens o ansioso beijo de boa noite me dar?
Este poema faz parte da minha história, aquela de
procurar o dono daquela linda voz...de um certo
radialista. Foi composto, inspirado apenas, na voz
de um desconhecido, que mais tarde, tive o prazer
de conhecer, atendendo um convite seu, no AR,
durante o seu programa radiofônico.
Este poema faz parte da minha história, aquela de
procurar o dono daquela linda voz...de um certo
radialista. Foi composto, inspirado apenas, na voz
de um desconhecido, que mais tarde, tive o prazer
de conhecer, atendendo um convite seu, no AR,
durante o seu programa radiofônico.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
FRENESI
(do meu livro: MAGIA)
Assim, vou sonhando,
Nesse eterno frenesi.
Vou pela vida caminhando
E chamando por ti.
Meu amor, onde estás?
Não me ouves te chamar?
Por que demoras tanto,
Meu caminho cruzar?
Não posso mais continuar
A esmo te procurar!...
Não posso viver esta ilusão
De só pretender teu coração.
Quero te ver chegar
No teu olhar me perder
No teu beijo me encontrar
E em teu amor me envolver.
Chega de tanta ilusão
De tanto sofrer!
Chega de tanto esperar
De tanto sonhar!
Eu preciso te encontrar
P´ra viver
Eu preciso viver
P´ra te amar!
Assim, vou sonhando,
Nesse eterno frenesi.
Vou pela vida caminhando
E chamando por ti.
Meu amor, onde estás?
Não me ouves te chamar?
Por que demoras tanto,
Meu caminho cruzar?
Não posso mais continuar
A esmo te procurar!...
Não posso viver esta ilusão
De só pretender teu coração.
Quero te ver chegar
No teu olhar me perder
No teu beijo me encontrar
E em teu amor me envolver.
Chega de tanta ilusão
De tanto sofrer!
Chega de tanto esperar
De tanto sonhar!
Eu preciso te encontrar
P´ra viver
Eu preciso viver
P´ra te amar!
QUAL É A DELE?
(letra de música - marchinha)
Qual é a dele
Qual é a dele
Qual é que é?
Vai chegando
E balançando
O coreto de tudo
Que é mulher!
Qual é a dele
Qual é que é
Qual é que é?
Vive sorrindo
Vive fingindo
A elas, dá a mão
E exige o coração.
Qual é a dele
Qual é que é
Qual é que é?
Tem pinta de bacana
Nunca tem grana
Sempre diz que tem
E não dá p´ra ninguém!
Qual é a dele
Qual é que é
Qual é que é?
Vive rodeado de mulher
Que será que ele tem
A todas pede amor
Mas não dá p´ra ninguém!
Qual é a dele
Qual é a dele
Qual é que é
Qual é que é?
Qual é a dele
Qual é a dele
Qual é que é?
Vai chegando
E balançando
O coreto de tudo
Que é mulher!
Qual é a dele
Qual é que é
Qual é que é?
Vive sorrindo
Vive fingindo
A elas, dá a mão
E exige o coração.
Qual é a dele
Qual é que é
Qual é que é?
Tem pinta de bacana
Nunca tem grana
Sempre diz que tem
E não dá p´ra ninguém!
Qual é a dele
Qual é que é
Qual é que é?
Vive rodeado de mulher
Que será que ele tem
A todas pede amor
Mas não dá p´ra ninguém!
Qual é a dele
Qual é a dele
Qual é que é
Qual é que é?
domingo, 4 de novembro de 2012
DISPAREI A FLECHA
POEMA
(do meu livro: SEM PALAVRAS)
Querendo te torturar,
Eu quis te preparar
Uma cama desconfortada,
Com o tormento
Dos meus ciumes. Naquele momento,
Pensei te preparar
Uma sepultura de esquecimento.
Eu estava transtornada!
Várias flechas te preparei...
Sim! Eu pensei
Em te magoar,
Te maltratar!
Muitas flechas preparei:
De desprezo, para te arrasar!
De silêncio, para te desesperar!
Porém, o que eu não sabia
É que...entre elas havia
Também, flecha de cupido,
De ternura...de carinho...
E num impulso incontido,
Disparei! Abrindo veloz, seu caminho,
A flecha, no seu alvo chegando,
Num surpreendente festival de cor,
Explode, nos mil tons do AMOR!
(do meu livro: SEM PALAVRAS)
Querendo te torturar,
Eu quis te preparar
Uma cama desconfortada,
Com o tormento
Dos meus ciumes. Naquele momento,
Pensei te preparar
Uma sepultura de esquecimento.
Eu estava transtornada!
Várias flechas te preparei...
Sim! Eu pensei
Em te magoar,
Te maltratar!
Muitas flechas preparei:
De desprezo, para te arrasar!
De silêncio, para te desesperar!
Porém, o que eu não sabia
É que...entre elas havia
Também, flecha de cupido,
De ternura...de carinho...
E num impulso incontido,
Disparei! Abrindo veloz, seu caminho,
A flecha, no seu alvo chegando,
Num surpreendente festival de cor,
Explode, nos mil tons do AMOR!
sábado, 3 de novembro de 2012
UM LINDO PRESENTE
ACRÓSTICO
Exaltada és tu, querida e gentil poetisa,
Rediges em versos, o amor puro e sincero,
Lançando-o em nosso peito, como um tufão severo
Aliviante e carinhoso, como a uma brisa!...
Por ocasião de minha participação em um programa através
da Rádio Mulher de São Paulo: ENCONTROS COM ERLA,
recebi do ouvinte poeta: Altair V. de Lima este lindo e gratificante acróstico.
Em agradecimento, enviei-lhe estes versos de minha autoria:
Amar é retribuir, com amor
O amor que foi dispensado
Amar é aturar uma dor
É perdoar e ser perdoado
E também este pensamento: "não temas o trovão que, fatal é o raio que cai antes"
Atuando neste programa, foi um lindo período, um belo tempo, que me deixou saudade...
Exaltada és tu, querida e gentil poetisa,
Rediges em versos, o amor puro e sincero,
Lançando-o em nosso peito, como um tufão severo
Aliviante e carinhoso, como a uma brisa!...
Por ocasião de minha participação em um programa através
da Rádio Mulher de São Paulo: ENCONTROS COM ERLA,
recebi do ouvinte poeta: Altair V. de Lima este lindo e gratificante acróstico.
Em agradecimento, enviei-lhe estes versos de minha autoria:
Amar é retribuir, com amor
O amor que foi dispensado
Amar é aturar uma dor
É perdoar e ser perdoado
E também este pensamento: "não temas o trovão que, fatal é o raio que cai antes"
Atuando neste programa, foi um lindo período, um belo tempo, que me deixou saudade...
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
SENSAÇÕES
SENSAÇÕES
Teatro...nem sei
Porque vim.
Ahaaa, que frio!
Mas...não faz frio!
Eu vi, quando entrei:
Vinte e sete graus...
Uhuuu...todo mundo ri!...
Os números não são maus...
Então...por que não rio?
Bah! Eu...eu nem sei
Porque estou aqui.
Que agonia!
É...Meu Deus...
Por que faz tanto frio?
Acho que...o doente sou eu...
Só pode ser.
Por que tanta alegria?
Não sei o que dizer...
A plateia entusiasmada aplaude.
Que é mesmo que eu dizia?
Ahaaaa, sim...que frio!
Será que peguei um resfriado?
A cadeira...a cadeira do lado...
É isso...está vazia!
Você...não está ao meu lado!
Agora sei porque não tenho alegria,
Agora sei...porque não rio,
Porque sinto tanto frio!
Teatro...nem sei
Porque vim.
Ahaaa, que frio!
Mas...não faz frio!
Eu vi, quando entrei:
Vinte e sete graus...
Uhuuu...todo mundo ri!...
Os números não são maus...
Então...por que não rio?
Bah! Eu...eu nem sei
Porque estou aqui.
Que agonia!
É...Meu Deus...
Por que faz tanto frio?
Acho que...o doente sou eu...
Só pode ser.
Por que tanta alegria?
Não sei o que dizer...
A plateia entusiasmada aplaude.
Que é mesmo que eu dizia?
Ahaaaa, sim...que frio!
Será que peguei um resfriado?
A cadeira...a cadeira do lado...
É isso...está vazia!
Você...não está ao meu lado!
Agora sei porque não tenho alegria,
Agora sei...porque não rio,
Porque sinto tanto frio!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
FANTASTC MEETING - 5
ACRÓSTICO
Pensamentos diluídos
Angústias inauditas
Um calar de quem foge
Lembranças fugidias...
O cansaço da estera.
Sombras que voejam
Um débil brotar de esperanças...
Buscas inglórias!
Lágrimas silenciosas...
Insistentes, que rolam...
Mundos desconhecidos da mente
E do coração. Sonhos desfeitos!
Fome de amor...
O corpo fremindo,
Intimidade devassada!
Ondas espumantes!
Medos secretos...
O amor latejante!
Momentos sacrificados
E encontro que não houve.
Noites escuras...
Tardes cinzentas...
O sol que não surgiu.
Entardecer tristonho...
Madrugadas alvacentas...
Quimeras que passaram...
Um caminhar sem chegar,
Encruzilhada do amanhã.
Tempo que não volta mais
E o amanhã que nunca chega!
Causa sem efeitos
Ofertas não suscitadas
No calar da noite.
Horas, calmas horas...
Entrega espontânea
Coração aberto...
Instante sublime!
Assim se desenrolou este encontro de poetas.
Hoje, não ouço rádio, mas continuo a vê-lo na TV.
"Seus cabelos mudaram mas...sua voz continua LINDA!"
Paulo, meu amigo, esta homenagem é pr'a você.
SUCESSO!
Pensamentos diluídos
Angústias inauditas
Um calar de quem foge
Lembranças fugidias...
O cansaço da estera.
Sombras que voejam
Um débil brotar de esperanças...
Buscas inglórias!
Lágrimas silenciosas...
Insistentes, que rolam...
Mundos desconhecidos da mente
E do coração. Sonhos desfeitos!
Fome de amor...
O corpo fremindo,
Intimidade devassada!
Ondas espumantes!
Medos secretos...
O amor latejante!
Momentos sacrificados
E encontro que não houve.
Noites escuras...
Tardes cinzentas...
O sol que não surgiu.
Entardecer tristonho...
Madrugadas alvacentas...
Quimeras que passaram...
Um caminhar sem chegar,
Encruzilhada do amanhã.
Tempo que não volta mais
E o amanhã que nunca chega!
Causa sem efeitos
Ofertas não suscitadas
No calar da noite.
Horas, calmas horas...
Entrega espontânea
Coração aberto...
Instante sublime!
Assim se desenrolou este encontro de poetas.
Hoje, não ouço rádio, mas continuo a vê-lo na TV.
"Seus cabelos mudaram mas...sua voz continua LINDA!"
Paulo, meu amigo, esta homenagem é pr'a você.
SUCESSO!
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
FANTASTC MEETING - 4
Eis o acróstico - 2
Esperanças utópicas...
Rimas gaguejantes.
Limites fatais...
Angústias incontidas.
Voos secretos...
Ondas que se quebram.
Caminhos paralelos...
Estrelas no firmamento.
Searas ocultas...
Espelhos que não refletem.
Ritos não cumpridos...
Amores incompreendidos.
Efêmera paisagem...
Triste despertar.
Ecos do silêncio...
Rastros do luar.
Névoa da noite...
Alguém para acariciar.
Era nove de outubro daquele l982.
Emocionada por tão grata lembrança endereçada
à minha pessoa ausente e tão distante, imediatamente
retribuí, com este outro acróstico:
Amanhã satisfarei sua curiosidade, ok?
Esperanças utópicas...
Rimas gaguejantes.
Limites fatais...
Angústias incontidas.
Voos secretos...
Ondas que se quebram.
Caminhos paralelos...
Estrelas no firmamento.
Searas ocultas...
Espelhos que não refletem.
Ritos não cumpridos...
Amores incompreendidos.
Efêmera paisagem...
Triste despertar.
Ecos do silêncio...
Rastros do luar.
Névoa da noite...
Alguém para acariciar.
Era nove de outubro daquele l982.
Emocionada por tão grata lembrança endereçada
à minha pessoa ausente e tão distante, imediatamente
retribuí, com este outro acróstico:
Amanhã satisfarei sua curiosidade, ok?
domingo, 23 de setembro de 2012
FANTASTIC MEETING - 3
MAIS ESTE:
Esta é uma canção
Risonha e franca.
Lembrando-me de você
Alva, pura e santa.
