sexta-feira, 16 de novembro de 2012

DESATANDO OS LAÇOS

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AMOR, palavra forte, sentido profundo,
capaz de revelar nossos mais íntimos pensamentos
e convertê-los em atitudes.
Somos, em peso(valores), o quanto somos capazes de amar.
Exemplo maior foi o de Jesus Cristo, que morreu na cruz,
por amor de nós.
O amor materno, humanamente falando, é o que mais se
aproxima do amor de Deus. Comparativamente, eu diria
que: Amor de mãe, é a face feminina de Deus.
Esse amor nos é demonstrado e mantido por fortes laços
afetivos, que nos unem às nossas mães.
De Deus, vem a graça, a força, o poder, para resistirem
às intempéries, com a longevidade do eterno.
Entretanto, da outra parte, dos filhos digo, não há esse alcance.
Mal chegam às puberdade, afoitamente, tudo fazem
para desatar esses laços. Como pipas, cujas linhas se romperam,
perdem as diretrizes, e não poucas vezes, rompem com suas
raízes. Perdem sua identidade, esquecem sua história de vida.
O mundo, é só dar uma olhada à nossa volta, está repleto
desses adolescentes, desorientados, perdidos no caos dos
atuais dias em que princípios morais, já são quase inexistentes,
mais ainda atraídos pelo feitiço da internet.
Tudo podem. Liberdade total.
Laços afetivos? Para que?
A ideia de estarem presos aos mandos dos pais, o peso dos
compromissos advindo deles, não lhes são muito atraentes.
Eles estão mais, para o descomprometimento e dos prazeres.
Romper os laços lhes parece mais fácil e cômodo.
E as famílias, no século 21, estão cada vez mais desunidas,
presos pela  tecnologia, que os arrasta para o individualismo
e o isolamento, ditados pela tecnologia, hoje o "ditador", que
comanda a nossa juventude.
 

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