Tudo o que você imaginar:
Estrelas do amanhã,
Orquestras sinfônicas,
Trapézios de circo,
Orgasmos excitantes,
Nádegas ondulantes,
Incestos fulminantes,
Amores obcecantes.
Logo que pensar
Em tudo isto,
Movimente-se,
Obedeça o seu coração
Sem culpas, nem medos, sem nada.
Aquela ponte, construídas de palavras, permitiam
que nós, dois poetas, recém conhecidos,
pudéssemos penetrar, um no " âmago poético" do outro.
e traduzirmos nossas mútuas sensações, essas
que fecundam constantemente nossa criatividade.
Sensações essas, que traduzidas em palavras, depois
em diálogos, levassem a nos reconhecermos,
como irmãos nesta belíssima ARTE: a POESIA.
O segundo, só amanhã, ok?
Esta é uma canção
Risonha e franca.
Lembrando-me de você
Alva, pura e santa.
Tudo o que você imaginar:
Estrelas do amanhã,
Orquestras sinfônicas,
Trapézios de circo,
Orgasmos excitantes,
Nádegas ondulantes,
Incestos fulminantes,
Amores obcecantes.
Logo que pensar
Em tudo isto,
Movimente-se,
Obedeça o seu coração
Sem culpas, nem medos, sem nada.
Aquela ponte, construídas de palavras, permitiam
que nós, dois poetas, recém conhecidos,
pudéssemos penetrar, um no " âmago poético" do outro.
e traduzirmos nossas mútuas sensações, essas
que fecundam constantemente nossa criatividade.
Sensações essas, que traduzidas em palavras, depois
em diálogos, levassem a nos reconhecermos,
como irmãos nesta belíssima ARTE: a POESIA.
O segundo, só amanhã, ok?
sábado, 22 de setembro de 2012
FANTASTIC MEETING 2
(continuação)
EI-LO:
Pontes que caíram...
Aterros que se desfizeram...
Um olhar que não me vê.
Linhas que não amarram...
O TUDO que não preenche.
Voz que não me fala...
Ouvidos que não me ouvem...
Caminhos desencontrados...
Êxtase...inglório.
Sentimento aberto,
Espelhando-se no tempo.
Resquícios de vida...
Átomo lotado, nada mais.
Interrogações eternas...
Nos vãos do tempo perdidas.
Estrelas sem brilho,
Surgindo ao ocaso,
Quando a noite chega.
Um pálido sorriso
Estendendo lábios trêmulos,
Como a flor que murcha ao sol.
Incógnito silêncio...
Velando recolhimentos.
Expiar de ocultas verdades...
Latentes no vazio do esquecimento.
Era 2 de outubro daquele mesmo ano.
Iniciaram-se, então, diálogos cujas palavras,
brotavam, de fontes imaginárias, como "geiseres"
de nascentes criativas tão nossas,
para que pudessem serem interpretadas
por nós dois, os poetas em questão.
Estas palavras estabeleciam como que "uma ponte", pela qual
os dois pudessem transitar um na imaginação do outro.
Aos 09 de outubro, recebo dele, com imensa alegria, mais estes dois poemas:
Amanhã poderão lê-los,
Até lá!
EI-LO:
Pontes que caíram...
Aterros que se desfizeram...
Um olhar que não me vê.
Linhas que não amarram...
O TUDO que não preenche.
Voz que não me fala...
Ouvidos que não me ouvem...
Caminhos desencontrados...
Êxtase...inglório.
Sentimento aberto,
Espelhando-se no tempo.
Resquícios de vida...
Átomo lotado, nada mais.
Interrogações eternas...
Nos vãos do tempo perdidas.
Estrelas sem brilho,
Surgindo ao ocaso,
Quando a noite chega.
Um pálido sorriso
Estendendo lábios trêmulos,
Como a flor que murcha ao sol.
Incógnito silêncio...
Velando recolhimentos.
Expiar de ocultas verdades...
Latentes no vazio do esquecimento.
Era 2 de outubro daquele mesmo ano.
Iniciaram-se, então, diálogos cujas palavras,
brotavam, de fontes imaginárias, como "geiseres"
de nascentes criativas tão nossas,
para que pudessem serem interpretadas
por nós dois, os poetas em questão.
Estas palavras estabeleciam como que "uma ponte", pela qual
os dois pudessem transitar um na imaginação do outro.
Aos 09 de outubro, recebo dele, com imensa alegria, mais estes dois poemas:
Amanhã poderão lê-los,
Até lá!
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
FANTASTC MEETING
Era uma vez...
Um dia...
Liguei o rádio e ouvi uma voz. Que voz!
Entrou-me pelos ouvidos e plasmou-se à minha alma.
Então, inspirada por ela, compus estes versos:
AO OUVIR TUA VOZ...
Bateste na porta dos meus ouvidos...
Mandei-te entrar, com gestos distraidos.
Nossos EGOS se reconheceram
E...nossas almas se abraçaram.
Era 20 de agosto de l982.
Cuidei de conhecer o dono daquela voz incrivelmente linda
e que me impressionara sobremaneira.
E que encontro!
Foi lindo!
07 de setembro do mesmo ano. Finalmente
o conheço: um jovem alegre, espontâneo e muito gentil, PAULO.
Foram dez dias de imenso prazer, longas conversas
sobre assuntos gerais, almoços e jantares sociais
e em família(dele, claro). Tudo e todos muito agradáveis.
26 de setembro. A despedida.
Na rodoviária, ele me entrega um envelope.
Já em casa, abro o envelope, e para surpresa minha,
pois que me havia dito não gostar sequer de escrever cartas,
continha um acróstico com o meu nome do qual
só tomara conhecimento sete dias depois do nosso encontro ao vivo.
Até então, ele só conhecia o meu sobrenome: TEOTÔNIA.
EI-LO:
Estranhos êxtases...
Raríssimos momentos.
Luz da minha vida...
Abrindo meus caminhos.
Teu maravilhoso destino
Enseja reflexões
Ordem em movimento,
Trilhando céus do amanhã.
Orgulhe-se desta magia
Natural, espontânea.
Irmã da minha alma
Angustiada, porém feliz.
Lógica
Em
Movimento.
Ordem
Suprema.
Senti que, naquele momento, nascia um poeta.
Fiquei emocionada, foi uma grande e linda supresa.
E claro, retribuí, enviando-lhe este acróstico:
Contino amanhã, ok?
Um dia...
Liguei o rádio e ouvi uma voz. Que voz!
Entrou-me pelos ouvidos e plasmou-se à minha alma.
Então, inspirada por ela, compus estes versos:
AO OUVIR TUA VOZ...
Bateste na porta dos meus ouvidos...
Mandei-te entrar, com gestos distraidos.
Nossos EGOS se reconheceram
E...nossas almas se abraçaram.
Era 20 de agosto de l982.
Cuidei de conhecer o dono daquela voz incrivelmente linda
e que me impressionara sobremaneira.
E que encontro!
Foi lindo!
07 de setembro do mesmo ano. Finalmente
o conheço: um jovem alegre, espontâneo e muito gentil, PAULO.
Foram dez dias de imenso prazer, longas conversas
sobre assuntos gerais, almoços e jantares sociais
e em família(dele, claro). Tudo e todos muito agradáveis.
26 de setembro. A despedida.
Na rodoviária, ele me entrega um envelope.
Já em casa, abro o envelope, e para surpresa minha,
pois que me havia dito não gostar sequer de escrever cartas,
continha um acróstico com o meu nome do qual
só tomara conhecimento sete dias depois do nosso encontro ao vivo.
Até então, ele só conhecia o meu sobrenome: TEOTÔNIA.
EI-LO:
Estranhos êxtases...
Raríssimos momentos.
Luz da minha vida...
Abrindo meus caminhos.
Teu maravilhoso destino
Enseja reflexões
Ordem em movimento,
Trilhando céus do amanhã.
Orgulhe-se desta magia
Natural, espontânea.
Irmã da minha alma
Angustiada, porém feliz.
Lógica
Em
Movimento.
Ordem
Suprema.
Senti que, naquele momento, nascia um poeta.
Fiquei emocionada, foi uma grande e linda supresa.
E claro, retribuí, enviando-lhe este acróstico:
Contino amanhã, ok?
segunda-feira, 11 de junho de 2012
CARTAS NA MESA - pate 3
(continuação)
- Já pensei. Hoje não tenho certeza de nada. Não chegou aviso nenhum das autoridades civis, nem de familiares. Se fosse acidente, ou se tivesse morrido, eu já teria sabido, provavelmente, não acha?
- Certamente. Quero dizer...ele a deixou... desquitaram-se, pois não? disse reticente.
- Não. Eu estava brincando...
- Então...ainda é uma mulher casada!
- Sou.
- Sofre muito?
- Sim.
- E eu que pensava...
- Você já pensava na possibilidade de um relacionamento mais sério entre nós?
- É. Gostei de você, sabe? Algo assim..."de chofre"...páááá!
- E...gamou!
- Não brinque, Roberta!
- Você é mesmo terrível! comentou ela, rindo. Ele também riu. Depois, sério, pergunta:
- Então?
- Então...o que?
- Como ficamos?
- Puxa! Você é um tanto...
- Um tanto...direto?
- É. Direto e convincente!
- Sabe, Roberta, é a confiança. Somos adultos, já tivemos nossas experiências, sabemos onde doem as nossas feridas. Você e eu temos condições de entender e de enfrentar a questão.
- Opa... parado ai, moço! De que está você falando?
- Ué...de nós dois.
- De nós dois...você quer deizer, de um caso entre a gente?
- Caso, não. Ué, digo eu!
- Ainda bem.
- Estou falando de um possível...namoro. É, namoro, pronto, falei!
-Namoro! disse ela, sorrindo.- Você não tem jeito!...
- Namoro! insiste, Roberto, sem dar trégua.
- Aonde vamos? indaga Roberto, contente. Depois lembra:- E...se ele aparecer?
- Se tiver uma boa explicação por parte dele, entre nós não passará de um namoro. Se não, eu não conseguiria mais ser feliz com ele. A solução será o divórcio.
- Oba! Quer dizer que possso vislumbrar uma chancezinha?...
- Pode. Essa que acabo de lhe ofertar. Apenas, essa.
- Já é um bom começo. Você está sendo honesta comigo, e isso me agrada bastante, Roberta.
- Verdade?
- Verdade verdadeira.
- Bem...por hoje, está bom. Vou para casa. Amanhã a gente se vê, certo?
- Certo, Roberta. Você é quem manda...não quero pressioná-la.
-Tiau!
- Tiau!
Separarm-se naquela noite, com a sensação de que amanhã, poderia ser o último encontro.
Contudo, a esperança era o seu ponto de partida para o início de um belo romance e a expectativa de um final feliz.
- Já pensei. Hoje não tenho certeza de nada. Não chegou aviso nenhum das autoridades civis, nem de familiares. Se fosse acidente, ou se tivesse morrido, eu já teria sabido, provavelmente, não acha?
- Certamente. Quero dizer...ele a deixou... desquitaram-se, pois não? disse reticente.
- Não. Eu estava brincando...
- Então...ainda é uma mulher casada!
- Sou.
- Sofre muito?
- Sim.
- E eu que pensava...
- Você já pensava na possibilidade de um relacionamento mais sério entre nós?
- É. Gostei de você, sabe? Algo assim..."de chofre"...páááá!
- E...gamou!
- Não brinque, Roberta!
- Você é mesmo terrível! comentou ela, rindo. Ele também riu. Depois, sério, pergunta:
- Então?
- Então...o que?
- Como ficamos?
- Puxa! Você é um tanto...
- Um tanto...direto?
- É. Direto e convincente!
- Sabe, Roberta, é a confiança. Somos adultos, já tivemos nossas experiências, sabemos onde doem as nossas feridas. Você e eu temos condições de entender e de enfrentar a questão.
- Opa... parado ai, moço! De que está você falando?
- Ué...de nós dois.
- De nós dois...você quer deizer, de um caso entre a gente?
- Caso, não. Ué, digo eu!
- Ainda bem.
- Estou falando de um possível...namoro. É, namoro, pronto, falei!
-Namoro! disse ela, sorrindo.- Você não tem jeito!...
- Namoro! insiste, Roberto, sem dar trégua.
- Aonde vamos? indaga Roberto, contente. Depois lembra:- E...se ele aparecer?
- Se tiver uma boa explicação por parte dele, entre nós não passará de um namoro. Se não, eu não conseguiria mais ser feliz com ele. A solução será o divórcio.
- Oba! Quer dizer que possso vislumbrar uma chancezinha?...
- Pode. Essa que acabo de lhe ofertar. Apenas, essa.
- Já é um bom começo. Você está sendo honesta comigo, e isso me agrada bastante, Roberta.
- Verdade?
- Verdade verdadeira.
- Bem...por hoje, está bom. Vou para casa. Amanhã a gente se vê, certo?
- Certo, Roberta. Você é quem manda...não quero pressioná-la.
-Tiau!
- Tiau!
Separarm-se naquela noite, com a sensação de que amanhã, poderia ser o último encontro.
Contudo, a esperança era o seu ponto de partida para o início de um belo romance e a expectativa de um final feliz.
terça-feira, 29 de maio de 2012
CARTAS NA MESA - parte 2
- Foi. - responderam ambos, rindo.
Ele lhe segura a mão, por sobre a mesa. Ela aceita, passiva. Naquele momento de tristes recordações, ela precisava muito de apoio e de calor humano.
Terminaram de jantar. Saem. Caminham... selenciosamente. Depois de alguns minutos:
- O que a gente poderia fazer? É tão cedo ainda. - comenta ele, com naturalidade.
-Formavam um lindo casal. Entre os trinta e trinta e cinco anos, ambos esbanjavam saude e beleza. Sobria e elegantemente trajados, despertavam a atenção dos transeuntes.
- Você tem razão. Se vou para casa agora, não conseguiria dormir. - Não consigo parar de pensar no meu ex-marido!...
- Você o amava muito? arriscou, Roberto, meio que apreensivo e sem saber o por que.
- Amava, não...Amo! Ricardo marcou demais a minha vida, sabe? Ele apareceu num momento cruciante e deu alento, forças, lenetivo...
- Huuum, que maravilha de Ricardo era esse, que não conseguiu ver a mulher encantadora que é você, Roberta?- Não brinque, Roberto!
- Não estou brincando, não! A prova é que você está aqui e...sozisnha! Sozinha não, agora está comigo.
- E você...cadê a sua...
- Minha Paula? atreveu-se ele em contar a verdade.
- Paula! Então...a sua diva chamava-se Paula?
- Paula era...era não, é linda, inteligente, versátil, dinâmica, atraente...- Tudo isso? E...você, aqui sozinho? Sozinho não, comigo. - disse roberta, sentindo-se pequena, diante de tantos elogios.
- Tudo isso sim, porém ela não me tinha amor.
- AH, não!
- Não, Roberta. Paula tinha um detalhe, que eu já conhecia e mesmo assim, casei-me com ela. Paula era, e talvez ainda seja, volúvel.
- Ah...sim? Lá vêm os defeitos!
Não a estou censurando, não. É a verdade. Casei-me com ela, eu queria amá-la mesmo sabendo que, dia- mesnos- dia, eu seria trocado por outro, como fui.
- Foi?!
- É isso aí. Eis a minha história.
- Coitaaado! exclama Roberta, sensibilizada.
- Coitado, não!...
- Desculpe-me, não é bem esse o termo, é...
- Não se preocupe...já me conformei.
- Mesmo? indaga Roberto, esperançoso.
- Poi eu, não!
- Não?
- Não. Eu não me conformo, porque não entendi...aperentemente parecia não haver motivos para separação...ainda mais...sem uma única palavra! Éramos felizes, pelo menos sentíamos que assim fosse. Ele nunca reclamou de nada.
- Parecia?
- É...ele não reclava, não fazia comentários...era muito carinhoso e alegre.
- Amoroso...também?
- Amoroso também.
- Então...como se explica?
- Roberto, às vezes penso que ele morreu, sabe? Ele já havia se acidentado algumas vezes...acidentes graves!
- Você pensa nesta hipótese?
obs. aguardem o final, para breve.
Ele lhe segura a mão, por sobre a mesa. Ela aceita, passiva. Naquele momento de tristes recordações, ela precisava muito de apoio e de calor humano.
Terminaram de jantar. Saem. Caminham... selenciosamente. Depois de alguns minutos:
- O que a gente poderia fazer? É tão cedo ainda. - comenta ele, com naturalidade.
-Formavam um lindo casal. Entre os trinta e trinta e cinco anos, ambos esbanjavam saude e beleza. Sobria e elegantemente trajados, despertavam a atenção dos transeuntes.
- Você tem razão. Se vou para casa agora, não conseguiria dormir. - Não consigo parar de pensar no meu ex-marido!...
- Você o amava muito? arriscou, Roberto, meio que apreensivo e sem saber o por que.
- Amava, não...Amo! Ricardo marcou demais a minha vida, sabe? Ele apareceu num momento cruciante e deu alento, forças, lenetivo...
- Huuum, que maravilha de Ricardo era esse, que não conseguiu ver a mulher encantadora que é você, Roberta?- Não brinque, Roberto!
- Não estou brincando, não! A prova é que você está aqui e...sozisnha! Sozinha não, agora está comigo.
- E você...cadê a sua...
- Minha Paula? atreveu-se ele em contar a verdade.
- Paula! Então...a sua diva chamava-se Paula?
- Paula era...era não, é linda, inteligente, versátil, dinâmica, atraente...- Tudo isso? E...você, aqui sozinho? Sozinho não, comigo. - disse roberta, sentindo-se pequena, diante de tantos elogios.
- Tudo isso sim, porém ela não me tinha amor.
- AH, não!
- Não, Roberta. Paula tinha um detalhe, que eu já conhecia e mesmo assim, casei-me com ela. Paula era, e talvez ainda seja, volúvel.
- Ah...sim? Lá vêm os defeitos!
Não a estou censurando, não. É a verdade. Casei-me com ela, eu queria amá-la mesmo sabendo que, dia- mesnos- dia, eu seria trocado por outro, como fui.
- Foi?!
- É isso aí. Eis a minha história.
- Coitaaado! exclama Roberta, sensibilizada.
- Coitado, não!...
- Desculpe-me, não é bem esse o termo, é...
- Não se preocupe...já me conformei.
- Mesmo? indaga Roberto, esperançoso.
- Poi eu, não!
- Não?
- Não. Eu não me conformo, porque não entendi...aperentemente parecia não haver motivos para separação...ainda mais...sem uma única palavra! Éramos felizes, pelo menos sentíamos que assim fosse. Ele nunca reclamou de nada.
- Parecia?
- É...ele não reclava, não fazia comentários...era muito carinhoso e alegre.
- Amoroso...também?
- Amoroso também.
- Então...como se explica?
- Roberto, às vezes penso que ele morreu, sabe? Ele já havia se acidentado algumas vezes...acidentes graves!
- Você pensa nesta hipótese?
obs. aguardem o final, para breve.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
CARTAS NA MESA
(Conto extraido do meu livro:
CONTOS ROMÂNTICOS)
Eram dezoito horas. Roberta havia saido do trabalho e resolvera, para sair da rotina, jantar fora. Entra num reswtourante e ecolhe uma mesa.´Uma suave emoldia enche o ar. Ela gosta. Enquanto aguarda pelo garçom, rumina suas idéias. Pescebe-se triste, melancólica: como é ruim...viver só! A gente se acostuma com a presença do marido, acorrenta-se psicologicamente a ele e...depois é isso: solidão! Ah...Renato, como você me faz falta!...Sinto falta de sua alegria, do seu sorriso, da sua atenção...do seu carinho...Cerra os olhos e suspira.
- Posso sentar-me, ou incomodo?
Ela abre os olhos, como que despertando de um sonho. Sorri, dersconcertada.
- Claro...
- Está cheio, hoje, não? como que se desculpando.
- É...parece que todo mundo resolveu jantar fora! diz Roberta, lançando um olhar abrangente sobre o ambiente.
- Cada um, deve ter seu motivo...posso saber qual é o seu, senhorita...
- Senhorita, não.
- Não?!
- Não.
- Então...madame?
- Também não.
- Uhm...deixe-me ver...não é madame, nem madamoiselle...- diz o recém- chegado, como que se divertindo.
Os dois riem. Ele continua:
- Uhuummm...
- Desquitada.
- Desquitada...ôôô!...
- Por que este ar zombeteiro? O mundo está cheio de casais separados. É tão comum...
- Mas...é assunto sério!
- Você acha?
- E você, não?
- Tem razão, o assunto é sério. Roberta volta a ficar triste. O rapaz percebe e acode:
- Pareceu-me que o desquite não era bem o que você queria, acertei?
- Acertou. Sabe foi uma coisa inesperada. A gente vivia tão bem, derrepente...
- Derrepente...bum! Separação.
- É isso aí. Como é mesmo o seu nome...senhor...
- Ah...é verdade, a gente nem se apresentou, caramba! Eu sou Roberto Renton. E você?
- Roberta Riccelli.
- R ao quadrado, coincidência! diz o rapaz, alegremente.
- Vejam só...e você é solteiro?
- Errou.
- Não me diga que é casado!
- Errou novamente.
- Não vai me dizer que também é desquitado!
- Pois sou.
- Não diga! brinca ela, admirada.
Riram. Chega o garçom. Pedem o que comer e beber. Comem e bebem, como velhos conhecidos. Contam suas vidas no campo profissional. Ele a observa, com ar benovolente. Ela vai contando, ora olhando para ele, ora parando de comer. Em dado momento, ambos se olham. Ninguém come nem fala. E a mesma pergunta, ao mesmo tempo, rompe o silêncio:
- Foi ele?
- Foi ela?
obs. Nos próximos dias...Continuação. Aguardem.
CONTOS ROMÂNTICOS)
Eram dezoito horas. Roberta havia saido do trabalho e resolvera, para sair da rotina, jantar fora. Entra num reswtourante e ecolhe uma mesa.´Uma suave emoldia enche o ar. Ela gosta. Enquanto aguarda pelo garçom, rumina suas idéias. Pescebe-se triste, melancólica: como é ruim...viver só! A gente se acostuma com a presença do marido, acorrenta-se psicologicamente a ele e...depois é isso: solidão! Ah...Renato, como você me faz falta!...Sinto falta de sua alegria, do seu sorriso, da sua atenção...do seu carinho...Cerra os olhos e suspira.
- Posso sentar-me, ou incomodo?
Ela abre os olhos, como que despertando de um sonho. Sorri, dersconcertada.
- Claro...
- Está cheio, hoje, não? como que se desculpando.
- É...parece que todo mundo resolveu jantar fora! diz Roberta, lançando um olhar abrangente sobre o ambiente.
- Cada um, deve ter seu motivo...posso saber qual é o seu, senhorita...
- Senhorita, não.
- Não?!
- Não.
- Então...madame?
- Também não.
- Uhm...deixe-me ver...não é madame, nem madamoiselle...- diz o recém- chegado, como que se divertindo.
Os dois riem. Ele continua:
- Uhuummm...
- Desquitada.
- Desquitada...ôôô!...
- Por que este ar zombeteiro? O mundo está cheio de casais separados. É tão comum...
- Mas...é assunto sério!
- Você acha?
- E você, não?
- Tem razão, o assunto é sério. Roberta volta a ficar triste. O rapaz percebe e acode:
- Pareceu-me que o desquite não era bem o que você queria, acertei?
- Acertou. Sabe foi uma coisa inesperada. A gente vivia tão bem, derrepente...
- Derrepente...bum! Separação.
- É isso aí. Como é mesmo o seu nome...senhor...
- Ah...é verdade, a gente nem se apresentou, caramba! Eu sou Roberto Renton. E você?
- Roberta Riccelli.
- R ao quadrado, coincidência! diz o rapaz, alegremente.
- Vejam só...e você é solteiro?
- Errou.
- Não me diga que é casado!
- Errou novamente.
- Não vai me dizer que também é desquitado!
- Pois sou.
- Não diga! brinca ela, admirada.
Riram. Chega o garçom. Pedem o que comer e beber. Comem e bebem, como velhos conhecidos. Contam suas vidas no campo profissional. Ele a observa, com ar benovolente. Ela vai contando, ora olhando para ele, ora parando de comer. Em dado momento, ambos se olham. Ninguém come nem fala. E a mesma pergunta, ao mesmo tempo, rompe o silêncio:
- Foi ele?
- Foi ela?
obs. Nos próximos dias...Continuação. Aguardem.
domingo, 13 de maio de 2012
MÃE
(acróstico extraido do meu livro der CRÔNICAS:
MARAVILHAS DA NATUREZA)
SEMPRE MÃE
Minha chegada, ansiosa, aguardaste
A minha vida, carinhosa, recebeste
Risonha, meus passos amparaste
Inda titubeante, minhas quedas evitaste
Antes que me firmasse, tu me amparaste.
Todos os meus dias, em vigília ficaste
Em todos os meus momentos estiveste
Olhando, atenta, pelo meu despertar
Trabalhando, incansável, pelo meu crescer
O meu adolecente pranto, comovida, secaste
Na santa paciência que me confortava, tiveste
Infinita ternura, que sempre dispensaste
A(à) minha vida, para ti tão preciosa!
Lembro-me de que, comigo, choraste
E sofreste, na minha primeira desilusão...
Minhas ferrida, com muito amor, dela trataste
O caminho, para minha perdida alegria, reencontraste
Sorrindo...sem nunca, nada, MÃE, de mim cobrar!
Hoje, comemora-se o dia das mães. Data orientada pela Igreja Católica, dia de Nossa Senhora, mãe de Jesus e nossa mãe.
Poetas e escritores famosos, cada um a seu modo, reverenciam suas genitoras.
Coelho Neto em: SER MÃE diz: "SER MÃE É PADECER NO PARAISO".
Realmente, não importa à mãe se o filho é um desajustado, um rebelde, um desobediente ou malandro. Ela o ama e sofre com ele e por ele. Nem a morte enfraquece o seu amor, ou ameniza o seu sofrimento, agora, transformado em saudade.
Eu, que também sou mãe, de minha parte, sinto o amor de mãe como: É O LADO FEMININO DO AMOR DE DEUS.
Ele lhes(às mulheres de todo o mundo)permite: gerar, dar luz, amamentar, orientar quando crescidos a assimilarem e vivenciarem os Seus mandamentos. Mãe e filhos estarão ligados para sempre. É um cordão umbilical que jamais será rompido. É como diz Paul Raynal: "Um amor mais forte que tudo, mais obstinado que tudo, mais duradouro que tudo, é somente o amor de mãe".
Parabéns à todas as mães do Brasil e do Mundo, vocês merecem!
Para minha mãe de 98 anos, acrescento o meu amor e minha dedicação filial.
Mãe, você é uma iluminada, agraciada de Deus pela sua fé e fidelidade a ELE. Como sou feliz por tê-la junto de mim. Obrigada, mãe, por tudo o que ensinou, pelo tanto que me amou e ama!
Você foi e é UMA GUERREIRA, parabéns, mamãe!
Beijos, desta filha que a ama de todo coração.
MARAVILHAS DA NATUREZA)
SEMPRE MÃE
Minha chegada, ansiosa, aguardaste
A minha vida, carinhosa, recebeste
Risonha, meus passos amparaste
Inda titubeante, minhas quedas evitaste
Antes que me firmasse, tu me amparaste.
Todos os meus dias, em vigília ficaste
Em todos os meus momentos estiveste
Olhando, atenta, pelo meu despertar
Trabalhando, incansável, pelo meu crescer
O meu adolecente pranto, comovida, secaste
Na santa paciência que me confortava, tiveste
Infinita ternura, que sempre dispensaste
A(à) minha vida, para ti tão preciosa!
Lembro-me de que, comigo, choraste
E sofreste, na minha primeira desilusão...
Minhas ferrida, com muito amor, dela trataste
O caminho, para minha perdida alegria, reencontraste
Sorrindo...sem nunca, nada, MÃE, de mim cobrar!
Hoje, comemora-se o dia das mães. Data orientada pela Igreja Católica, dia de Nossa Senhora, mãe de Jesus e nossa mãe.
Poetas e escritores famosos, cada um a seu modo, reverenciam suas genitoras.
Coelho Neto em: SER MÃE diz: "SER MÃE É PADECER NO PARAISO".
Realmente, não importa à mãe se o filho é um desajustado, um rebelde, um desobediente ou malandro. Ela o ama e sofre com ele e por ele. Nem a morte enfraquece o seu amor, ou ameniza o seu sofrimento, agora, transformado em saudade.
Eu, que também sou mãe, de minha parte, sinto o amor de mãe como: É O LADO FEMININO DO AMOR DE DEUS.
Ele lhes(às mulheres de todo o mundo)permite: gerar, dar luz, amamentar, orientar quando crescidos a assimilarem e vivenciarem os Seus mandamentos. Mãe e filhos estarão ligados para sempre. É um cordão umbilical que jamais será rompido. É como diz Paul Raynal: "Um amor mais forte que tudo, mais obstinado que tudo, mais duradouro que tudo, é somente o amor de mãe".
Parabéns à todas as mães do Brasil e do Mundo, vocês merecem!
Para minha mãe de 98 anos, acrescento o meu amor e minha dedicação filial.
Mãe, você é uma iluminada, agraciada de Deus pela sua fé e fidelidade a ELE. Como sou feliz por tê-la junto de mim. Obrigada, mãe, por tudo o que ensinou, pelo tanto que me amou e ama!
Você foi e é UMA GUERREIRA, parabéns, mamãe!
Beijos, desta filha que a ama de todo coração.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
QUE POTUGUÊS É ESSE?
Já não entendo mais nada.
Nosso Português, nossa linguagem, está perdendo sua roupagem antiga, aquela que aprendemos no nosso tempo de escola.
Hoje, muitas expressões que aprendi, estão de roupa nova.
Não posso dizer que gostei desta mudança, mas a juventude está com ela e não abre.
Esta geração, talvez, não entenda a próxima, tal a velocidade com que as mudanças linguísticas ocorrem.
Sei lá, uma língua riquíssima como a nossa, está sendo pega de assalto por roupagens idealizadas e produzidas por jovens "estilistas", nem sempre de bom gosto. A nova roupagem apresenta várias subtrações que levam embora sua rica forma, beleza e soberania poética.
AMAR vestiu-se do popular e deselegante FAZER AMOR; TRANSAR, ganhou o estranho sentido de : COMER; VOCÊ, transformou-se em o CARA; ÓTIMO; virou FODA; MUITO BOM, transformou-se em SINISTRO!
E por aí vai.
Essa juventude moderna, superficialista e imediatista, adeptos do "aqui e agora", em pouco tempo, terá construido um novo dialeto, ou falando um novo idioma. Sânscrito... pra que?
O jovem, como se pensasse alto, diria: Cara, transar...vou fazer amor com uma garota foda, depois vou comer aquela gostosona...Foi sinistro!
Que tal?
E você, entendeu alguma coisa?
AH...se nossos grandes literatos estivessem vivos, usariam no peito uma significativa TARJA PRETA.
Creio que, num tempo não muito distante, acompanharemos o enterro símbólico da nossa língua mãe,
o nosso belo PORTUGÊS.
Nosso Português, nossa linguagem, está perdendo sua roupagem antiga, aquela que aprendemos no nosso tempo de escola.
Hoje, muitas expressões que aprendi, estão de roupa nova.
Não posso dizer que gostei desta mudança, mas a juventude está com ela e não abre.
Esta geração, talvez, não entenda a próxima, tal a velocidade com que as mudanças linguísticas ocorrem.
Sei lá, uma língua riquíssima como a nossa, está sendo pega de assalto por roupagens idealizadas e produzidas por jovens "estilistas", nem sempre de bom gosto. A nova roupagem apresenta várias subtrações que levam embora sua rica forma, beleza e soberania poética.
AMAR vestiu-se do popular e deselegante FAZER AMOR; TRANSAR, ganhou o estranho sentido de : COMER; VOCÊ, transformou-se em o CARA; ÓTIMO; virou FODA; MUITO BOM, transformou-se em SINISTRO!
E por aí vai.
Essa juventude moderna, superficialista e imediatista, adeptos do "aqui e agora", em pouco tempo, terá construido um novo dialeto, ou falando um novo idioma. Sânscrito... pra que?
O jovem, como se pensasse alto, diria: Cara, transar...vou fazer amor com uma garota foda, depois vou comer aquela gostosona...Foi sinistro!
Que tal?
E você, entendeu alguma coisa?
AH...se nossos grandes literatos estivessem vivos, usariam no peito uma significativa TARJA PRETA.
Creio que, num tempo não muito distante, acompanharemos o enterro símbólico da nossa língua mãe,
o nosso belo PORTUGÊS.
sábado, 21 de abril de 2012
TIRADENTES
DIA 21 DE ABRIL
Comemora-se o dia de TIRADENTES
Movimento da INCONFIDÊNCIA MINEIRA, TIRADENTES, você se lembrava disso?
Comemora-se civilmente esta dia? Não. É apenas mais um feriado. Conhecido, hoje em dia, como dia de Tiradentes, e só.
Portugal, no tempo de Brasil colônia, sabia muito bem quem era ele e o temia. Brasileiros de hoje e brasileirinhos de amanhã, será que sabem? A memória do povo é curta e a falta de incentivo por parte dos poderes públicos atuais, na áreas cívil e educacional, anuviam o futuro dos intelectuais.
Os conhecimentos destes fatos tão importantes são parcos.
Há aquele ditado que diz: "Quem planta vento colhe tempestade". Corretíssimo.
Nos corações de um povo subjugado pela coroa portuguesa, no final do século XVII, houve um idealista que liderou um grupo de afeiçoados ao movimento, um corajoso eu diria, brasileiro, mineiro, que semeou neles a semente da liberdade e lutou por ela até a morte.
Mas, no mundo, na vida, sempre há um "Judas", e não foi diferente com Joaquim José da Silva Xavier, conhecido no cíclo do ouro, como Tiradentes.
Traído e condenado à morte, assumiu todas as responsabilidades sobre sí, livrando seus companheiros da mesma condenação, dizendo essa célebre frase, que nenhum brasileiro jamais deveria esquecer:" JUREI MORRER PELA LIBERDADE E CUMPRO A MINHA PALAVRA".
Será que valeu a pena tanto sacrifício? Não estamos hoje sob o jugo de altos impostos exigidos pelas nossas autoridades governamentais; não estamos de uma outra forma sendo espoliados dentro do nosso próprio país, por brasileiros que dizem fazer tudo pelo nosso povo?
Creio estarmos precisando de uma nova INCONFIDÊNCIA.
Será que encontraremos, neste tempo onde impera a superficialida, um novo TIRADENTES?!
OXALÁ, MAYBE, TALVEZ...
Queira Deus que SIM.
obs. A Biblia traz em PREVÉRBIOS cap.29,vrs.4, a seguinte orientação: " É pela justiça que um rei firma seu país, mas aquele que o sobrecarrega com muitos impostos, o arruína".
Portugal não observou esta orientação e: PERDEU O BRASIL.
Acho melhor o Brasil repensar métodos e diretrizes para o seu crescimento econômico. Por este caminho, sobrecarregar os brasileiros, poderá "dar com os burros n'água!
Pode ser que amanhã não haja trabalhadores em condições de pagar nenhum tributo mais. Bandidos, ladrões e corruptos...esses...nunca pagam impostos, ao contrário: surrupiam o dinheiro público. É uma praga que aumenta e se agiganta cada dia mais! Precisamos, urgentemente corrigir , ou melhor, formular um novo CÓDIGO de JUSTIÇA para o nosso Brasil. Aproveitando-me da inscrição na bandeira de Minas Gerais, ouso dizer: JUSTIÇA AINDA QUE TARDIA.
Comemora-se o dia de TIRADENTES
Movimento da INCONFIDÊNCIA MINEIRA, TIRADENTES, você se lembrava disso?
Comemora-se civilmente esta dia? Não. É apenas mais um feriado. Conhecido, hoje em dia, como dia de Tiradentes, e só.
Portugal, no tempo de Brasil colônia, sabia muito bem quem era ele e o temia. Brasileiros de hoje e brasileirinhos de amanhã, será que sabem? A memória do povo é curta e a falta de incentivo por parte dos poderes públicos atuais, na áreas cívil e educacional, anuviam o futuro dos intelectuais.
Os conhecimentos destes fatos tão importantes são parcos.
Há aquele ditado que diz: "Quem planta vento colhe tempestade". Corretíssimo.
Nos corações de um povo subjugado pela coroa portuguesa, no final do século XVII, houve um idealista que liderou um grupo de afeiçoados ao movimento, um corajoso eu diria, brasileiro, mineiro, que semeou neles a semente da liberdade e lutou por ela até a morte.
Mas, no mundo, na vida, sempre há um "Judas", e não foi diferente com Joaquim José da Silva Xavier, conhecido no cíclo do ouro, como Tiradentes.
Traído e condenado à morte, assumiu todas as responsabilidades sobre sí, livrando seus companheiros da mesma condenação, dizendo essa célebre frase, que nenhum brasileiro jamais deveria esquecer:" JUREI MORRER PELA LIBERDADE E CUMPRO A MINHA PALAVRA".
Será que valeu a pena tanto sacrifício? Não estamos hoje sob o jugo de altos impostos exigidos pelas nossas autoridades governamentais; não estamos de uma outra forma sendo espoliados dentro do nosso próprio país, por brasileiros que dizem fazer tudo pelo nosso povo?
Creio estarmos precisando de uma nova INCONFIDÊNCIA.
Será que encontraremos, neste tempo onde impera a superficialida, um novo TIRADENTES?!
OXALÁ, MAYBE, TALVEZ...
Queira Deus que SIM.
obs. A Biblia traz em PREVÉRBIOS cap.29,vrs.4, a seguinte orientação: " É pela justiça que um rei firma seu país, mas aquele que o sobrecarrega com muitos impostos, o arruína".
Portugal não observou esta orientação e: PERDEU O BRASIL.
Acho melhor o Brasil repensar métodos e diretrizes para o seu crescimento econômico. Por este caminho, sobrecarregar os brasileiros, poderá "dar com os burros n'água!
Pode ser que amanhã não haja trabalhadores em condições de pagar nenhum tributo mais. Bandidos, ladrões e corruptos...esses...nunca pagam impostos, ao contrário: surrupiam o dinheiro público. É uma praga que aumenta e se agiganta cada dia mais! Precisamos, urgentemente corrigir , ou melhor, formular um novo CÓDIGO de JUSTIÇA para o nosso Brasil. Aproveitando-me da inscrição na bandeira de Minas Gerais, ouso dizer: JUSTIÇA AINDA QUE TARDIA.
sábado, 24 de março de 2012
PESSOAS MARAVILHOSAS
TEXTO X TEXTO
Amo a música, as letras, e mais ainda o sensacional cantor Moacir Franco.
Cantando PEDÁGIO, ele faz uma espécie de introdução declamada sobre o rio Amarelo na China. Amei o texto:
"Esse rio não chega mais ao mar, é chocante, é muito triste.
O rio...Imagine o Paranaiba não chegando mais ao seu destino, acaba antes. Eu fiquei imaginando...Que nós todos somos rios. Não há nada mais triste do que acabar antes de morrer. É preciso que vocês uma vez por ano, dêm uma chegadinha num asilo pra abraçar o seu passado...ou quem sabe, o seu futuro.
E se um dia encontrarem um rio seco com o meu nome, podem cavucar que irão encontrar um sonho cristalino correndo aida para o mar".
Obrigado, meus afluentes!
Eviei esse texto para alguns meus amigos da internet, e uma jovem sensível, culta, com um português de escritora, me respondeu:
"Que lindo!
Moacir Franco deságua em nossos corações...
Agora, não sei se me considero um afluente, ou o mar...
Na verdade, acho que existem vários estágios na vida de todos nós. Ora somos pequena fonte, ora somos cachoeira, ora lagoa.
Mas em algum momento, encontraremos o oceano. E lá, todos os que passaram em nossos caminhos estarão também.
Levarei comigo todas as riquezas que recebi em meu leito". Darla Lemos Renault.
Incrivelmente MARAVILHOSO! Principalmente o chavão final. Essa frase vale ouro na lieratura, com um toque profundo de Filosofia.
Parabéns, Darla!
Você tem sangue de escritora, pode crer.
Amo a música, as letras, e mais ainda o sensacional cantor Moacir Franco.
Cantando PEDÁGIO, ele faz uma espécie de introdução declamada sobre o rio Amarelo na China. Amei o texto:
"Esse rio não chega mais ao mar, é chocante, é muito triste.
O rio...Imagine o Paranaiba não chegando mais ao seu destino, acaba antes. Eu fiquei imaginando...Que nós todos somos rios. Não há nada mais triste do que acabar antes de morrer. É preciso que vocês uma vez por ano, dêm uma chegadinha num asilo pra abraçar o seu passado...ou quem sabe, o seu futuro.
E se um dia encontrarem um rio seco com o meu nome, podem cavucar que irão encontrar um sonho cristalino correndo aida para o mar".
Obrigado, meus afluentes!
Eviei esse texto para alguns meus amigos da internet, e uma jovem sensível, culta, com um português de escritora, me respondeu:
"Que lindo!
Moacir Franco deságua em nossos corações...
Agora, não sei se me considero um afluente, ou o mar...
Na verdade, acho que existem vários estágios na vida de todos nós. Ora somos pequena fonte, ora somos cachoeira, ora lagoa.
Mas em algum momento, encontraremos o oceano. E lá, todos os que passaram em nossos caminhos estarão também.
Levarei comigo todas as riquezas que recebi em meu leito". Darla Lemos Renault.
Incrivelmente MARAVILHOSO! Principalmente o chavão final. Essa frase vale ouro na lieratura, com um toque profundo de Filosofia.
Parabéns, Darla!
Você tem sangue de escritora, pode crer.
sexta-feira, 9 de março de 2012
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Ontem, dia internacional da mulher,
comemorando, quero humenageá-las
citando esta frase, de grande sabedoria,
saídas de um santo coração: "Nenhum homem
se aproxima, nem de longe,
do amor e da compaixão
de que uma mulher é capaz".
Bv, Teresa de Calcutá.
comemorando, quero humenageá-las
citando esta frase, de grande sabedoria,
saídas de um santo coração: "Nenhum homem
se aproxima, nem de longe,
do amor e da compaixão
de que uma mulher é capaz".
Bv, Teresa de Calcutá.
quinta-feira, 8 de março de 2012
MULHER
Recebi, hoje, de uma seguidora, esta linda homenagem, de sua autoria. Tão linda achei, que lhe pedi autorização para postá-la em homenagens à todas as MULHERES, principalmente as que acessam os meus blogs.
À vocês mulheres, PARABÉNS!
Muito se fala da mulher de forma poética e sonhadora. Um ser divino.
A verdade é que estamos sempre um passo à frente dessas ilusões.
Estamos ali, na vida real, lavando, acalentando, cobrando, unindo, desdobrando, amando.
Em qualquer tempo, com qualquer necessidade, a mulher empresta ao mundo um pouco de sua força.
É necessário deixar bem claro que é sua parte mais suave e delicada. Eu diria, inigualável na natureza.
Nem é uma questão de saber dosar o emprego dessa força. Está mais para a qualidade do que quantidade.
É a espécie dessa grandeza que a faz diferente dos outros seres.
A dimensão e nuances da mulher, que a transforma em vários outros "seres" durante a vida, dependendo da necessidade e do momento, é o que a torna quase inexplicável.
Não é possível dizer que ela é apenas forte, se chora fácil pela dor do outro. Mole, se enfrenta a dor do parto. Instável , se aceita conceber os filhos que são vitalícios. Prolíxa, ou se cala quando um amigo precisa desabafar.
Muitos, sem conseguir enxergar essa grande adaptação que a mulher faz, tal qual o útero se transforma durante a gestação para garantir a evolução perfeita do feto, menosprezam e tentam ridicularizar o que não alcançam.
Pra mim, Raul Seixas podia até estar falando com Deus, mas há muito sobre a mulher na canção: GITA: "Dos sonhos eu sou o amor...",
"Raso, largo, profundo...",
"O início, fim, o meio".
Somos TODAS versões da mesma música!
Autora: Darla Lemos Renault
À vocês mulheres, PARABÉNS!
Muito se fala da mulher de forma poética e sonhadora. Um ser divino.
A verdade é que estamos sempre um passo à frente dessas ilusões.
Estamos ali, na vida real, lavando, acalentando, cobrando, unindo, desdobrando, amando.
Em qualquer tempo, com qualquer necessidade, a mulher empresta ao mundo um pouco de sua força.
É necessário deixar bem claro que é sua parte mais suave e delicada. Eu diria, inigualável na natureza.
Nem é uma questão de saber dosar o emprego dessa força. Está mais para a qualidade do que quantidade.
É a espécie dessa grandeza que a faz diferente dos outros seres.
A dimensão e nuances da mulher, que a transforma em vários outros "seres" durante a vida, dependendo da necessidade e do momento, é o que a torna quase inexplicável.
Não é possível dizer que ela é apenas forte, se chora fácil pela dor do outro. Mole, se enfrenta a dor do parto. Instável , se aceita conceber os filhos que são vitalícios. Prolíxa, ou se cala quando um amigo precisa desabafar.
Muitos, sem conseguir enxergar essa grande adaptação que a mulher faz, tal qual o útero se transforma durante a gestação para garantir a evolução perfeita do feto, menosprezam e tentam ridicularizar o que não alcançam.
Pra mim, Raul Seixas podia até estar falando com Deus, mas há muito sobre a mulher na canção: GITA: "Dos sonhos eu sou o amor...",
"Raso, largo, profundo...",
"O início, fim, o meio".
Somos TODAS versões da mesma música!
Autora: Darla Lemos Renault
AUTUMN LEAVES
(acróstico extraido do meu livro:
5 MINUTOS DE AMOR)
A um Dom Juan amei,
Um falso amor me ofereceu,
Tive esperanças, sonhei...
Um sol brilhante fortaleceu
Minha vida sem alegrias,
Na soturna estrada dos dias meus...
Logo depois, a taça da amargura sorvi
Em trevas, meu coração envolto ficou...
Agora só recordações tenho de ti;
Vejo-te num tempo longínquo que passou,
Em que a ti, meu amor consagrei,
Sempre, eternamente, pra ti viverei!
Nb. Autumn Leaves é o título de uma música da qual gosto muito.
5 MINUTOS DE AMOR)
A um Dom Juan amei,
Um falso amor me ofereceu,
Tive esperanças, sonhei...
Um sol brilhante fortaleceu
Minha vida sem alegrias,
Na soturna estrada dos dias meus...
Logo depois, a taça da amargura sorvi
Em trevas, meu coração envolto ficou...
Agora só recordações tenho de ti;
Vejo-te num tempo longínquo que passou,
Em que a ti, meu amor consagrei,
Sempre, eternamente, pra ti viverei!
Nb. Autumn Leaves é o título de uma música da qual gosto muito.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
TRECHO DE UMA CARTA RESPOSTA
(extraido do meu livro:
COMENTANDO...)
Respondendo a um grupo de colegas de trabalho, que lhe dirigiram fartos elogios, uma jovem escreveu: eis
o trecho final da carta:
...e eu lhes digo, meus amigos: não sou nenhum ser extraordinário, nenhum gênio! Sim e apenas, uma pessoa sensível, que aprecia o belo e crê, estar no amor: a razão, o sentido e a causa de tudo. O amor cria; aproxima; une; constrói; redime; consola; cicatriza feridas; conforta; perdoa. O amor, amigos, é o único e mágico prisma, pelo qual se consegue sentir as alma do outro; ver todas as coisas em cores mais coloridas; a alegria mais alegre do que o meramente normal. Uma pessoa pura, sim, que sente nas experiências do cotidiano: as quedas...as chagas...as cicatrizes...como um poderoso cinzel que esculpirá os sulcos marcantes, que delinearão os contornos luzentes das almas, que um dia, emergirão dos nossos corpos, esplendorosas, brilhantes, com resplendores de eterno!
Finalmente, aqui entre nós, sou um simples quartzo entre diamantes; apenas uma humilde violeta entre rosas, nesse imenso jardim que é a vida.
Não sinto na dor, um castigo
Não me permito, insinuar vingança, por causa do mal.
Não me dou ao luxo de excluir-me dessa dinâmica, o único processo de lapidar o caráter do homem, conduzindo-o á perfeição.
Nada de lamentações, de queixas, de tristezas!
Nada de se falar em coisas tristes!
A alegria faz bem, é melhor. Um sorriso nos lábios de alguém, é como o surgir do sol, depois de uma tempestade.
É o tão esperado sim
É o alívio depois da dor
É o chegar da pessoa amada depois de uma longa ausência
É a paz depois da guerra!
Então...por que não sorrir?
Por que não se estar de bem com a vida?
Vocês são o meu novo motivo de alegria
São a minha nova verdade
São um novo motivo para o meu sorriso!
COMENTANDO...)
Respondendo a um grupo de colegas de trabalho, que lhe dirigiram fartos elogios, uma jovem escreveu: eis
o trecho final da carta:
...e eu lhes digo, meus amigos: não sou nenhum ser extraordinário, nenhum gênio! Sim e apenas, uma pessoa sensível, que aprecia o belo e crê, estar no amor: a razão, o sentido e a causa de tudo. O amor cria; aproxima; une; constrói; redime; consola; cicatriza feridas; conforta; perdoa. O amor, amigos, é o único e mágico prisma, pelo qual se consegue sentir as alma do outro; ver todas as coisas em cores mais coloridas; a alegria mais alegre do que o meramente normal. Uma pessoa pura, sim, que sente nas experiências do cotidiano: as quedas...as chagas...as cicatrizes...como um poderoso cinzel que esculpirá os sulcos marcantes, que delinearão os contornos luzentes das almas, que um dia, emergirão dos nossos corpos, esplendorosas, brilhantes, com resplendores de eterno!
Finalmente, aqui entre nós, sou um simples quartzo entre diamantes; apenas uma humilde violeta entre rosas, nesse imenso jardim que é a vida.
Não sinto na dor, um castigo
Não me permito, insinuar vingança, por causa do mal.
Não me dou ao luxo de excluir-me dessa dinâmica, o único processo de lapidar o caráter do homem, conduzindo-o á perfeição.
Nada de lamentações, de queixas, de tristezas!
Nada de se falar em coisas tristes!
A alegria faz bem, é melhor. Um sorriso nos lábios de alguém, é como o surgir do sol, depois de uma tempestade.
É o tão esperado sim
É o alívio depois da dor
É o chegar da pessoa amada depois de uma longa ausência
É a paz depois da guerra!
Então...por que não sorrir?
Por que não se estar de bem com a vida?
Vocês são o meu novo motivo de alegria
São a minha nova verdade
São um novo motivo para o meu sorriso!
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
O HOMEM DO FUTURO
(extraído do meu livro de crônicas:
MARAVILHAS DA NATUREZA)
(segundo minhas próprias considerações)
O homem é o ser vivo com maior capacidade adaptação ao ambiente, altamente auxiliado pela inteligência, que o orienta na busca das melhores condições de sobrevivência.
O organismo humano, na sua escalada evolutiva tanto física como intelectualmente, é sensível às variações do meio em que vive, modificando seus hábitos de acordo com elas. Assim, o homem do futuro, em acordo com o meio, não será nada bonito! De todas as eras geo e cronológicas, o homem atual, é e será o mais bonito e charmoso de todos os tempos.
Vivendo numa era, basicamente atômica, sofrerá intensas alterações físicas: internas e exteriores. A tendência natural destas ocorrências, é o atrofiamento, ou mesmo, o desaparecimento de órgãos quando não mais necessários ao seu organismo. Em muitos casos, basta que sejam inibidos, por um longo período de tempo, no desempenho de suas funções normais, para que sofram atrofias: parcial ou total, e com o passar dos anos, em gerações futuras, venham a desaparecer definitivamente. Então, essas alterações, poderão já fazerem parte de seu códico genético.
O homem do futuro terá um crânio volumoso devido ao desempenho do cérebro, que atingirá o seu expoente máximo(hoje, ele utiliza apenas 10%). Olhos grandes, boca pequena. Sem pelos: cabelos, sombrancelhas, cílios, barba e bigodes, pelos das axilas, do púbis e outros. Não necessitando da voz, pois se comunicará através do pensamento, haverá atrofiamento das coradas vocais. Não necessitando ouvir sons por meio de órgãos externos, a comunicação se dará por meio de ondas telepáticas, mesmo a grandes distâncias, ele não apresentará orelhas. Não necessitando fazer exercícios físicos, a musculatura será frágil e delicada. Sua estatura, por isso, será pequana. Não necessitará dos meios de locomoção(máquinas, trens, aviões, carros, navios, etc.)para seu deslocamento individual que será feito exclusivamente pela força mental. Nas lutas, não haverá necessidade de armas. Sua arma será o cérebro, podendo levitar, transportar, até mesmo desintegrar-se, para uma posterior remontagem, onde e quando quiser. Internamente, alguns órgãos não se fazendo mais necessários, poderão desaparecer, e nesta época a que refiro, já terão deixado de figurar no corpo humano e nos compêndios de anatomia humana: apêndice, parte dos intestinos delgado e grosso, do estômago(que será bem menor), um pulmão, um rim, diminuição do volume cúbico da bexiga, do volume do coração. Haverá um superdesenvolvimento na fisiologia dos neurônios, na contatação entre os axônios, multiplicando-se desta forma, a capacidade do sistema nervoso central e periférico, com sensível melhoria da visão, rapidez no raciocínio, aumento da capacidade cognitiva e da inteligência.
Vivendo na era atômica, enfrentará a pior das poluições! Poderão ocorrer radicais modificações no seu códico genético, consequentemente alterações na cor da pele e na forma externa, o que chamamos comumente de aparência, à qual estamos habituados.
Porém, não se aflijam, este ser que descrevo, é apenas um produto da minha mente, levando em consideração os estudos científicos que pesquiso, dentro do que a Ciência propõe.
AAAaaaahhhh...mas issso vai levar milênios!
Vale dizer que, estas considerações serão válidas apenas no campo científico, no campo espritual, nada disso prevalece.
Você acredita em ETÊS...Então? Já deve tê-los visto em vários filmes, não? Não se parecem com o que acabo de descrever? Não sei se percebeu, mas cientificamente, há possibilidade de que eles existam(de verdade) já há bastante tempo, no universo, como muitos afirmam terem-nos visto, e estão portanto, há muitos anos luz à nossa frente no que diz respeito à categoria evolutiva do ser humano.
Será isso possível? Só o termpo dirá.
Quem estará aqui para testemunhar?!
MARAVILHAS DA NATUREZA)
(segundo minhas próprias considerações)
O homem é o ser vivo com maior capacidade adaptação ao ambiente, altamente auxiliado pela inteligência, que o orienta na busca das melhores condições de sobrevivência.
O organismo humano, na sua escalada evolutiva tanto física como intelectualmente, é sensível às variações do meio em que vive, modificando seus hábitos de acordo com elas. Assim, o homem do futuro, em acordo com o meio, não será nada bonito! De todas as eras geo e cronológicas, o homem atual, é e será o mais bonito e charmoso de todos os tempos.
Vivendo numa era, basicamente atômica, sofrerá intensas alterações físicas: internas e exteriores. A tendência natural destas ocorrências, é o atrofiamento, ou mesmo, o desaparecimento de órgãos quando não mais necessários ao seu organismo. Em muitos casos, basta que sejam inibidos, por um longo período de tempo, no desempenho de suas funções normais, para que sofram atrofias: parcial ou total, e com o passar dos anos, em gerações futuras, venham a desaparecer definitivamente. Então, essas alterações, poderão já fazerem parte de seu códico genético.
O homem do futuro terá um crânio volumoso devido ao desempenho do cérebro, que atingirá o seu expoente máximo(hoje, ele utiliza apenas 10%). Olhos grandes, boca pequena. Sem pelos: cabelos, sombrancelhas, cílios, barba e bigodes, pelos das axilas, do púbis e outros. Não necessitando da voz, pois se comunicará através do pensamento, haverá atrofiamento das coradas vocais. Não necessitando ouvir sons por meio de órgãos externos, a comunicação se dará por meio de ondas telepáticas, mesmo a grandes distâncias, ele não apresentará orelhas. Não necessitando fazer exercícios físicos, a musculatura será frágil e delicada. Sua estatura, por isso, será pequana. Não necessitará dos meios de locomoção(máquinas, trens, aviões, carros, navios, etc.)para seu deslocamento individual que será feito exclusivamente pela força mental. Nas lutas, não haverá necessidade de armas. Sua arma será o cérebro, podendo levitar, transportar, até mesmo desintegrar-se, para uma posterior remontagem, onde e quando quiser. Internamente, alguns órgãos não se fazendo mais necessários, poderão desaparecer, e nesta época a que refiro, já terão deixado de figurar no corpo humano e nos compêndios de anatomia humana: apêndice, parte dos intestinos delgado e grosso, do estômago(que será bem menor), um pulmão, um rim, diminuição do volume cúbico da bexiga, do volume do coração. Haverá um superdesenvolvimento na fisiologia dos neurônios, na contatação entre os axônios, multiplicando-se desta forma, a capacidade do sistema nervoso central e periférico, com sensível melhoria da visão, rapidez no raciocínio, aumento da capacidade cognitiva e da inteligência.
Vivendo na era atômica, enfrentará a pior das poluições! Poderão ocorrer radicais modificações no seu códico genético, consequentemente alterações na cor da pele e na forma externa, o que chamamos comumente de aparência, à qual estamos habituados.
Porém, não se aflijam, este ser que descrevo, é apenas um produto da minha mente, levando em consideração os estudos científicos que pesquiso, dentro do que a Ciência propõe.
AAAaaaahhhh...mas issso vai levar milênios!
Vale dizer que, estas considerações serão válidas apenas no campo científico, no campo espritual, nada disso prevalece.
Você acredita em ETÊS...Então? Já deve tê-los visto em vários filmes, não? Não se parecem com o que acabo de descrever? Não sei se percebeu, mas cientificamente, há possibilidade de que eles existam(de verdade) já há bastante tempo, no universo, como muitos afirmam terem-nos visto, e estão portanto, há muitos anos luz à nossa frente no que diz respeito à categoria evolutiva do ser humano.
Será isso possível? Só o termpo dirá.
Quem estará aqui para testemunhar?!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
DEVANEIOS
(extraído do meu livro:
5 MINUTOS DE AMOR)
Esqueceste amor, dos sonhos
Que sonhamos? Não vês,
Que a branca casinha
De janelas azuis nos espera?
Nós dois, lá no alto da colina,
Defronte o mar, numa noite
De luar e ao som de nossa
Música, brindaremos ao nosso amor!
Venha, a nossa felicidade
Será tão grande que não
Te sentirás arrependido
Um só instante! Dissiparei,
Com minhas carícias, os teu
Maus pensamentos e evitarei
Os teus lamentos,
com meus ternos beijos...
Por que não vens?
Não vês, que a tarde morre,
A noite chega e
A lua chama por ti?
Ela se escondeu novamente,
E dentro em breve, estará
De volta, para testemunhar
Nossa felicidade? Vem
Meu amor! E o sol terá
Voltado a aquecer o nosso ninho...
....................................................................
A noite chega e
Tu, ainda não.
A luz do abajour já
Está a iluminar a sala
Em que devemos nos encontrar...
Na eletrola, roda a nossa música...
Não demores tanto, que
A noite vai terminar,
Sem que eu te veja chegar...
Findou a noite!
Tu não vieste.
Que se passa contigo?
Ah! Fizeste-me sonhar,
Construir castelos,
A bailar de alegria e
Alimentar esperanças...E eu?
Que tola fui, acreditando
Em ti! Querias apenas,
Fazer-me sonhar, para depois
Rires do meu pranto e
Saboreares a tua vitória...
Que mau foste! Agora,
Por entre lágrimas,
Posso ver a branca casinha
De janelas azuis, porém
Suas portas e janelas
Estão fechadas porque
O nosso amor a abandonou,
E eu já não sonho mais!
5 MINUTOS DE AMOR)
Esqueceste amor, dos sonhos
Que sonhamos? Não vês,
Que a branca casinha
De janelas azuis nos espera?
Nós dois, lá no alto da colina,
Defronte o mar, numa noite
De luar e ao som de nossa
Música, brindaremos ao nosso amor!
Venha, a nossa felicidade
Será tão grande que não
Te sentirás arrependido
Um só instante! Dissiparei,
Com minhas carícias, os teu
Maus pensamentos e evitarei
Os teus lamentos,
com meus ternos beijos...
Por que não vens?
Não vês, que a tarde morre,
A noite chega e
A lua chama por ti?
Ela se escondeu novamente,
E dentro em breve, estará
De volta, para testemunhar
Nossa felicidade? Vem
Meu amor! E o sol terá
Voltado a aquecer o nosso ninho...
....................................................................
A noite chega e
Tu, ainda não.
A luz do abajour já
Está a iluminar a sala
Em que devemos nos encontrar...
Na eletrola, roda a nossa música...
Não demores tanto, que
A noite vai terminar,
Sem que eu te veja chegar...
Findou a noite!
Tu não vieste.
Que se passa contigo?
Ah! Fizeste-me sonhar,
Construir castelos,
A bailar de alegria e
Alimentar esperanças...E eu?
Que tola fui, acreditando
Em ti! Querias apenas,
Fazer-me sonhar, para depois
Rires do meu pranto e
Saboreares a tua vitória...
Que mau foste! Agora,
Por entre lágrimas,
Posso ver a branca casinha
De janelas azuis, porém
Suas portas e janelas
Estão fechadas porque
O nosso amor a abandonou,
E eu já não sonho mais!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
LINGUAGEM DOS BEBÊS
Para os pais de "primeira viagem"
(Até três meses)
RE = gases
A = sono
É = arroter
NE = fome
HUÉ = desconfoto (tá de cocô ou xixi)
NOTA: Estudos feitos por u'a mãe de primeira viagem, desesperada, para entender o que seu bebê precisava quando chorava muito.
Achei incrível esta descoberta, pois se trata de uma linguagem universal: Todos os bebês, não importa a etinia, todos agem e choram do mesmo jeito, isto é, emitem sons idênticos em situações semelhantes.
Informações extraidas de um programa da OPRAH WINFREY, nos USA.
(Até três meses)
RE = gases
A = sono
É = arroter
NE = fome
HUÉ = desconfoto (tá de cocô ou xixi)
NOTA: Estudos feitos por u'a mãe de primeira viagem, desesperada, para entender o que seu bebê precisava quando chorava muito.
Achei incrível esta descoberta, pois se trata de uma linguagem universal: Todos os bebês, não importa a etinia, todos agem e choram do mesmo jeito, isto é, emitem sons idênticos em situações semelhantes.
Informações extraidas de um programa da OPRAH WINFREY, nos USA.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O DESPERTAR
(extraído do meu livro:
MAGIA)
Sim...sim!...
Um dia, fugindo do amor,
Dentro de mim,
Deixei-me encarcerar!
Eu me encontro, no escuro
Bojo do meu interior...
Tento, nas paredes,
Ver se descubro,
Tento, desesperadamente,
Arrancar as esmeraldas
De minhas verdes esperanças;
As águas-marinhas, encravadas,
Dos meus azuis
Sonhos de criança;
Os rubis, afinal,
Do meu amor ardente;
Os diamantes
De um amor ideal!...
Limpo, então, as emboloradas
E úmidas paredes de esperança,
Cheirando a tempo e abandono...
Retiro, velhos cacos de esperanças,
Do meu coração despedaçado...
Eu preciso sair desta escuridão!
Sair em diração à luz!
Preciso, outra vez, sentir o sol...
Quero ver o céu...as estrelas!
Sim...sim, eu quero vê-las!
Estou sufocado!
Eu preciso de ar!
Sinto-me asfixiado,
Aqui, neste fundo escuro!
Preciso cavar mais a solidão,
Em direção ao futuro!
Preciso, as pedras retirar
De desalento
Do meu caminho!...
Não quero mais ficar
Aqui, sozinho!
Preciso cavar...cavar,
Porque se me urge o tempo.
Todo o meu corpo me dói,
Estou exausto, exangue,
Abandonado...carente,
O desespero a me afligir...no sangue!
Não...não quero, sozinho, morrer!
Os meus dedos, já descarnados
Até aos ossos...se me sangram...
As forças me abandonam...
Preciso perder essa cor de mofo...
Tenho de arrancar...arrancar
As sanguessugas, de pessimismo
Desenrrolar-me desse egoísmo
Desse meu recolhimento interior!
Quero limpar-me as teias de solidão,
Preciso arejar-me,
Abrir as janelas do meu coração
E deixar penetrar
Nele, a benfazeja
LUZ DO AMOR!
MAGIA)
Sim...sim!...
Um dia, fugindo do amor,
Dentro de mim,
Deixei-me encarcerar!
Eu me encontro, no escuro
Bojo do meu interior...
Tento, nas paredes,
Ver se descubro,
Tento, desesperadamente,
Arrancar as esmeraldas
De minhas verdes esperanças;
As águas-marinhas, encravadas,
Dos meus azuis
Sonhos de criança;
Os rubis, afinal,
Do meu amor ardente;
Os diamantes
De um amor ideal!...
Limpo, então, as emboloradas
E úmidas paredes de esperança,
Cheirando a tempo e abandono...
Retiro, velhos cacos de esperanças,
Do meu coração despedaçado...
Eu preciso sair desta escuridão!
Sair em diração à luz!
Preciso, outra vez, sentir o sol...
Quero ver o céu...as estrelas!
Sim...sim, eu quero vê-las!
Estou sufocado!
Eu preciso de ar!
Sinto-me asfixiado,
Aqui, neste fundo escuro!
Preciso cavar mais a solidão,
Em direção ao futuro!
Preciso, as pedras retirar
De desalento
Do meu caminho!...
Não quero mais ficar
Aqui, sozinho!
Preciso cavar...cavar,
Porque se me urge o tempo.
Todo o meu corpo me dói,
Estou exausto, exangue,
Abandonado...carente,
O desespero a me afligir...no sangue!
Não...não quero, sozinho, morrer!
Os meus dedos, já descarnados
Até aos ossos...se me sangram...
As forças me abandonam...
Preciso perder essa cor de mofo...
Tenho de arrancar...arrancar
As sanguessugas, de pessimismo
Desenrrolar-me desse egoísmo
Desse meu recolhimento interior!
Quero limpar-me as teias de solidão,
Preciso arejar-me,
Abrir as janelas do meu coração
E deixar penetrar
Nele, a benfazeja
LUZ DO AMOR!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
AH, COMO EU GOSTARIA!...
(extraído do meu livro:
FANTASIAS)
Gostaria que tu fosses aqui, agora,
O sol da manhã a me aquecer...
Gostaria que tu fosses a luz da aurora,
Fazendo-me sentir a alegria de viver.
Gostaria que tu fosses, nesse instante,
A suave brisa a me refrescar...
Gostaria que tu fosses este verde brilhante,
Tocando-me o corpo a descansar...
Gostaria que tu fosses agora, ao amanhecer,
Um dos passarinhos, na minha janela a cantar...
Gostaria que tu fosses o mágico entardecer,
Fazendo-me à noite, contigo sonhar.
Gostaria que tu fosses o perfume da flor
Que agora, sonhadora, tenho na minha mão...
Gostaria que te transformasses a magia do amor,
P'ra ficares sempre, bem juntinho ao meu coração.
Gostaria que tu fosses o eterno deus do amor,
O senhor da cálida noite e do alvorecer...
Que me endeusasses, tomando d'uma estrela o fulgor,
Para que um dia, tambérm eu, não precisasse morrer!
FANTASIAS)
Gostaria que tu fosses aqui, agora,
O sol da manhã a me aquecer...
Gostaria que tu fosses a luz da aurora,
Fazendo-me sentir a alegria de viver.
Gostaria que tu fosses, nesse instante,
A suave brisa a me refrescar...
Gostaria que tu fosses este verde brilhante,
Tocando-me o corpo a descansar...
Gostaria que tu fosses agora, ao amanhecer,
Um dos passarinhos, na minha janela a cantar...
Gostaria que tu fosses o mágico entardecer,
Fazendo-me à noite, contigo sonhar.
Gostaria que tu fosses o perfume da flor
Que agora, sonhadora, tenho na minha mão...
Gostaria que te transformasses a magia do amor,
P'ra ficares sempre, bem juntinho ao meu coração.
Gostaria que tu fosses o eterno deus do amor,
O senhor da cálida noite e do alvorecer...
Que me endeusasses, tomando d'uma estrela o fulgor,
Para que um dia, tambérm eu, não precisasse morrer!
sábado, 21 de janeiro de 2012
AO RELENTO
(extraido do mei livro:
REALIDADE CHOCANTE)
Mensagem: INJUSTIÇADOS
Logo, ao entardecer, o sol se esconderá...
Impar destino! Para eles, a noite chegará.
Boa noite! os andarilhos dizem
Aos que passam, sem atenção lhes dar.
Não temos onde dormir!...Não percebem
O mudo apelo, no seu triste olhar.
Da lua lhes será a única luz que terão
Um amplo teto: o céu estrelado
Ao redor, frios prédios os isolarão.
Rolará sobre eles o pó, pelo vento soprado
Terão como cobertores, apenas sujos jornais...
Então, ao relento, injustiçados, adormecerão.
REALIDADE CHOCANTE)
Mensagem: INJUSTIÇADOS
Logo, ao entardecer, o sol se esconderá...
Impar destino! Para eles, a noite chegará.
Boa noite! os andarilhos dizem
Aos que passam, sem atenção lhes dar.
Não temos onde dormir!...Não percebem
O mudo apelo, no seu triste olhar.
Da lua lhes será a única luz que terão
Um amplo teto: o céu estrelado
Ao redor, frios prédios os isolarão.
Rolará sobre eles o pó, pelo vento soprado
Terão como cobertores, apenas sujos jornais...
Então, ao relento, injustiçados, adormecerão.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
EU FUI E SOU PRA VOCÊ
(extraido do meu livro do meu livro:
O AMOR EM ONDAS E CASCATAS)
Aquela gota d'água que caiu e se perdeu na imensidão do deserto...
Aquela estrela que você viu brilhar no céu e seu caminho continuou escuro.
Aquela nuvem que não conseguiu abrigá-lo do sol escaldante nem o lenço que lhe haveria de enxugar a face, porque o vento o levara...
Aquela miragam fantástica e ilusória diante de seus olhos febris de viajor perdido no deserto escaldante.
Aquele oásis que não existia...
Aquele repouso que não pode ter...
Aquela força de que precisava e...de dar-ta não fui capaz.
Aquela paz que tanto buscava...e não pude dar.
Aquela onda que te jogou para longe e...não consegui evitar.
Aquela táboa de que, como náufrago tanto necessitava e não teve ao seu redor.
Aquele ser que você grita aflito e ele continua caminhando indefinidamente, porque é surdo.
Aquele ser que vê você precipitar-se no abismo e permanece impassível, porque não tem mãos.
Aquela criança que precisa da sua ajuda e permanece calada, porque é muda...
Aquele menino assustado que precisa da sua ajuda e proteção, mas não entende sua língua...
Aquele que não lhe pode descrever a maravilha do entardecer, porque também é cego.
Aquele ateu que, perdida a fé, não entende que, NADA construido sobre o ERRO, permanece.
O AMOR EM ONDAS E CASCATAS)
Aquela gota d'água que caiu e se perdeu na imensidão do deserto...
Aquela estrela que você viu brilhar no céu e seu caminho continuou escuro.
Aquela nuvem que não conseguiu abrigá-lo do sol escaldante nem o lenço que lhe haveria de enxugar a face, porque o vento o levara...
Aquela miragam fantástica e ilusória diante de seus olhos febris de viajor perdido no deserto escaldante.
Aquele oásis que não existia...
Aquele repouso que não pode ter...
Aquela força de que precisava e...de dar-ta não fui capaz.
Aquela paz que tanto buscava...e não pude dar.
Aquela onda que te jogou para longe e...não consegui evitar.
Aquela táboa de que, como náufrago tanto necessitava e não teve ao seu redor.
Aquele ser que você grita aflito e ele continua caminhando indefinidamente, porque é surdo.
Aquele ser que vê você precipitar-se no abismo e permanece impassível, porque não tem mãos.
Aquela criança que precisa da sua ajuda e permanece calada, porque é muda...
Aquele menino assustado que precisa da sua ajuda e proteção, mas não entende sua língua...
Aquele que não lhe pode descrever a maravilha do entardecer, porque também é cego.
Aquele ateu que, perdida a fé, não entende que, NADA construido sobre o ERRO, permanece.
sábado, 7 de janeiro de 2012
ÍDOLO PARTIDO
(texto extraido do meu livro:
O AMOR EM ONDAS E CASCATAS)
No pedestal de minha sinceridade, da ilusão ergui-te bem alto, belo, fantástico!
Julguei-te um deus e adorei-te com a ingenuidade de uma criança...
Pensei haver-te criado forte, com a indestrutibilidade da verdade, e com a eternidade do tempo.
Hoje, vendo-te no solo, em cacos despedaçado, de joelhos, deponho ao teu lado, com tristeza e amargura infinitas, as ruinas do meu coração, igualmente destroçado!
Bem melhor foi crer-te de ilusória fascinação do que a real dureza de uma fé frustrada.
Agora, que caiste por terra, sem que eu o conceba, sem que me conforme com tal ideia, sofro as consequências de não querer juntar os cacos, e com o poder da reabilitação, esculturar-te outra vez e...reerguer-te novamente. Seria fácil, se as mágoas que calaram fundo no meu coração sonhador, não empanassem a tua beleza de um sei-deus; se eu pudesse esquecer as decepções e conseguisse, num esforço supremo, restituir-te o fascínio com que te auri a fronte altiva.
Mas, para não ver-te mais, melhor fora que eu não tivesse olhos, e para esquecer-te, melhor fora que eu não tivesse coração!
O AMOR EM ONDAS E CASCATAS)
No pedestal de minha sinceridade, da ilusão ergui-te bem alto, belo, fantástico!
Julguei-te um deus e adorei-te com a ingenuidade de uma criança...
Pensei haver-te criado forte, com a indestrutibilidade da verdade, e com a eternidade do tempo.
Hoje, vendo-te no solo, em cacos despedaçado, de joelhos, deponho ao teu lado, com tristeza e amargura infinitas, as ruinas do meu coração, igualmente destroçado!
Bem melhor foi crer-te de ilusória fascinação do que a real dureza de uma fé frustrada.
Agora, que caiste por terra, sem que eu o conceba, sem que me conforme com tal ideia, sofro as consequências de não querer juntar os cacos, e com o poder da reabilitação, esculturar-te outra vez e...reerguer-te novamente. Seria fácil, se as mágoas que calaram fundo no meu coração sonhador, não empanassem a tua beleza de um sei-deus; se eu pudesse esquecer as decepções e conseguisse, num esforço supremo, restituir-te o fascínio com que te auri a fronte altiva.
Mas, para não ver-te mais, melhor fora que eu não tivesse olhos, e para esquecer-te, melhor fora que eu não tivesse coração!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
UMA IDEIA LOUCA - FINAL
FINAL
Alex Morgan, um rapaz de uns vinte e dois anos, carionhoso, terno, voz agradável e quente. Olhos e cabelos escuros, sorriso franco e sedutor. O que mais agradava à Madá era sua simplicidade, nem parecia um ricaço. Sentiu um arrepio, pensado nisso. E depois dessa noite, o que aconteceria?
Alex, por sua vez, ainda embalado pelo amor materno e o apoio de seu pai, sempre solícito e protetor, não se deixara contaminar pelo orgulho, ambição desmedida nem pela força do poder. A humildade, retidão de carater e sua paixão pelo social, tornara-o um jovem fascinante. E, à Madá, essas qualidades não lhe passaram desapercebidas. Nos dias de hoje, virtudes andam em falta.
Chegaram.
Boite cheia, gente animada, penumbra...Sentaram-se, juntinhos. Ele, apezar de realmente impressionado, não queria que ela interpretasse mal sua atitudes e deixava que, tomasse sempre a iniciativa. Dançaram, por uma hora, rostos coladinhos...Depois, sairam. Levou-a para tomar sorvete. Ela, ria maravilhada, com todos os seus sonhos de uma jovem de vinte anos. Era a sua primeira vez, fazendo um passeio daquele naipe. Em seguida, passaram por uma bombonière. Ele comprou-lhe uma caixa de bombons importados da Bégica, terra dos melhores chocolates do mdundo. Na volta, compra-lhe um buquê de rosas vermelhas.
Chegaram em casa. A casa de Mada, um prediozinho de dois andares ficava na rua Moratori, no bairro de Santa Teresa, bem próximo aos arcos do bondinho.
- Entro? - pergunta Alex, aparentemente indeciso, pois no íntimo, queria muito que ela o convidasse a entrar.
- Como não! Vamos nos sentar um pouco?
- Boa ideia. Gostou da noite?
- Da noite? - pergunta, ela, meio decepcionada.
- É...e de mim também.
- Alex, nunca vivi coisa igual! Pena que meu sonho vai terminar à meia noite! Minha carruagem vai se transformar em abóbora...
- Se quiser...não.
- Não?!
- Madá, gostei muito de você, sabe? E...
Madá o olhava, embevecida, como quem olha para alguém inatingível! Como quem está sonhando, ela o vê falar...falar...Derrepente, estão bem próximos um do outro: olhos nos olhos, mãos nas mãos, ternura a ternura. Ninguém se mexe. É um momento único! Dá meia noite. É Natal.
Os sinos repicam, lá na Catedral. O beijo acontece. Abraçam-se terna, demoradamente.
Não há necessidade de palavras. O amor batia sininhos em seus cérebros, seus corações batiam rápidos, em uníssono. Alex e Madá, reunidos pelo acaso, apaixonam-se, numa bela noite de Natal. É a química, abençoada pelos céus!
Dali por diante, estariam sempre juntos, até o casamento, que não tardaria muito. Um amor que nasceu sob a fantástica e mágica força do NATAL.
Alex Morgan, um rapaz de uns vinte e dois anos, carionhoso, terno, voz agradável e quente. Olhos e cabelos escuros, sorriso franco e sedutor. O que mais agradava à Madá era sua simplicidade, nem parecia um ricaço. Sentiu um arrepio, pensado nisso. E depois dessa noite, o que aconteceria?
Alex, por sua vez, ainda embalado pelo amor materno e o apoio de seu pai, sempre solícito e protetor, não se deixara contaminar pelo orgulho, ambição desmedida nem pela força do poder. A humildade, retidão de carater e sua paixão pelo social, tornara-o um jovem fascinante. E, à Madá, essas qualidades não lhe passaram desapercebidas. Nos dias de hoje, virtudes andam em falta.
Chegaram.
Boite cheia, gente animada, penumbra...Sentaram-se, juntinhos. Ele, apezar de realmente impressionado, não queria que ela interpretasse mal sua atitudes e deixava que, tomasse sempre a iniciativa. Dançaram, por uma hora, rostos coladinhos...Depois, sairam. Levou-a para tomar sorvete. Ela, ria maravilhada, com todos os seus sonhos de uma jovem de vinte anos. Era a sua primeira vez, fazendo um passeio daquele naipe. Em seguida, passaram por uma bombonière. Ele comprou-lhe uma caixa de bombons importados da Bégica, terra dos melhores chocolates do mdundo. Na volta, compra-lhe um buquê de rosas vermelhas.
Chegaram em casa. A casa de Mada, um prediozinho de dois andares ficava na rua Moratori, no bairro de Santa Teresa, bem próximo aos arcos do bondinho.
- Entro? - pergunta Alex, aparentemente indeciso, pois no íntimo, queria muito que ela o convidasse a entrar.
- Como não! Vamos nos sentar um pouco?
- Boa ideia. Gostou da noite?
- Da noite? - pergunta, ela, meio decepcionada.
- É...e de mim também.
- Alex, nunca vivi coisa igual! Pena que meu sonho vai terminar à meia noite! Minha carruagem vai se transformar em abóbora...
- Se quiser...não.
- Não?!
- Madá, gostei muito de você, sabe? E...
Madá o olhava, embevecida, como quem olha para alguém inatingível! Como quem está sonhando, ela o vê falar...falar...Derrepente, estão bem próximos um do outro: olhos nos olhos, mãos nas mãos, ternura a ternura. Ninguém se mexe. É um momento único! Dá meia noite. É Natal.
Os sinos repicam, lá na Catedral. O beijo acontece. Abraçam-se terna, demoradamente.
Não há necessidade de palavras. O amor batia sininhos em seus cérebros, seus corações batiam rápidos, em uníssono. Alex e Madá, reunidos pelo acaso, apaixonam-se, numa bela noite de Natal. É a química, abençoada pelos céus!
Dali por diante, estariam sempre juntos, até o casamento, que não tardaria muito. Um amor que nasceu sob a fantástica e mágica força do NATAL.
domingo, 1 de janeiro de 2012
UMA IDEIA LOUCA - quarta parte
(extraido do meu livro:
CONTOS ROMÂNTICOS)
- Muito obrigado, Madá. Gostei muito, veja! - disse, mostrando-lhe a gravata que usava.
- Você... gostou? E está usando essa...pobre gravata que lhe mandei? - acode, admirada e surpresa.
- Foi dada de coração, não foi? Então...é o que importa.
- Sim...- disse, passando as costas da mão sobre os olhos úmidos.
Mesmo através das lágrimas, Madá podia delinear a figura de um bonito e elegante jovem que sorria para ela. E ele estava ali, na sua frente, como num sonho. Foi despertada de seus devaneios por sua voz sedutora, que insistia:
- Gostaria de sair comigo? - indaga, o jovem, tirando um lenço do bolso, secando-lhe as lágrimas, delicadamente.
- Sssair...com você, todo chic assim? Não.
- Não?! Não quer, ou acha que não deve?
- Sei lá...- começa a rir, um riso nervoso- Eu não teria nem mesmo uma roupa adequada...
- Espere aqui um instantinho só, tá? Já volto.
Morgan sai. Meia hora depois ele volta, trazendo um pacote.
- É pra você. Agora não tem desculpa, ahm?
Madá, não acreditando no que vê, desembrulha o presente, boquiaberta. Exclama:
- É maravilhoso, dígno de uma princesa!
- Gosta?
- Lindo! Nunca vesti nada igual em toda a minha vida! - disse, colocando o chiquérrimo vestido sobre o corpo.
- Então...vá lá dentro, troque-se e vamos sair. Vamos fazer tudo o que você quiser.
- Tudo? pergunta, Madá, - encantada.
- Tudo. - responde Alex, comovido, e misteriosamente feliz.
Sentado no sofá, ele espera. Olha à sua volta e continua pensando: Como pode uma criatura linda, sensacional como essa viver em tamnha solidão? Como deve doer, santo Deus!
- Que tal? pergunta Madá, entrando na sala.- arrancando-o de seus devaneios.
- Que? Você ou o vestido?
- Eu.
- Deslumbrante! Você está linda, aliás, mais linda- retifica ele. - Linda você é, de qualquer modo...mesmo quando chorava, sabe?
- Verdade?
- Nunca fui tão sincero, Madá.
- Aonde vamos?
- Aonde você quiser, princesa.
- Diga você, eu nunca fui a lugar algum...Nem saberia escolher... nem como me comportar.
- Sabe dançar? - acode Alex3, temendo que ela desistisse.
- Mais ou menos...
- Então, iremos a uma 'boite", certo? Dançando, você estará mais à vontade...não tendo que se preocupar muito. Estou certo?
- Creio que é melhor mesmo.
- Então, vamos?
- Vamos.
Sairam. Ele a fez entrar no carro, cavalheirescamente. Ela se sentia como uma madamoiselle.
( O final desta história terá que ficar para amanhã, sinto muito).
CONTOS ROMÂNTICOS)
- Muito obrigado, Madá. Gostei muito, veja! - disse, mostrando-lhe a gravata que usava.
- Você... gostou? E está usando essa...pobre gravata que lhe mandei? - acode, admirada e surpresa.
- Foi dada de coração, não foi? Então...é o que importa.
- Sim...- disse, passando as costas da mão sobre os olhos úmidos.
Mesmo através das lágrimas, Madá podia delinear a figura de um bonito e elegante jovem que sorria para ela. E ele estava ali, na sua frente, como num sonho. Foi despertada de seus devaneios por sua voz sedutora, que insistia:
- Gostaria de sair comigo? - indaga, o jovem, tirando um lenço do bolso, secando-lhe as lágrimas, delicadamente.
- Sssair...com você, todo chic assim? Não.
- Não?! Não quer, ou acha que não deve?
- Sei lá...- começa a rir, um riso nervoso- Eu não teria nem mesmo uma roupa adequada...
- Espere aqui um instantinho só, tá? Já volto.
Morgan sai. Meia hora depois ele volta, trazendo um pacote.
- É pra você. Agora não tem desculpa, ahm?
Madá, não acreditando no que vê, desembrulha o presente, boquiaberta. Exclama:
- É maravilhoso, dígno de uma princesa!
- Gosta?
- Lindo! Nunca vesti nada igual em toda a minha vida! - disse, colocando o chiquérrimo vestido sobre o corpo.
- Então...vá lá dentro, troque-se e vamos sair. Vamos fazer tudo o que você quiser.
- Tudo? pergunta, Madá, - encantada.
- Tudo. - responde Alex, comovido, e misteriosamente feliz.
Sentado no sofá, ele espera. Olha à sua volta e continua pensando: Como pode uma criatura linda, sensacional como essa viver em tamnha solidão? Como deve doer, santo Deus!
- Que tal? pergunta Madá, entrando na sala.- arrancando-o de seus devaneios.
- Que? Você ou o vestido?
- Eu.
- Deslumbrante! Você está linda, aliás, mais linda- retifica ele. - Linda você é, de qualquer modo...mesmo quando chorava, sabe?
- Verdade?
- Nunca fui tão sincero, Madá.
- Aonde vamos?
- Aonde você quiser, princesa.
- Diga você, eu nunca fui a lugar algum...Nem saberia escolher... nem como me comportar.
- Sabe dançar? - acode Alex3, temendo que ela desistisse.
- Mais ou menos...
- Então, iremos a uma 'boite", certo? Dançando, você estará mais à vontade...não tendo que se preocupar muito. Estou certo?
- Creio que é melhor mesmo.
- Então, vamos?
- Vamos.
Sairam. Ele a fez entrar no carro, cavalheirescamente. Ela se sentia como uma madamoiselle.
( O final desta história terá que ficar para amanhã, sinto muito).
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